Em 1990 a J.S.D. sob a minha liderança tinha atingido um estágio de desenvolvimento que a tornava uma força politica de juventude unica a nível local, com várias centenas de Militantes e uma saúde financeira invejável.
Foi nessa época que a J.S.D. lançou projectos estruturantes para a politica local de juventude, como a constituição de um "Conselho Consultivo Municipal de Juventude", e por outro lado politicas de acção directa no apoio aos jovens em termos de intervenções directas e indirectas na área politica e social a nível geral.
Podem ser observados documentos vários em:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/default.aspx
Foi também nesta época que a J.S.D. deu o pontape de saida nas politicas de juventude voltadas para as questões ambientais.
Até ai no Concelho do Barreiro falava-se muito mas nada de concreto re realizava.
A partir dai o Veredaor responsável pelo Ambiente percebeu que tinha que fazer mais do que simples palavras, e então passou das palavras aos actos, muito poucos diga-se, mas alguns que só agora, passados mais de 17 anos estão a começar a dar frutos como por exemplo a construção da tão famosa ETAR Barreiro/Moita.
terça-feira, 5 de junho de 2007
segunda-feira, 4 de junho de 2007
CONSELHO CONSULTIVO AUTARQUICO DO P.S.D. DO BARREIRO
Carta enviada ao Presidente da Mesa da Assembleia Concelhia do Barreiro do P.S.D. sobre o funcionamento do Conselho Consultivo Autarquico do Barreiro do P.S.D., em virtude da actuação da C.P.S. para com os Autarcas e em especial para comigo.
Inicia-se nesta data a minha separação efectiva do P.S.D. que se vai acabar por concretizar cerca de 3 anos amis tarde, em virtude do desvirtuamento do P.S.D. e também da minha opção pessoal e politica pelo projecto proposto à data pelo Dr. Manuel Monteiro no então ainda C.D.S., no qual me vim a filiar e a ser seu dirigente e candidato a Deputado à Assembleia Nacional pelo Circulo de Setúbal, tál como já acontecera pelo P.S.D. em 1991.
Copia da carta do P.S.D. livre para total consulta em:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/default.aspx
José João Massapina Antunes da Silva
Urbanização da Quinta dos Loios
Rua Salgueiro Maia nº 11 - 2º D
Lavradio 2830 Barreiro
Telef. 2020968
Militante nº 150403408
Exmº Senhor
Presidente
Mesa da Assembleia de Secção
do Barreiro
Partido Social Democrata
Rua Miguel Pais nº 39
2830 Barreiro
Barreiro, 23 de Setembro de 1994
Assunto: Assembleia de Secção - Conselho Consultivo Autárquico
Solicito desde já ao Exmº Senhor Presidente da Mesa da Assembleia de Secção do Barreiro do Partido Social Democrata, que faça publico conhecimento do teor desta minha carta aos Militantes presentes na Assembleia de Secção do Barreiro do P.S.D. de hoje, o que desde já muito agradeço.
Por motivo de reunião da Comissão de Meio Ambiente, Obras e Serviços Públicos, da Assembleia Municipal do Barreiro, à qual presido, e que decorre no mesmo momento desta Assembleia de Secção, não irei estar presente.
Não posso no entanto deixar de manifestar publicamente algumas questões que se mostram de importancia significativa no relacionamento de e com o P.S.D. do Barreiro.
Desta forma passo a expor o seguinte:
1º Tomei conhecimento, por manifesta sorte; e por via de telefonema efectuado ao Exmº Sr. Presidente da Mesa desta Assembleia de Secção, de que hoje se realizaria uma Assembleia de Secção, nada obriga a enviar convocatória aos Militantes, no entanto acho bastante estranha e curiosa a atitude da C.P.S. do Barreiro ao enviar uma carta, da qual envio cópia anexa, e que recebi ontem mesmo também, e que não me seja indicado no conteudo da mesma ou por convocatória anexa a data da realização da Assembleia, que inclusivamente a mesma faz referencia.
O objectivo do envio da referida correspondencia não tem no meu entendimento nada que vêr com os objectivos indicados na mesma, pois se fosse do interesse da C.P.S. do Barreiro a minha presença, teriam comunicado qual a data da referida reunião, o que como indiquei anteriormente não aconteceu.
2º Foi também com surpresa que recebi a referida carta, uma vez que desde a data da realização das Eleições Autarquicas mais nenhuma comunicação/correspondencia da Secção chegou ás minhas mãos, embora tenha conhecimento por vias externas da realização de algumas reuniões??? de e para Autarcas.
3º Até esta data continuo a aguardar a cobrança das quotas referentes ao corrente ano, eu e largo grupo de Militantes.
Estou desta forma certo da actual boa saude financeira da Secção. A cobrança pela Nacional das quotas pode ser uma solução a adoptar, por forma a regularizar a situação em falta, devido à inoperancia da Secção.
4º Fui eleito nas listas do P.S.D., para a Assembleia Municipal do Barreiro, não me demiti, nem tenciono vir a efectuar essa manobra, tenho cumprido o meu mandato de forma correcta. De tal forma correcta que a própria Secção Concelhia nem quer saber o que acontece nas reuniões da Assembleia Municipal ou nas respectivas Comissões ou qual a actividade desenvolvida para além destas situações.
Nenhuma tomada de posição ou directriz foi até agora transmitida pelo P.S.D. local à minha pessoa com relação a posições a tomar com respeito a este ou aquele assunto. Como Social-Democrata, e uma vez que não existe Coordenação da C.P.S. tenho tomado as posições em consciência, e mantenho-me tranquilo quanto a isso. Exemplo disso foram as eleições para a Area Metropolitana de Lisboa, onde não foi comunicada qualquer posição, e pior ainda, o Barreiro não contou na lista candidata do P.S.D. com nenhum candidato, quando por todos é sabido que o Autarca Francisco Mendes Costa, candidato a Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro nas últimas eleições, é elemento profundamente conhecedor das questões autarquicas e em especial do Concelho do Barreiro.
Muitas mais questões deveria colocar, deixo para melhor oportunidade, no entanto quero ainda alertar para a perda de influencia que a Secção do Barreiro tem vindo a conquistar, claro sem esforço, por parte dos seus ainda resistentes e esforçados dirigentes actuais.
Considerando as atitudes e posições de alguns sobreviventes da C.P.S. eleita à cerca de um ano, e da qual fui seu Vice-Presidente, não consigo entender como a falta de vergonha de alguns desses elementos permite que tenham ainda no pensamento a noção de que representam o P.S.D. no Barreiro enquanto Partido.
Os resultados das últimas Eleições Europeias, a campanha eleitoral não desenvolvida, a postura do Partido face à Sociedade, são imagens da situação doentia a que chegou o P.S.D. do Barreiro, e que a um ano de eleições importantes para o futuro do País e do Partido importa analisar e resolver a curto prazo no Concelho do Barreiro.
O P.S.D. não pode perder no Concelho do Barreiro o espaço politico conquistado ao longo dos anos, e agora esbanjado em meia duzia de meeses devido à incapacidade politica de alguns e à ambição desmedida de outros.
A reflexão deve ser uma base para se lançar o projecto para o futuro do P.S.D. do Barreiro.
Repensar o Partido que temos hoje e que queremos para amanhã!
Saudações Social Democratas
José João Massapina Antunes da Silva
Inicia-se nesta data a minha separação efectiva do P.S.D. que se vai acabar por concretizar cerca de 3 anos amis tarde, em virtude do desvirtuamento do P.S.D. e também da minha opção pessoal e politica pelo projecto proposto à data pelo Dr. Manuel Monteiro no então ainda C.D.S., no qual me vim a filiar e a ser seu dirigente e candidato a Deputado à Assembleia Nacional pelo Circulo de Setúbal, tál como já acontecera pelo P.S.D. em 1991.
Copia da carta do P.S.D. livre para total consulta em:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/default.aspx
José João Massapina Antunes da Silva
Urbanização da Quinta dos Loios
Rua Salgueiro Maia nº 11 - 2º D
Lavradio 2830 Barreiro
Telef. 2020968
Militante nº 150403408
Exmº Senhor
Presidente
Mesa da Assembleia de Secção
do Barreiro
Partido Social Democrata
Rua Miguel Pais nº 39
2830 Barreiro
Barreiro, 23 de Setembro de 1994
Assunto: Assembleia de Secção - Conselho Consultivo Autárquico
Solicito desde já ao Exmº Senhor Presidente da Mesa da Assembleia de Secção do Barreiro do Partido Social Democrata, que faça publico conhecimento do teor desta minha carta aos Militantes presentes na Assembleia de Secção do Barreiro do P.S.D. de hoje, o que desde já muito agradeço.
Por motivo de reunião da Comissão de Meio Ambiente, Obras e Serviços Públicos, da Assembleia Municipal do Barreiro, à qual presido, e que decorre no mesmo momento desta Assembleia de Secção, não irei estar presente.
Não posso no entanto deixar de manifestar publicamente algumas questões que se mostram de importancia significativa no relacionamento de e com o P.S.D. do Barreiro.
Desta forma passo a expor o seguinte:
1º Tomei conhecimento, por manifesta sorte; e por via de telefonema efectuado ao Exmº Sr. Presidente da Mesa desta Assembleia de Secção, de que hoje se realizaria uma Assembleia de Secção, nada obriga a enviar convocatória aos Militantes, no entanto acho bastante estranha e curiosa a atitude da C.P.S. do Barreiro ao enviar uma carta, da qual envio cópia anexa, e que recebi ontem mesmo também, e que não me seja indicado no conteudo da mesma ou por convocatória anexa a data da realização da Assembleia, que inclusivamente a mesma faz referencia.
O objectivo do envio da referida correspondencia não tem no meu entendimento nada que vêr com os objectivos indicados na mesma, pois se fosse do interesse da C.P.S. do Barreiro a minha presença, teriam comunicado qual a data da referida reunião, o que como indiquei anteriormente não aconteceu.
2º Foi também com surpresa que recebi a referida carta, uma vez que desde a data da realização das Eleições Autarquicas mais nenhuma comunicação/correspondencia da Secção chegou ás minhas mãos, embora tenha conhecimento por vias externas da realização de algumas reuniões??? de e para Autarcas.
3º Até esta data continuo a aguardar a cobrança das quotas referentes ao corrente ano, eu e largo grupo de Militantes.
Estou desta forma certo da actual boa saude financeira da Secção. A cobrança pela Nacional das quotas pode ser uma solução a adoptar, por forma a regularizar a situação em falta, devido à inoperancia da Secção.
4º Fui eleito nas listas do P.S.D., para a Assembleia Municipal do Barreiro, não me demiti, nem tenciono vir a efectuar essa manobra, tenho cumprido o meu mandato de forma correcta. De tal forma correcta que a própria Secção Concelhia nem quer saber o que acontece nas reuniões da Assembleia Municipal ou nas respectivas Comissões ou qual a actividade desenvolvida para além destas situações.
Nenhuma tomada de posição ou directriz foi até agora transmitida pelo P.S.D. local à minha pessoa com relação a posições a tomar com respeito a este ou aquele assunto. Como Social-Democrata, e uma vez que não existe Coordenação da C.P.S. tenho tomado as posições em consciência, e mantenho-me tranquilo quanto a isso. Exemplo disso foram as eleições para a Area Metropolitana de Lisboa, onde não foi comunicada qualquer posição, e pior ainda, o Barreiro não contou na lista candidata do P.S.D. com nenhum candidato, quando por todos é sabido que o Autarca Francisco Mendes Costa, candidato a Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro nas últimas eleições, é elemento profundamente conhecedor das questões autarquicas e em especial do Concelho do Barreiro.
Muitas mais questões deveria colocar, deixo para melhor oportunidade, no entanto quero ainda alertar para a perda de influencia que a Secção do Barreiro tem vindo a conquistar, claro sem esforço, por parte dos seus ainda resistentes e esforçados dirigentes actuais.
Considerando as atitudes e posições de alguns sobreviventes da C.P.S. eleita à cerca de um ano, e da qual fui seu Vice-Presidente, não consigo entender como a falta de vergonha de alguns desses elementos permite que tenham ainda no pensamento a noção de que representam o P.S.D. no Barreiro enquanto Partido.
Os resultados das últimas Eleições Europeias, a campanha eleitoral não desenvolvida, a postura do Partido face à Sociedade, são imagens da situação doentia a que chegou o P.S.D. do Barreiro, e que a um ano de eleições importantes para o futuro do País e do Partido importa analisar e resolver a curto prazo no Concelho do Barreiro.
O P.S.D. não pode perder no Concelho do Barreiro o espaço politico conquistado ao longo dos anos, e agora esbanjado em meia duzia de meeses devido à incapacidade politica de alguns e à ambição desmedida de outros.
A reflexão deve ser uma base para se lançar o projecto para o futuro do P.S.D. do Barreiro.
Repensar o Partido que temos hoje e que queremos para amanhã!
Saudações Social Democratas
José João Massapina Antunes da Silva
POLEMICA COM FERREIRA FERNANDES
Carta resposta enviada ao Director do Diário de Noticias, sobre um artigo do Jornalista Ferreira Fernandes, publicado naquele Orgão de Comunicação Social no dia 11 de Maio de 1995, e que ficara disponivel para consulta no local:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/default.aspx
José João Massapina Antunes da Silva
Urbanização Quinta dos Loios, rua 2, nº 11 - 4º Dtº
Lavradio 2830 Barreiro
Exmº Senhor
Director
Diário de Noticias
Avª da Liberdade, 266
1256 LISBOA CODEX
ASSUNTO: Carta ao Director sobre o Artigo/Crónica - "Estádio: Onde Assassinar não é crime"
Solicito ao Exmº Sr. Director, deste prestigiado Orgão de Comunicação Social, a publicação desta minha carta/resposta ao artigo/crónica do Sr. Ferreira Fernandes, publicada na vossa edição do passado dia 11 de Maio de 1995, na sua página 12, como artigo de opinião. (de que anexo cópia, conjuntamente com a minha identificação por via de Bilhete de Identidade)
Esta solicitação tem que vêr com a forma e conteudo que encontrei na construção desse artigo e com o qual me considero totalmente em desacordo e, ao mesmo tempo nesmo ofendido na minha qualidade de cidadão deste País, tanto pela linguagem utilizada como pelo seu sentido em relação aos jovens deste nosso País.
Desde já grato pela atenção dispensada, junto envio os meus melhores cumprimentos.
Lisboa/Barreiro, 12 de Maio de 1995
(José João Massapina Antunes da Silva)
ESTADIO: ONDE ASSASSINAR NÃO É CRIME
Li com imenso interesse o artigo/crónica - "estádio: Onde Assassinar não é crime" - retive cada passagem, cada paragrafo do seu conteudo, tendo concluido do seu contexto que o crónista apenas tentou combater a trágica situação ocorrida no Estádio José Alvalade em Lisboa, antes do último desafio de futebol Sporting-Porto com um conjunto de "alegorias" e outras figuras de estilo, como ele próprio afirmou.
Resumiu toda a ocorrência, e tudo quanto para ela concorre na nossa sociedade actual, com a atitude de "merda de uns pais" e ao facto de um bando de jovens, a nossa juventude, os nossos homens de amanhã, terem cometido um assassinio.
Esqueceu por certo esse Sr. a sua juventude?
O que fazia nessa altura?
Ia talvés aos ninhos e saltava à corda ou jogava à macaca ou à cabra cega!
Os jovens são por natureza irreverentes, mas generosos, já o Padre Américo dizia não haver rapazes maus!
Viveu por certo a sua juventude dentro de uma farda da Mocidade Portuguesa, recebendo boas maneiras e preparando as carnes para os canhões em Africa?
Não creia que qualquer jovem se atira, ou atira os seus Companheiros e Amigos, de uma altura de cerca de 2 metros, por puro prazer ou por ódio.
Enganou-se na crónica, deveria escrever sobre os choques entre as claques ou em quem ateia fogo a automoveis e, ou papeleiras, quem parte montras, quem vende e consome droga, quem, quem...
Tenho 33 anos, não pertenço nem nunca pertenci a nenhuma claque de apoiantes organizada, tenho claro a minha simpatia clubistica, e já assisti a muitas dezenas de jogos de futebol, mas ainda assim me considero jovem.
E com esta idade, 33 anos, senti-me ofendido como cidadão deste País, ao ler a sua crónica, em que todos os jovens são metidos no mesmo saco; de Mafiosos, Violentos, Destrambelhados e outros adjectivos utilizados directa e indirectamente.
Ao lêr a sua crónica conclui-se um combate da violencia geral com violencia verbal, chego mesmo a vêr odio aos jovens nas suas palavras.
Fico com a sensação de que tenho pela frente um artigo escrito por alguém que ou nunca foi jovem, ou então viveu uma juventude frustrada.
Com esta sua peça em vez de moderar ou providenciar uma nova visão cultural e social para a juventude deste País, apenas condena de uma forma crua e seca quem não deve ser condenado mas sim ensinado, ajudado em termos de construção de um futuro diferente da realidade actual.
Prestou assim na minha "modesta" opinião um mau serviço à causa da construção e emancipação dos homens do futuro, com esta sua simples crónica da violência pela violência.
Ora bolas Sr. Ferreira Fernandes, com estas suas opiniões, que "merda" de pedagogo e pai, você me saiu...!
João Massapina (Barreiro)
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/default.aspx
José João Massapina Antunes da Silva
Urbanização Quinta dos Loios, rua 2, nº 11 - 4º Dtº
Lavradio 2830 Barreiro
Exmº Senhor
Director
Diário de Noticias
Avª da Liberdade, 266
1256 LISBOA CODEX
ASSUNTO: Carta ao Director sobre o Artigo/Crónica - "Estádio: Onde Assassinar não é crime"
Solicito ao Exmº Sr. Director, deste prestigiado Orgão de Comunicação Social, a publicação desta minha carta/resposta ao artigo/crónica do Sr. Ferreira Fernandes, publicada na vossa edição do passado dia 11 de Maio de 1995, na sua página 12, como artigo de opinião. (de que anexo cópia, conjuntamente com a minha identificação por via de Bilhete de Identidade)
Esta solicitação tem que vêr com a forma e conteudo que encontrei na construção desse artigo e com o qual me considero totalmente em desacordo e, ao mesmo tempo nesmo ofendido na minha qualidade de cidadão deste País, tanto pela linguagem utilizada como pelo seu sentido em relação aos jovens deste nosso País.
Desde já grato pela atenção dispensada, junto envio os meus melhores cumprimentos.
Lisboa/Barreiro, 12 de Maio de 1995
(José João Massapina Antunes da Silva)
ESTADIO: ONDE ASSASSINAR NÃO É CRIME
Li com imenso interesse o artigo/crónica - "estádio: Onde Assassinar não é crime" - retive cada passagem, cada paragrafo do seu conteudo, tendo concluido do seu contexto que o crónista apenas tentou combater a trágica situação ocorrida no Estádio José Alvalade em Lisboa, antes do último desafio de futebol Sporting-Porto com um conjunto de "alegorias" e outras figuras de estilo, como ele próprio afirmou.
Resumiu toda a ocorrência, e tudo quanto para ela concorre na nossa sociedade actual, com a atitude de "merda de uns pais" e ao facto de um bando de jovens, a nossa juventude, os nossos homens de amanhã, terem cometido um assassinio.
Esqueceu por certo esse Sr. a sua juventude?
O que fazia nessa altura?
Ia talvés aos ninhos e saltava à corda ou jogava à macaca ou à cabra cega!
Os jovens são por natureza irreverentes, mas generosos, já o Padre Américo dizia não haver rapazes maus!
Viveu por certo a sua juventude dentro de uma farda da Mocidade Portuguesa, recebendo boas maneiras e preparando as carnes para os canhões em Africa?
Não creia que qualquer jovem se atira, ou atira os seus Companheiros e Amigos, de uma altura de cerca de 2 metros, por puro prazer ou por ódio.
Enganou-se na crónica, deveria escrever sobre os choques entre as claques ou em quem ateia fogo a automoveis e, ou papeleiras, quem parte montras, quem vende e consome droga, quem, quem...
Tenho 33 anos, não pertenço nem nunca pertenci a nenhuma claque de apoiantes organizada, tenho claro a minha simpatia clubistica, e já assisti a muitas dezenas de jogos de futebol, mas ainda assim me considero jovem.
E com esta idade, 33 anos, senti-me ofendido como cidadão deste País, ao ler a sua crónica, em que todos os jovens são metidos no mesmo saco; de Mafiosos, Violentos, Destrambelhados e outros adjectivos utilizados directa e indirectamente.
Ao lêr a sua crónica conclui-se um combate da violencia geral com violencia verbal, chego mesmo a vêr odio aos jovens nas suas palavras.
Fico com a sensação de que tenho pela frente um artigo escrito por alguém que ou nunca foi jovem, ou então viveu uma juventude frustrada.
Com esta sua peça em vez de moderar ou providenciar uma nova visão cultural e social para a juventude deste País, apenas condena de uma forma crua e seca quem não deve ser condenado mas sim ensinado, ajudado em termos de construção de um futuro diferente da realidade actual.
Prestou assim na minha "modesta" opinião um mau serviço à causa da construção e emancipação dos homens do futuro, com esta sua simples crónica da violência pela violência.
Ora bolas Sr. Ferreira Fernandes, com estas suas opiniões, que "merda" de pedagogo e pai, você me saiu...!
João Massapina (Barreiro)
COMISSÃO POLITICA DO P.S.D.BARREIRO, UM NINHO DE JOGADAS PALACIANAS À BOA MANEIRA DOS "PADRINHOS..."
A tomada de posição, em relação ao Vereador Clarimundo Pereira, da Comissão Politica Concelhia do Barreiro da Juventude Social Democrata, por mim presidida, mereceu a defesa ao respectivo Vereador por parte da Comissão Politica de Secção do P.S.D. do Barreiro, e outra coisa não seria de esperar, face ao jogo de ligações pessoais que existiam naquela época.
Instauraram um Processo Disciplinar pessoal, mas erraram o destinatário, uma vez que a tomada de posição não era só minha mas sim de todo o Orgão Colegial, e por outro lado desconheciam os Estatutos e, também o facto, de que eu próprio meses antes, já mandara instaurar um Processo Disciplinar aos Responsáveis da Concelhia, pelo constante desatino dirigente da Concelhia do Partido no Barreiro.
O Processo Disciplinar foi ganho por mim, e pela C.P. da J.S.D. em toda a linha, e a Comissão Politica Concelhia do Barreiro da J.S.D. saiu altamente reforçada e prestigiada com esta vitoria.
Para que não restem duvidas, todo o processo, com os documentos originais, que até hoje ainda conservo em meu poder, vai em breve estar disponivel para consulta em:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/default.aspx
Paralelamente a Juventude Social Democrata descobriu uma serie de "falcatruas" que levavam todas a direcção de origem do P.S.D. do Barreiro, e de alguns dos seus integrantes. [
Nessa época o P.S.D. era liderado numa primeira fase pelo ilustre Dr. Fernando Silva, à data (alcolatra incorrigivel) mas que felizmente se veio a salvar desse terrivel vicio de forma total, e com quem passei posteriormente a manter um bom relacionamento pessoal, mas para com quem mantive sempre muitas reservas em termos politicos, nomeadamente da sua liberdade de pensamento.
Posteriormente o P.S.D. do Barreiro passou a ser liderado pelo Sr. João Monteiro, que era funcionário dos C.T.T., por via de colocação politica, e não querendo de forma alguma discutir os seus meritos ou demeritos profissionais, mas não posso deixar de referir que a sua colocação foi organizada pela figura que realmente comandava os destinos do P.S.D. do Barreiro o Sr. Francisco Mendes Costa, que apadrinhava politicamente um serie de figuras, em troca de obediencia cega aos seus projectos politicos e pessoais. Neste grupo podiam incluir-se, entre outros, figuras como Fernando Silva, João Monteiro, Fernando Cruz, Humberto Gorjão, Pinto Monteiro, Eduardo Xavier (pai), Marlene Abrantes, Valentim, Carlos Couto, Gonçalo Rego, e todos eles estavam de alguma forma dependentes de Francisco Mendes Costa por alguma razão de necessidade pessoal.
Por exemplo Fernando Cruz necessitava de apoios para sua de Madeiras, que se encontrava numa situação de insolvencia financeira, que anos mais tarde levou à sua extinção, e que naquele momento necessitava de apoios por via de fundos estruturais, que eram negociados no Centro de Emprego do Barreiro, comandado naquela época por outro apaniguado de Franco Mendes Costa, tratava-se de Barbosa, mais um (Alcolatra) que mais tarde se conseguiu libertar desse terivel vicio, e que ocupava o lugar por nomeação politica do P.S.D. muito embora não fosse capacitado curricularmente para o cargo, o que levou anos mais tarde ao seu posicionamento no cargo profissional de acordo com as suas reais capacidades.
Saliento que o unico lugar de nomeação politica que exerci foi no Centro de Emprego do Barreiro, por influencia directa de Francisco Mendes Costa que ali colocou 4 elementos da Juventude Social Democrata, por diversas razões, a saber: Eu por ser o Presidente da J.S.D. local. o Carlos Couto por ter feito o papel de lebre para o P.S.D. numas eleições da J.S.D. que veio a perder para mim, Noelia Trindade que é da familia de uma dirigente de um Centro Social em Coina, e que era militante e membro da C.P.S. do P.S.D. do barreiro e apoiante indefectivel de Francisco Mendes Costa e ainda Rui Vilela, filho de um ex-dirigente do P.S.D., o Engº Vilela.
Ao exercer esse cargo de Coordenação tive realmente a primeira confirmação de que no Barreiro politicamente tudo girava em termos de apoios, conhecimentos e inflencia directa deste ou daquele dirigente, e o Centro de Emprego do Barreiro, funcionava nessa época um pouco como Centro de Emprego e apoios Financeiros a Empresas do Partido Social Democrata, bastava uma passagem pela noite na Sede Concelhia, uma conversinha bem aviada e lá seguia um bilhetinho para no dia seguinte se dirigir ao Barbosa para obter o que procurava, fosse colocação ou apooio financeiro.
Ou seja quem era da cor tinha muito mais acessos, e previlegios na obtenção de facilidades, basta para confirmação consultar os diversos projectos existentes naquele anos de 1987 e 1988, para se ter uma noção exacta para quem eram dirigidos na sua larga maioria, chegando ao cumulo de Restaurantes propriedade de Militantes terem apoios para colocar alguém, e no final do projecto a pessoa não ficava colocada mas o interessado tinha recebido o apoio obviamente com o Estado a pagar. Por exemplo quantos pseudo-funcionários estiveram colocados na Casa dos Rapazes, no Centro de Dia de Coina, no Centro de Acção Social de Palhias e em muitos outros locais de forte influencia à época do P.S.D., eram mais do que muitos, e no final quantos lá ficaram colocados? Praticamente ninguém!
Pergunte-se por exemplo a um actual dirigente dos Bombeiros, que é militante do P.S.D. e proprietário de um Restaurante próximo das Oficinais da CP, quantos empregados ficram a trabalhar para si no final dos projectos de que beneficiou? Que eu saiba ninguém!
Hoje o P.S.D. joga realmente nas colocações pessoais de militantes como dirigentes nas duas Corporações de Bombeiros do Barreiro. Uma boa estrategia para talvez apagar alguns fogos...
As investigações da J.S.D. comprovaram que existiam naquela época grandes jogadas de interesses e "falcatruas" na "Casa dos Rapazes" do Barreiro, dirigida pelo Padre Azevedo, relativamente ao funcionamento de Cursos de Formação Profissional, como pode ser comprovado por documentos que vão também estar ao vosso total dispor na mesma morada de consulta da sol.sapo.pt., indicada acima.
Ao mesmo tempo surge a ligação da "Rádio Margem Sul" e do "Centro de Acção Social de Palhais" em todo o processo, por escala de influencias.
Todos os responsáveis da época estavam directa ou indirectamente ligados ao P.S.D. e em especial a João Monteiro e por analôgia a Francisco Mendes Costa, por laços de confiança politica e de fortes amizades pessoais, como se pode constatar pelos documentos agora divulgados na mesma morada de consulta.
Por outro lado ao mesmo tempo corria um processo litigioso por parte do Construtor Civil Américo Mogueira, que construiu as instalações do Centro de Acção Social de Palhais e ao mesmo tempo a residencia do seu Presidente, o Sr. Valentim, militante do P.S.D., e visita diára da Sede Concelhia, porquanto existiam avultadas dividas,de verbas que foram disponibilizadas por Irene Aleixo à data Presidente do Centro Regional de Segurança Social de Setúbal e depois Governadora Civil de Setúbal, nomeada pelo P.S.D., e com fortes ligações politicas ao chamado grupo Mendes Costa.
Existiam uma série de fortes indicios de sub-facturação no custo da obra das instalações do Centro de Acção Social de Palhais, e o facto ainda mais estranho de ter sido o mesmo construtor e na mesma época a edificar a residencia do Presidente do CASP, o que no minimo era muito estranho e alvo de fortes suspeitas de dualidade de distribuição de verbas e materiais.
O meu bom amigo, Solicitador António Caboz Gonçalves, figura do Partido Socialista do Barreiro, e ex-militante e activista da extrema-esquerda, era à data o representante do Construtor Civil no litigio que este mantinha para receber as verbas em atraso, e tinha em seu poder documentação variada, que segundo se gabava publicamente era muito comprometedora para algumas altas figuras do P.S.D., mas até hoje não se consegiu entender nunca a razão porque nunca foram utilizadas essas provas tão comprometedoras como realmente deveria ter acontecido.
Existia sempre a suspeita de que mantinha estes dados impossiveis de serem divulgados para colocar a nú certas verdades, em virtude de alguma "chantagem" feita por algumas personalidades, em troca de calar algumas aventuras de juventude... lá para as bandas do famoso "Moinho do Jim" e em outros locais. Segundo publicamente diziam algumas dessas aventuras estenderam-se muito para além da Juventude.
Muito engraçada era a ligação que mantinha com um antigo seu Socio, com quem compartilhava profissionalmente um espaço de gabinetes num escritório, e que curiosamente era Militante do P.S.D.. Marcus veio a falecer detido por trafico e consumo de drogas, por certo era profundo conhecedor deste assunto, para além de alguns jornalistas e artistas locais, amigos comuns que por mais de uma vez me voltaram a referir essas alegadas suspeitas de aventuras e da necessidade de não poder avançar muito na divulgação de determinda materia referente à construção do CASP e do destino das verbas envolvidas.
Por outro lado um Jornalista seguiu um dia uma pista sobre um determinado assunto, e a saida foi o local do escritorio desse Solicitador e do Arquitecto/Desenhador entretanto falecido, que ficava situado num ultimo andar de um predio numa rua nobre do Barreiro, usufruindo inclusivamente do andar superior/cobertura, que muitos falavam estar ilegal em termos de construção.
Por minha influencia pessoal, nunca essa materia veio a tornar-se publicável, e esse Jornalista, ainda viva, até hoje guardou segredo total, sobre o ocorrido com essa investigação, não podendo eu confirmar se o tragico destino pessoal de Marcus possa ter tido alguma origem em informação prestada por ela e pelo habitual fotografo prestada em algum juizo, uma vez que bastantes vezes os Jornalistas são chamados a esclarecer alguma situação dubia, e muito embora exista um sigilo profissional existem algumas situações para as quais esse sigilo não pode ser mantido.
Por outro lado a Rádio Margem Sul era dominada pelo P.S.D. atráves do seu Director Gonçalo Rego, militante do P.S.D. e também apoiante incondicional de Francisco Mendes Costa e de João Monteiro, que utilizavam aquele estação emissora como bem queriam em termos de divulgação pessoal e politica.
No meio de toda esta embrulhada surge o Padre Azevedo e o seu ajudante e sacristão, Barata, que mais tarde foi utilizado por João Monteiro e pelo P.S.D. como candidato cabeça de lista à Junta de Freguesia de Santo André.
De salientar que para além de todos estarem de uma forma directa ou indirecta ligados aos assuntos - Casa dos Rapazes/Cursos de Formação Profissional - Rádio Margem Sul/Centro de Acção Social de Palhais - Verbas/Sub-facturação/Centro Regional de Segurança Social de Setúbal/Governo Civil de Setúbal/Irene Aleixo estavam todos ligados ao P.S.D. do Barreiro.
O P.S.D. no Barreiro daquela época poderia e deveria ter sabido aproveitar muito melhor todas as ajudas directas e indirectas do Governo Central para se posicionar como Partido alternatiovo ao P.C.P., como veio a acontecer anos mais tarde com o P.S., mas lamentávelmente algumas pessoas lutaram mais por interesses pessoais do que pelo colectivo.
E o resultado, passados todos estes anos, está bem à vista!
Todos os processos instaurados naquela época à minha pessoa e à Juventude Social Democrata, tiveram uma vitoria clara, só lamento que alguns continuem a lucrar pessoalmente com algumas "falcatruas" e "badernices" para as quais se serviram à época do bom nome e influencia do P.S.D. e dos cargos que ocupavam, mas do P.S.D. e da J.S.D. e de algumas das suas figuras tenho ainda mais para contar! Muito mais!!!
Instauraram um Processo Disciplinar pessoal, mas erraram o destinatário, uma vez que a tomada de posição não era só minha mas sim de todo o Orgão Colegial, e por outro lado desconheciam os Estatutos e, também o facto, de que eu próprio meses antes, já mandara instaurar um Processo Disciplinar aos Responsáveis da Concelhia, pelo constante desatino dirigente da Concelhia do Partido no Barreiro.
O Processo Disciplinar foi ganho por mim, e pela C.P. da J.S.D. em toda a linha, e a Comissão Politica Concelhia do Barreiro da J.S.D. saiu altamente reforçada e prestigiada com esta vitoria.
Para que não restem duvidas, todo o processo, com os documentos originais, que até hoje ainda conservo em meu poder, vai em breve estar disponivel para consulta em:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/default.aspx
Paralelamente a Juventude Social Democrata descobriu uma serie de "falcatruas" que levavam todas a direcção de origem do P.S.D. do Barreiro, e de alguns dos seus integrantes. [
Nessa época o P.S.D. era liderado numa primeira fase pelo ilustre Dr. Fernando Silva, à data (alcolatra incorrigivel) mas que felizmente se veio a salvar desse terrivel vicio de forma total, e com quem passei posteriormente a manter um bom relacionamento pessoal, mas para com quem mantive sempre muitas reservas em termos politicos, nomeadamente da sua liberdade de pensamento.
Posteriormente o P.S.D. do Barreiro passou a ser liderado pelo Sr. João Monteiro, que era funcionário dos C.T.T., por via de colocação politica, e não querendo de forma alguma discutir os seus meritos ou demeritos profissionais, mas não posso deixar de referir que a sua colocação foi organizada pela figura que realmente comandava os destinos do P.S.D. do Barreiro o Sr. Francisco Mendes Costa, que apadrinhava politicamente um serie de figuras, em troca de obediencia cega aos seus projectos politicos e pessoais. Neste grupo podiam incluir-se, entre outros, figuras como Fernando Silva, João Monteiro, Fernando Cruz, Humberto Gorjão, Pinto Monteiro, Eduardo Xavier (pai), Marlene Abrantes, Valentim, Carlos Couto, Gonçalo Rego, e todos eles estavam de alguma forma dependentes de Francisco Mendes Costa por alguma razão de necessidade pessoal.
Por exemplo Fernando Cruz necessitava de apoios para sua de Madeiras, que se encontrava numa situação de insolvencia financeira, que anos mais tarde levou à sua extinção, e que naquele momento necessitava de apoios por via de fundos estruturais, que eram negociados no Centro de Emprego do Barreiro, comandado naquela época por outro apaniguado de Franco Mendes Costa, tratava-se de Barbosa, mais um (Alcolatra) que mais tarde se conseguiu libertar desse terivel vicio, e que ocupava o lugar por nomeação politica do P.S.D. muito embora não fosse capacitado curricularmente para o cargo, o que levou anos mais tarde ao seu posicionamento no cargo profissional de acordo com as suas reais capacidades.
Saliento que o unico lugar de nomeação politica que exerci foi no Centro de Emprego do Barreiro, por influencia directa de Francisco Mendes Costa que ali colocou 4 elementos da Juventude Social Democrata, por diversas razões, a saber: Eu por ser o Presidente da J.S.D. local. o Carlos Couto por ter feito o papel de lebre para o P.S.D. numas eleições da J.S.D. que veio a perder para mim, Noelia Trindade que é da familia de uma dirigente de um Centro Social em Coina, e que era militante e membro da C.P.S. do P.S.D. do barreiro e apoiante indefectivel de Francisco Mendes Costa e ainda Rui Vilela, filho de um ex-dirigente do P.S.D., o Engº Vilela.
Ao exercer esse cargo de Coordenação tive realmente a primeira confirmação de que no Barreiro politicamente tudo girava em termos de apoios, conhecimentos e inflencia directa deste ou daquele dirigente, e o Centro de Emprego do Barreiro, funcionava nessa época um pouco como Centro de Emprego e apoios Financeiros a Empresas do Partido Social Democrata, bastava uma passagem pela noite na Sede Concelhia, uma conversinha bem aviada e lá seguia um bilhetinho para no dia seguinte se dirigir ao Barbosa para obter o que procurava, fosse colocação ou apooio financeiro.
Ou seja quem era da cor tinha muito mais acessos, e previlegios na obtenção de facilidades, basta para confirmação consultar os diversos projectos existentes naquele anos de 1987 e 1988, para se ter uma noção exacta para quem eram dirigidos na sua larga maioria, chegando ao cumulo de Restaurantes propriedade de Militantes terem apoios para colocar alguém, e no final do projecto a pessoa não ficava colocada mas o interessado tinha recebido o apoio obviamente com o Estado a pagar. Por exemplo quantos pseudo-funcionários estiveram colocados na Casa dos Rapazes, no Centro de Dia de Coina, no Centro de Acção Social de Palhias e em muitos outros locais de forte influencia à época do P.S.D., eram mais do que muitos, e no final quantos lá ficaram colocados? Praticamente ninguém!
Pergunte-se por exemplo a um actual dirigente dos Bombeiros, que é militante do P.S.D. e proprietário de um Restaurante próximo das Oficinais da CP, quantos empregados ficram a trabalhar para si no final dos projectos de que beneficiou? Que eu saiba ninguém!
Hoje o P.S.D. joga realmente nas colocações pessoais de militantes como dirigentes nas duas Corporações de Bombeiros do Barreiro. Uma boa estrategia para talvez apagar alguns fogos...
As investigações da J.S.D. comprovaram que existiam naquela época grandes jogadas de interesses e "falcatruas" na "Casa dos Rapazes" do Barreiro, dirigida pelo Padre Azevedo, relativamente ao funcionamento de Cursos de Formação Profissional, como pode ser comprovado por documentos que vão também estar ao vosso total dispor na mesma morada de consulta da sol.sapo.pt., indicada acima.
Ao mesmo tempo surge a ligação da "Rádio Margem Sul" e do "Centro de Acção Social de Palhais" em todo o processo, por escala de influencias.
Todos os responsáveis da época estavam directa ou indirectamente ligados ao P.S.D. e em especial a João Monteiro e por analôgia a Francisco Mendes Costa, por laços de confiança politica e de fortes amizades pessoais, como se pode constatar pelos documentos agora divulgados na mesma morada de consulta.
Por outro lado ao mesmo tempo corria um processo litigioso por parte do Construtor Civil Américo Mogueira, que construiu as instalações do Centro de Acção Social de Palhais e ao mesmo tempo a residencia do seu Presidente, o Sr. Valentim, militante do P.S.D., e visita diára da Sede Concelhia, porquanto existiam avultadas dividas,de verbas que foram disponibilizadas por Irene Aleixo à data Presidente do Centro Regional de Segurança Social de Setúbal e depois Governadora Civil de Setúbal, nomeada pelo P.S.D., e com fortes ligações politicas ao chamado grupo Mendes Costa.
Existiam uma série de fortes indicios de sub-facturação no custo da obra das instalações do Centro de Acção Social de Palhais, e o facto ainda mais estranho de ter sido o mesmo construtor e na mesma época a edificar a residencia do Presidente do CASP, o que no minimo era muito estranho e alvo de fortes suspeitas de dualidade de distribuição de verbas e materiais.
O meu bom amigo, Solicitador António Caboz Gonçalves, figura do Partido Socialista do Barreiro, e ex-militante e activista da extrema-esquerda, era à data o representante do Construtor Civil no litigio que este mantinha para receber as verbas em atraso, e tinha em seu poder documentação variada, que segundo se gabava publicamente era muito comprometedora para algumas altas figuras do P.S.D., mas até hoje não se consegiu entender nunca a razão porque nunca foram utilizadas essas provas tão comprometedoras como realmente deveria ter acontecido.
Existia sempre a suspeita de que mantinha estes dados impossiveis de serem divulgados para colocar a nú certas verdades, em virtude de alguma "chantagem" feita por algumas personalidades, em troca de calar algumas aventuras de juventude... lá para as bandas do famoso "Moinho do Jim" e em outros locais. Segundo publicamente diziam algumas dessas aventuras estenderam-se muito para além da Juventude.
Muito engraçada era a ligação que mantinha com um antigo seu Socio, com quem compartilhava profissionalmente um espaço de gabinetes num escritório, e que curiosamente era Militante do P.S.D.. Marcus veio a falecer detido por trafico e consumo de drogas, por certo era profundo conhecedor deste assunto, para além de alguns jornalistas e artistas locais, amigos comuns que por mais de uma vez me voltaram a referir essas alegadas suspeitas de aventuras e da necessidade de não poder avançar muito na divulgação de determinda materia referente à construção do CASP e do destino das verbas envolvidas.
Por outro lado um Jornalista seguiu um dia uma pista sobre um determinado assunto, e a saida foi o local do escritorio desse Solicitador e do Arquitecto/Desenhador entretanto falecido, que ficava situado num ultimo andar de um predio numa rua nobre do Barreiro, usufruindo inclusivamente do andar superior/cobertura, que muitos falavam estar ilegal em termos de construção.
Por minha influencia pessoal, nunca essa materia veio a tornar-se publicável, e esse Jornalista, ainda viva, até hoje guardou segredo total, sobre o ocorrido com essa investigação, não podendo eu confirmar se o tragico destino pessoal de Marcus possa ter tido alguma origem em informação prestada por ela e pelo habitual fotografo prestada em algum juizo, uma vez que bastantes vezes os Jornalistas são chamados a esclarecer alguma situação dubia, e muito embora exista um sigilo profissional existem algumas situações para as quais esse sigilo não pode ser mantido.
Por outro lado a Rádio Margem Sul era dominada pelo P.S.D. atráves do seu Director Gonçalo Rego, militante do P.S.D. e também apoiante incondicional de Francisco Mendes Costa e de João Monteiro, que utilizavam aquele estação emissora como bem queriam em termos de divulgação pessoal e politica.
No meio de toda esta embrulhada surge o Padre Azevedo e o seu ajudante e sacristão, Barata, que mais tarde foi utilizado por João Monteiro e pelo P.S.D. como candidato cabeça de lista à Junta de Freguesia de Santo André.
De salientar que para além de todos estarem de uma forma directa ou indirecta ligados aos assuntos - Casa dos Rapazes/Cursos de Formação Profissional - Rádio Margem Sul/Centro de Acção Social de Palhais - Verbas/Sub-facturação/Centro Regional de Segurança Social de Setúbal/Governo Civil de Setúbal/Irene Aleixo estavam todos ligados ao P.S.D. do Barreiro.
O P.S.D. no Barreiro daquela época poderia e deveria ter sabido aproveitar muito melhor todas as ajudas directas e indirectas do Governo Central para se posicionar como Partido alternatiovo ao P.C.P., como veio a acontecer anos mais tarde com o P.S., mas lamentávelmente algumas pessoas lutaram mais por interesses pessoais do que pelo colectivo.
E o resultado, passados todos estes anos, está bem à vista!
Todos os processos instaurados naquela época à minha pessoa e à Juventude Social Democrata, tiveram uma vitoria clara, só lamento que alguns continuem a lucrar pessoalmente com algumas "falcatruas" e "badernices" para as quais se serviram à época do bom nome e influencia do P.S.D. e dos cargos que ocupavam, mas do P.S.D. e da J.S.D. e de algumas das suas figuras tenho ainda mais para contar! Muito mais!!!
sábado, 2 de junho de 2007
CARTA A ANA PAULA DIONISIO - DIRIGENTE DA JSD DO SEIXAL
Enquanto dirigente da Distrital de Setúbal da J.S.D., com o Pelouro da Organização e Implantação, recebi uma carta insultuosa e pretenciosa da Srª D. Ana Paula Dionisio, dirigente da J.S.D. do Concelho do Seixal, que sem me conhecer ainda muito bem e como era oposição habitual às Comissões Politicas Distritais dirigidas pelo meu bom Amigo Nuno Miguel Salgueiro Silvestre, decidiu levar o todo pela parte, e realmente eu não me mostrei disponivel para aturar certas situações.
Posteriormente essa Senhora decidiu reconsiderar, pediu-me desculpa, e inclusivamente passou a apoiar o meu trabalho politico e do próprio Nuno Silvestre, tendo acabado amigos.
Juventude Social Democrata
Comissão Politica Distrital de Setúbal
Apartado 75
2801 Almada Codex
Data: 88/10/19
ASSUNTO: Resposta à carta sob referência Sx. J. 11/88
Exmª Senhora
ANA PAULA DIONISIO
Presidente da Comissão Politica Concelhia do Seixal
Juventude Social Democrata
Correr de Água
Seixal
Recebida e analisada a sua carta de 17 do corrente, sob a referência Sx. J. 11/88, ao longo da qual fiquei muito favorávelmente surpeendido com a sua escrita marcadamente "VARONIL".
Como sempre me pautei pelo bom senso e nunca gostei de deixar ninguém curioso nem eternamente à espera de um pouco de atenção; remeto-lhe hoje mesmo esta minha carta com a certeza plena de que ao tomar conhecimento da mesma vai consciencializar-se de que tenho razão nesta minha seguinte opinião:
"ASSIM COMO A NATUREZA DEU LIMITES À ESTATURA DE UM HOMEM BEM CONFORMADO, ALÉM DOS QUAIS GERA APENAS GIGANTES OU ANÕES, HÁ TAMBÉM LIMITES À EXTENSÃO QUE TEM, AFIM DE QUE NÃO SEJA MUITO GRANDE PARA PODER SER BEM GOVERNADO, NEM MUITO PEQUENO NO SEU COEFICIENTE DE INTELIGENCIA PARA SE PODER MANTER POR SI PROPRIO, SEM NECESSITAR DE MISTIFICAÇÕES FECUNDADAS EM CÉREBROS QUE FORAM ALVO DE DISPOGÊNESE DEVIDO À CHAMADA "ENCOMENDAÇÃO POLITICA.
ESTE TIPO DE CONVICÇÃO SOBRE A MANEIRA DE ESTAR NA SOCIEDADE DE ALGUMAS PERSONAGENS DA NOSSA VIVENCIA PARTIDÁRIA E SOCIAL, LEVA-ME CONSCIENTEMENTE A POR VEZES SER OBRIGADO INDIRECTA, OU DIRECTAMENTE DE PREFERENCIA, A CONSIDERÁ-LOS MOFINOS".
Passo agora a responder às inumeras qwuestões que levantou na sua depreciadora carta.
O facto de agora se ir publicar o "Juventude Livre" vinca bem a importancia que tem para NÓS o VIII Congresso Nacional da J.S.D. e não o tal "Show Off" que propagandeia nas suas linhas, caso contrário a Companheira não enviaria um Artigo para publicação ainda por cima com a indicação expressa de que espera que seja publicado.
Esqueceu-se porém a Companheira de enviar este ou outro qualquer artigo quando a sua Secção foi contactada para o efeito em Junho passado entre outras vezes...?
- Pretende mesmo o "Show Off" aque diz combater?!...
Se as Secções mostrarem um pouco mais de atenção ao trabalho desenvolvido pela Distrital em vários sectores e em especial prestarem um pouco, por muito pouco que seja, de atenção ao Orgão de Informação Distrital, "Juventude Livre", respondendo aos inumeros apelos à sua colaboração, que tem sido feitos tanto pelo Companheiro e Amigo Fernando Jacob, como por mim, neste ainda curto periodo, em que Coordeno o "Juventude Livre" talvez o mesmo fosse publicado mais vezes.
Quanto à "Comissão criada e tudo!..."; vejo que é perita em FUTUROLOGIA e VIDENCIA TRANSCENDANTAL pois eu próprio desconheço essa Comissão...?
Em relaação ao "DINAMISMO BALOFO..." aliado à "VAIDADE PESSOAL"; fico imensaamente satisfeito que fale em especial em DINAMISMO quando a Secção Concelhia que dirige faz da sua carta para a Área de Animação Politica a 11ª de 1988, o que comprova um grande DINAMISMO em termos de comunicação com a média de 1,25 cartas por mês, no que respeita ao "BALOFO" entendo-o como reforço do seu Dinamismo e consideração em relação ao meu.
Também desconhecia que tinha sido eleito Director do "JUVENTUDE LIVRE", penso mesmo que o próprio Fernando Jacob nunca soube que era Director.
Companheira! Quando aceitei a nomeação foi como COORDENADOR e como sabe o Português é uma lingua muito bonita, EXACTA, CONCRETA e DEFINIDA, e em Português: DIRECTOR é DIRECTOR; COORDENADOR é COORDENAADOR. São as chamadas EXACTIDÕES, sindroma do qual vejo que infelizmente não padece.
As "SESSÕES MAGNAS DE ABORRECIMENTO" confirma totalmente a minha análise inicial; a Companheira dá imensa importancia ao momento mais alto da vida da J.S.D., onde se definem as Linhas Programáticas desta nossa Organização Politica, da qual é Responsável em termos Concelhios e não só. Denota-se da sua análise do Congresso um enorme SENTIDO DE RESPONSABILIDADE ???...
Espero que o Boletim Informativo da Secção do Seixal tenha saido mais do que duas vezes (IIIª Serie) pois caso contrário à dois anos que não se publica (CURIOSO E ANALITICAMENTE COMPROVATIVO DE GRANDE DINAMISMO NA NOVA ERA DO SEIXAL) o que denota isso sim Companheira! A falta do tal dinamismo "BALOFO" no bom sentido, claro!
Caso decidam publicar o Boletim para esta ocasião "MAGNA E ABORRECIDA", fica desde já a saber que lhe será atribuido um subsidio a fundo perdido num valor monetário de 5.000$00 (cinco mil escudos).
Como vê não sou Santo, nem Deus, mas não durmo, PENSO e movimento-me "Com dinamismo Balofo", se assim o entender...
A quando do VII Congresso, e também para satisfazer a sua IRASCIBIL CURIOSIDADE e desfazer mais uma vez a sua VIDENCIA tipo "ZANDINGA, PROFESSOR" quero que tome conhecimento e NOTA PARA NÃO ESQUECER que já nessa altura, 1986, era MILITANTE do J.S.D. e do P.S.D., só que por motivos deontologicos de indole profissional me escusava de exercer quaisquer cargos politicos como o faço hoje, muito embora fosse um Militante activo da minha Secção.
Quanto ao seu Artigo; muito embora não seja um MONUMENTO em termos de actualidade, pertence sem duvida à história da J.S.D., e eu vou publicar o mesmo com todo o prazer.
A sua carta teve a virtude; não de me por a pensar, pois isso é algo que eu faço desde que nasci, mas sim de comprovar que estava certo em relação à minha análise pessoal a seu respeito.
Quanto ás "FERIAS EM TROIA QUE ME VÃO PROPORCIONAR", agradeço todo o seu empenhamento pessoal na parte que diz respeito à minha estadia nessa estancia turistica.
Lembro-lhe no entanto, caso não saiba, que fui eleito pela minha Secção, sufragado Democráticamente por Hunanimidade e Aclamação, o que isto sim é um orgulho pessoal.
Estarei em Troia a representar a minha Secção, o meu Distrito e no fundo "SEM ABORRECIMENTO" esta minha ideologia politica, a Social Democracia, ao mesmo tempo como Candidato a Conselheiro Nacional na lista que apoia o Companheiro Carlos Miguel Coelho, a Lista -A, caso pretenda votar em mim.
Estou também habilitado a confirmar-lhe que paguei a minha inscrição como Delegado, e caso esteja com duvidas ou interessada em saber com o cheque nº 0600682749 do Montepio Geral, estou também certo que após esta troca de opiniões a tão falada reunião com a C.P.S./J.S.D. do Seixal vai ser finalmente marcada, os Jogos Florais vão ter a participação de Militantes da Secção do Seixal e o Campeonato de xadrez e Futebol assim como o Concurso de Fotoigrafia e o Acampamento, bem assim como outras actividades, vão contar logo que devidamente regulamentadas, com a presença e o Dinamismo da Secção do Seixal.
Tudo isto para engrandecer ainda mais a Secção do Seixal da J.S.D. a nivel Distrital e Nacional.
Estarei sempre à sua inteira disposição para estas trocas informais de informações e observações, certo de que lhe agradou esta minha missiva e grato pela atenção dispensada, junto lhe envio os meus melhores cumprimentos e Saudações Social Democratas.
P'COMISSÃO POLITICA DISTRITAL DE SETÚBAL
JUVENTUDE SOCIAL DEMOCRATA
O COORDENADOR DA ÁREA DE ANIMAÇÃO POLITICA
O COORDENADOR DO "JUVENTUDE LIVRE"
"João Massapina"
Posteriormente essa Senhora decidiu reconsiderar, pediu-me desculpa, e inclusivamente passou a apoiar o meu trabalho politico e do próprio Nuno Silvestre, tendo acabado amigos.
Juventude Social Democrata
Comissão Politica Distrital de Setúbal
Apartado 75
2801 Almada Codex
Data: 88/10/19
ASSUNTO: Resposta à carta sob referência Sx. J. 11/88
Exmª Senhora
ANA PAULA DIONISIO
Presidente da Comissão Politica Concelhia do Seixal
Juventude Social Democrata
Correr de Água
Seixal
Recebida e analisada a sua carta de 17 do corrente, sob a referência Sx. J. 11/88, ao longo da qual fiquei muito favorávelmente surpeendido com a sua escrita marcadamente "VARONIL".
Como sempre me pautei pelo bom senso e nunca gostei de deixar ninguém curioso nem eternamente à espera de um pouco de atenção; remeto-lhe hoje mesmo esta minha carta com a certeza plena de que ao tomar conhecimento da mesma vai consciencializar-se de que tenho razão nesta minha seguinte opinião:
"ASSIM COMO A NATUREZA DEU LIMITES À ESTATURA DE UM HOMEM BEM CONFORMADO, ALÉM DOS QUAIS GERA APENAS GIGANTES OU ANÕES, HÁ TAMBÉM LIMITES À EXTENSÃO QUE TEM, AFIM DE QUE NÃO SEJA MUITO GRANDE PARA PODER SER BEM GOVERNADO, NEM MUITO PEQUENO NO SEU COEFICIENTE DE INTELIGENCIA PARA SE PODER MANTER POR SI PROPRIO, SEM NECESSITAR DE MISTIFICAÇÕES FECUNDADAS EM CÉREBROS QUE FORAM ALVO DE DISPOGÊNESE DEVIDO À CHAMADA "ENCOMENDAÇÃO POLITICA.
ESTE TIPO DE CONVICÇÃO SOBRE A MANEIRA DE ESTAR NA SOCIEDADE DE ALGUMAS PERSONAGENS DA NOSSA VIVENCIA PARTIDÁRIA E SOCIAL, LEVA-ME CONSCIENTEMENTE A POR VEZES SER OBRIGADO INDIRECTA, OU DIRECTAMENTE DE PREFERENCIA, A CONSIDERÁ-LOS MOFINOS".
Passo agora a responder às inumeras qwuestões que levantou na sua depreciadora carta.
O facto de agora se ir publicar o "Juventude Livre" vinca bem a importancia que tem para NÓS o VIII Congresso Nacional da J.S.D. e não o tal "Show Off" que propagandeia nas suas linhas, caso contrário a Companheira não enviaria um Artigo para publicação ainda por cima com a indicação expressa de que espera que seja publicado.
Esqueceu-se porém a Companheira de enviar este ou outro qualquer artigo quando a sua Secção foi contactada para o efeito em Junho passado entre outras vezes...?
- Pretende mesmo o "Show Off" aque diz combater?!...
Se as Secções mostrarem um pouco mais de atenção ao trabalho desenvolvido pela Distrital em vários sectores e em especial prestarem um pouco, por muito pouco que seja, de atenção ao Orgão de Informação Distrital, "Juventude Livre", respondendo aos inumeros apelos à sua colaboração, que tem sido feitos tanto pelo Companheiro e Amigo Fernando Jacob, como por mim, neste ainda curto periodo, em que Coordeno o "Juventude Livre" talvez o mesmo fosse publicado mais vezes.
Quanto à "Comissão criada e tudo!..."; vejo que é perita em FUTUROLOGIA e VIDENCIA TRANSCENDANTAL pois eu próprio desconheço essa Comissão...?
Em relaação ao "DINAMISMO BALOFO..." aliado à "VAIDADE PESSOAL"; fico imensaamente satisfeito que fale em especial em DINAMISMO quando a Secção Concelhia que dirige faz da sua carta para a Área de Animação Politica a 11ª de 1988, o que comprova um grande DINAMISMO em termos de comunicação com a média de 1,25 cartas por mês, no que respeita ao "BALOFO" entendo-o como reforço do seu Dinamismo e consideração em relação ao meu.
Também desconhecia que tinha sido eleito Director do "JUVENTUDE LIVRE", penso mesmo que o próprio Fernando Jacob nunca soube que era Director.
Companheira! Quando aceitei a nomeação foi como COORDENADOR e como sabe o Português é uma lingua muito bonita, EXACTA, CONCRETA e DEFINIDA, e em Português: DIRECTOR é DIRECTOR; COORDENADOR é COORDENAADOR. São as chamadas EXACTIDÕES, sindroma do qual vejo que infelizmente não padece.
As "SESSÕES MAGNAS DE ABORRECIMENTO" confirma totalmente a minha análise inicial; a Companheira dá imensa importancia ao momento mais alto da vida da J.S.D., onde se definem as Linhas Programáticas desta nossa Organização Politica, da qual é Responsável em termos Concelhios e não só. Denota-se da sua análise do Congresso um enorme SENTIDO DE RESPONSABILIDADE ???...
Espero que o Boletim Informativo da Secção do Seixal tenha saido mais do que duas vezes (IIIª Serie) pois caso contrário à dois anos que não se publica (CURIOSO E ANALITICAMENTE COMPROVATIVO DE GRANDE DINAMISMO NA NOVA ERA DO SEIXAL) o que denota isso sim Companheira! A falta do tal dinamismo "BALOFO" no bom sentido, claro!
Caso decidam publicar o Boletim para esta ocasião "MAGNA E ABORRECIDA", fica desde já a saber que lhe será atribuido um subsidio a fundo perdido num valor monetário de 5.000$00 (cinco mil escudos).
Como vê não sou Santo, nem Deus, mas não durmo, PENSO e movimento-me "Com dinamismo Balofo", se assim o entender...
A quando do VII Congresso, e também para satisfazer a sua IRASCIBIL CURIOSIDADE e desfazer mais uma vez a sua VIDENCIA tipo "ZANDINGA, PROFESSOR" quero que tome conhecimento e NOTA PARA NÃO ESQUECER que já nessa altura, 1986, era MILITANTE do J.S.D. e do P.S.D., só que por motivos deontologicos de indole profissional me escusava de exercer quaisquer cargos politicos como o faço hoje, muito embora fosse um Militante activo da minha Secção.
Quanto ao seu Artigo; muito embora não seja um MONUMENTO em termos de actualidade, pertence sem duvida à história da J.S.D., e eu vou publicar o mesmo com todo o prazer.
A sua carta teve a virtude; não de me por a pensar, pois isso é algo que eu faço desde que nasci, mas sim de comprovar que estava certo em relação à minha análise pessoal a seu respeito.
Quanto ás "FERIAS EM TROIA QUE ME VÃO PROPORCIONAR", agradeço todo o seu empenhamento pessoal na parte que diz respeito à minha estadia nessa estancia turistica.
Lembro-lhe no entanto, caso não saiba, que fui eleito pela minha Secção, sufragado Democráticamente por Hunanimidade e Aclamação, o que isto sim é um orgulho pessoal.
Estarei em Troia a representar a minha Secção, o meu Distrito e no fundo "SEM ABORRECIMENTO" esta minha ideologia politica, a Social Democracia, ao mesmo tempo como Candidato a Conselheiro Nacional na lista que apoia o Companheiro Carlos Miguel Coelho, a Lista -A, caso pretenda votar em mim.
Estou também habilitado a confirmar-lhe que paguei a minha inscrição como Delegado, e caso esteja com duvidas ou interessada em saber com o cheque nº 0600682749 do Montepio Geral, estou também certo que após esta troca de opiniões a tão falada reunião com a C.P.S./J.S.D. do Seixal vai ser finalmente marcada, os Jogos Florais vão ter a participação de Militantes da Secção do Seixal e o Campeonato de xadrez e Futebol assim como o Concurso de Fotoigrafia e o Acampamento, bem assim como outras actividades, vão contar logo que devidamente regulamentadas, com a presença e o Dinamismo da Secção do Seixal.
Tudo isto para engrandecer ainda mais a Secção do Seixal da J.S.D. a nivel Distrital e Nacional.
Estarei sempre à sua inteira disposição para estas trocas informais de informações e observações, certo de que lhe agradou esta minha missiva e grato pela atenção dispensada, junto lhe envio os meus melhores cumprimentos e Saudações Social Democratas.
P'COMISSÃO POLITICA DISTRITAL DE SETÚBAL
JUVENTUDE SOCIAL DEMOCRATA
O COORDENADOR DA ÁREA DE ANIMAÇÃO POLITICA
O COORDENADOR DO "JUVENTUDE LIVRE"
"João Massapina"
SAIDA DO JORNAL VOZ DO BARREIRO
Cópia da carta enviada ao Saudoso Carlos Florival Monteiro, relativamente à minha saida do Jornal Voz do Barreiro, orgão de comunicação social onde desempenhei as funções de "Chefe de Redacção" durante cerca de 3 anos, e onde apesar de eu já não ter responsabilidades queriam impor obrigatoriedade de escrita regular.
De salientar que após largos anos de afastamento pessoal, inclusivamente quando em actos politicos ou sociais nos cruzavamos, evitávamos o contacto pessoal, mas voltámos a ficar amigos, e a respeitar os pontos de vista de cada um.
Relembro com admiração, respeito e amizade a noite em que teve que me receber, juntamente com a sua simpatica Esposa, numa festa da aniversário do Jornal, e que fez questão de que ficasse na sua mesa, muito embora não nos falasse-mos. Nessa noite existiu uma tregua de parte a parte, e chegou a convidar-me para voltar a escrever para o jornal.
Mas como era só uma noite de treguas, estivemos mais uns anos sem nos falarmos.
Gostei de trabalhar com ele pois era um homem temperamental, mas ao mesmo tempo humanizado em relação ao seu tempo, pelos seus Jornalistas dava a cara, a camisa e tudo o mais se necessário fosse, na defesa dos seus.
Uma verdadeira fera nos negocios da Comunicação Social, e também em jantares fora de horas regados com bons digestivos.
O Distrito de Setúbal, perdeu alguém de dificil trato pessoal mas importante para o desenvolvimento da Região, que ele pessoalmente tanto sabia amar!
O Sr. Rodrigo Baião, ainda teve que se encontrar comigo umas quantas vezes na vida, e numa dessas ocasiões, precisamente no dia da visita do Presidente Nacional da JSD, Dr. Carlos Miguel Coelho, à Sede Concelhia do Barreiro para uma Conferencia sobre a Europa, e sem ter sido convidado, infiltrou-se na sala. Para surpresa geral dos presentes, incluido o CMC, eu interrompi a minha intervenção de abertura e boas vindas, e mandei colocar o cavalheiro pura e simplesmente na rua.
Hoje reconheço que em algumas situações , não era a criatura mais polida, mas o meu feitio continua igual hoje, passados todos estes anos.
Feitios!!!
João Massapina
Rua Grão Vasco nº 17 - 1º Dtº
Lavradio 2830 Barreiro
Lavradio - Barreiro - 1987/10/09
Exmº Senhor
Carlos Florival Monteiro
Venho por este meio dar a conhecer as minhas profundas discordancias quanto a atitudes tomadas recentemente por pessoas às quais eu até à bem pouco tempo reservava uma imagem de honestidade total.
Ao abandonar, por total opção pessoal, a "Voz do Barreiro", em 31 de Julho do corrente ano, deixei de assumir QUISQUERES responsabilidades sejam elas de que tipo forem.
Responsabilizo-me totalmente pelos artigos que tenho escrito, e por mim assinados, e não tenho qualquer compromisso quanto à quantidade, ao tipo ou a outras incidências jornalisticas, ou de opinião pessoal de terceiros.
Escrevo quando quero e o que quero!
Tenho escrito desde o inicio do mês de Setembro desinteressadamente para a "Voz do Barreiro", gastando PAPEL-TINTA-TEMPO e PACIENCIA.
Em troca tenho recebido 00$00 (zero escudos), tal como esperáva e não fazia exigencia de outra situação, mas para cumulo nem um centavo para portes de correio. Esta semana recebi 0 (zero) jornais, tal como já aconteceu em outras anteriores, o que significa que se quizer lêr o jornal tenho ainda por cima de o comprar.
Paralelamente a estes acontecimentos tem sido feita a entrega semanal de jornais na casa dos meus pais com o pedido de entrega no Quiosque da Mimi situado na Av. J.J. Fernandes no Lavradio ( Não sendo de qualquer forma o meu pai um empregado da empresa IRMÃOS MONTEIRO ou da VOZ DO BARREIRO).
Animosamente e com alguma premeditação o anuncio da RADIO ARREMESSO foi pura e simplesmente cortado esta semana da publicação, sem que eu tenha sido previamente avisado de tal facto, ou a Rádio Arremesso de tal acto.
Lembro que ao longo de todo este tempo a Rádio Arremesso fez ir para o ár 2 (dois) anuncios diários da publicação "Voz do Barreiro"; um ás 09.00 horas e outro ás 17.00 horas, de forma totalmente gratuita, devido à minha intervenção directa e às funções dirigentes que exerço naquela Estação de Rádio Local.
Como já não sou empregado dos IRMÃOS MONTEIRO ou da VOZ DO BARREIRO, junto a esta carta/encomenda seguem os 10 exemplares, desta semana, destinados ao "Quiosque da Mimi", pois talvez o Sr. Rodrigo Baião, como actual responsável da VOZ DO BARREIRO esteja interessado em fazer ele próprio a distribuição do jornal, limpar a Redacção, fazer as cobranças dos postos de venda, fazer a cobrança da publicidade, coordenar decentemente o Jornal, fazer a sua montagem para fotolito e atender as chamadas telefónicas e outros assuntos na Redacção tal como eu durante muito tempo fiz em troca de um ordenado de "MERDA" sem o minimo de regalias nem o minimo dos minimos de segurança social ou outra, incluindo um pouco de respeito.
E tudo isto em vez de "ZURRAR" aos ouvidos de certas pessoas uma pasmaceira de asneiras sem esquecer as famosas "MASSAPINISSES" a que diz ir por fim.
Pela minha parte recomendo a esse Cavalheiro um tratamento numa "reserva africana" em convivio com algum tipo de "MACACOS" pois foi essa a gente com que sempre lidou. Nunca lhe dei liberdade para sequer fazer soar o meu nome. Qualquer outro assunto ou duvida deve ser tratado comigo directamente e não com as bocas da populaça.
Quanto ao trabalho feito na "VOZ DO BARREIRO" nunca reclamei nada e a unica vez que pretendi regularizar a minha situação, foi-me oferecido de novo um ordenado de "MERDA", sem o minimo de garantias nem quaisquer tipos de segurança.
Posteriormente, como obviamente é do seu conhecimento pessoal num jantar que tivemos no Restaurante "Os Claros", até me foi oferecido um ordenado superior ao que eu estava a reclamar, ao qual eu disse não, pois existe na vida sempre um tempo para se dizer Sim, e outro tempo para se dizer Não, e nesse momento, por uma questão de orgulho que tenho bastante elevado, recusei essa sua generosa oferta para poder contar com a minha pessoa no seu quadro de pessoal.
A opção foi pessoal, foi minha, e nunca volto atrás nas minhas decisões!
Nunca reclamei nada e muito menos o faço agora!
Uma unica coisa que exiji e exijo; RESPEITO!
Portanto Sr. Carlos Florival Monteiro, estou farto de oportunistas, procuro a honestidade a coerência e a frontalidade e neste momento não encontro nenhuma dessas qualidades ou predicados em que dirige nesta época a "VOZ DO BARREIRO".
Não estou portanto minimamente interessado em manter ligações com gente deste tipo de "laia" e que não me diz absolutamente nada.
JÁ CONHEÇO MUITA GENTE!
A honestidade FELIZMENTE vem sempre à tona da àgua!
SEM MAIS,
RESPEITOSAMENTE,
"JOÃO MASSAPINA"
De salientar que após largos anos de afastamento pessoal, inclusivamente quando em actos politicos ou sociais nos cruzavamos, evitávamos o contacto pessoal, mas voltámos a ficar amigos, e a respeitar os pontos de vista de cada um.
Relembro com admiração, respeito e amizade a noite em que teve que me receber, juntamente com a sua simpatica Esposa, numa festa da aniversário do Jornal, e que fez questão de que ficasse na sua mesa, muito embora não nos falasse-mos. Nessa noite existiu uma tregua de parte a parte, e chegou a convidar-me para voltar a escrever para o jornal.
Mas como era só uma noite de treguas, estivemos mais uns anos sem nos falarmos.
Gostei de trabalhar com ele pois era um homem temperamental, mas ao mesmo tempo humanizado em relação ao seu tempo, pelos seus Jornalistas dava a cara, a camisa e tudo o mais se necessário fosse, na defesa dos seus.
Uma verdadeira fera nos negocios da Comunicação Social, e também em jantares fora de horas regados com bons digestivos.
O Distrito de Setúbal, perdeu alguém de dificil trato pessoal mas importante para o desenvolvimento da Região, que ele pessoalmente tanto sabia amar!
O Sr. Rodrigo Baião, ainda teve que se encontrar comigo umas quantas vezes na vida, e numa dessas ocasiões, precisamente no dia da visita do Presidente Nacional da JSD, Dr. Carlos Miguel Coelho, à Sede Concelhia do Barreiro para uma Conferencia sobre a Europa, e sem ter sido convidado, infiltrou-se na sala. Para surpresa geral dos presentes, incluido o CMC, eu interrompi a minha intervenção de abertura e boas vindas, e mandei colocar o cavalheiro pura e simplesmente na rua.
Hoje reconheço que em algumas situações , não era a criatura mais polida, mas o meu feitio continua igual hoje, passados todos estes anos.
Feitios!!!
João Massapina
Rua Grão Vasco nº 17 - 1º Dtº
Lavradio 2830 Barreiro
Lavradio - Barreiro - 1987/10/09
Exmº Senhor
Carlos Florival Monteiro
Venho por este meio dar a conhecer as minhas profundas discordancias quanto a atitudes tomadas recentemente por pessoas às quais eu até à bem pouco tempo reservava uma imagem de honestidade total.
Ao abandonar, por total opção pessoal, a "Voz do Barreiro", em 31 de Julho do corrente ano, deixei de assumir QUISQUERES responsabilidades sejam elas de que tipo forem.
Responsabilizo-me totalmente pelos artigos que tenho escrito, e por mim assinados, e não tenho qualquer compromisso quanto à quantidade, ao tipo ou a outras incidências jornalisticas, ou de opinião pessoal de terceiros.
Escrevo quando quero e o que quero!
Tenho escrito desde o inicio do mês de Setembro desinteressadamente para a "Voz do Barreiro", gastando PAPEL-TINTA-TEMPO e PACIENCIA.
Em troca tenho recebido 00$00 (zero escudos), tal como esperáva e não fazia exigencia de outra situação, mas para cumulo nem um centavo para portes de correio. Esta semana recebi 0 (zero) jornais, tal como já aconteceu em outras anteriores, o que significa que se quizer lêr o jornal tenho ainda por cima de o comprar.
Paralelamente a estes acontecimentos tem sido feita a entrega semanal de jornais na casa dos meus pais com o pedido de entrega no Quiosque da Mimi situado na Av. J.J. Fernandes no Lavradio ( Não sendo de qualquer forma o meu pai um empregado da empresa IRMÃOS MONTEIRO ou da VOZ DO BARREIRO).
Animosamente e com alguma premeditação o anuncio da RADIO ARREMESSO foi pura e simplesmente cortado esta semana da publicação, sem que eu tenha sido previamente avisado de tal facto, ou a Rádio Arremesso de tal acto.
Lembro que ao longo de todo este tempo a Rádio Arremesso fez ir para o ár 2 (dois) anuncios diários da publicação "Voz do Barreiro"; um ás 09.00 horas e outro ás 17.00 horas, de forma totalmente gratuita, devido à minha intervenção directa e às funções dirigentes que exerço naquela Estação de Rádio Local.
Como já não sou empregado dos IRMÃOS MONTEIRO ou da VOZ DO BARREIRO, junto a esta carta/encomenda seguem os 10 exemplares, desta semana, destinados ao "Quiosque da Mimi", pois talvez o Sr. Rodrigo Baião, como actual responsável da VOZ DO BARREIRO esteja interessado em fazer ele próprio a distribuição do jornal, limpar a Redacção, fazer as cobranças dos postos de venda, fazer a cobrança da publicidade, coordenar decentemente o Jornal, fazer a sua montagem para fotolito e atender as chamadas telefónicas e outros assuntos na Redacção tal como eu durante muito tempo fiz em troca de um ordenado de "MERDA" sem o minimo de regalias nem o minimo dos minimos de segurança social ou outra, incluindo um pouco de respeito.
E tudo isto em vez de "ZURRAR" aos ouvidos de certas pessoas uma pasmaceira de asneiras sem esquecer as famosas "MASSAPINISSES" a que diz ir por fim.
Pela minha parte recomendo a esse Cavalheiro um tratamento numa "reserva africana" em convivio com algum tipo de "MACACOS" pois foi essa a gente com que sempre lidou. Nunca lhe dei liberdade para sequer fazer soar o meu nome. Qualquer outro assunto ou duvida deve ser tratado comigo directamente e não com as bocas da populaça.
Quanto ao trabalho feito na "VOZ DO BARREIRO" nunca reclamei nada e a unica vez que pretendi regularizar a minha situação, foi-me oferecido de novo um ordenado de "MERDA", sem o minimo de garantias nem quaisquer tipos de segurança.
Posteriormente, como obviamente é do seu conhecimento pessoal num jantar que tivemos no Restaurante "Os Claros", até me foi oferecido um ordenado superior ao que eu estava a reclamar, ao qual eu disse não, pois existe na vida sempre um tempo para se dizer Sim, e outro tempo para se dizer Não, e nesse momento, por uma questão de orgulho que tenho bastante elevado, recusei essa sua generosa oferta para poder contar com a minha pessoa no seu quadro de pessoal.
A opção foi pessoal, foi minha, e nunca volto atrás nas minhas decisões!
Nunca reclamei nada e muito menos o faço agora!
Uma unica coisa que exiji e exijo; RESPEITO!
Portanto Sr. Carlos Florival Monteiro, estou farto de oportunistas, procuro a honestidade a coerência e a frontalidade e neste momento não encontro nenhuma dessas qualidades ou predicados em que dirige nesta época a "VOZ DO BARREIRO".
Não estou portanto minimamente interessado em manter ligações com gente deste tipo de "laia" e que não me diz absolutamente nada.
JÁ CONHEÇO MUITA GENTE!
A honestidade FELIZMENTE vem sempre à tona da àgua!
SEM MAIS,
RESPEITOSAMENTE,
"JOÃO MASSAPINA"
CANDIDATURAS AO VIII CONGRESSO NACIONAL DA JSD
As candidaturas aos Orgãos Nacionais da J.S.D. no VIII Congresso Nacional, realizado em Troia, mereceram um apoio incondicional à Lista - A, com a vitoria espagadora de Carlos Miguel Coelho.
A Concelhia do Barreiro ainda tinha nesta época muito pouca influencia a nivel Distrital e Nacional, por esse motivo só surge um seu representante no 3º Lugar dos Suplentes, tendo no entanto sido o inicio mobilizador que vedio a incentivar a transformação da J.S.D. do Barreiro numa importante força a nivel Distrital e Nacional nos anos seguintes.
Só anos mais tarde a J.S.D. do Barreiro, graças a esse trabalho de criação de alicerces, pode contar com mais poder a nivel Distrital e Nacional.
Tudo quanto hoje se pode contabilizar em relação à J.S.D. no Barreiro, se deve ao trabalho voluntarioso de muitos jovens que comigo souberam transformaram uma Concelhia de 76 Militantes em 1987, numa Concelhia com algumas centenas de militantes anos mais tarde, já nos anos 90, quando deixei de ser seu Presidente por limite de idade.
Da mesma forma a J.S.D. foi-me entregue, pelo meu bom Amigo Paulo Freitas, anterior Presidente,com pouco mais de 6 mil escudos de caixa, e quando a entreguei ao novo Presidente, ficou com bem mais de uma centena de escudos em caixa para além de um património de equipamentos já apreciável.
O primeiro Presidente, João Azevedo, soube criar e desenvolver uma Concelhia, de acordo com os tempos dificeis que se viviam na sua época. Paulo Freitas soube continuar esse trabalho, e eu orgulho-me de o ter sabido continuar e sabido desenvolver de uma forma independente do Partido e voltada para a Juventude.
Foi graças a esse querer que a J.S.D. passou a ter representantes em práticamente todos os Orgão Autarquicos do Barreiro, da mesma forma que na minha Presidencia conseguiu num unico ano lectivo ganhar todas as Associações de Estudantes do Ensino Secundário no Concelho do Barreiro, com o trabalho abnegado de figuras como Carlos Miguel Vitorino, António Melro, Carlos Macedo, José Carlos Lopes, Alvaro Ferreira, Carlos Couto - in-memorium, Luis Filipe Santos, Luis Pineza, Eduardo Osvaldo, e também um ainda muito "imberbe" Bruno Vitorino, que foi por mim convidado a filiar-se na J.S.D., e também a participar como Vogal numa das minhas Comissões Politicas, tendo iniciado ai o seu aprendizado politico, tendo como seu patrono no acto de filiação o inesquecivel José Reis Marques, e tantos outros que peço desculpa de omitir, mas seria fastidioso aqui inumerar a todos...
Foi também graças ao nosso empenho e independecia, que soubemos passar a ser respeitados pelo Partido, que até então apenas via a J.S.D. como meros cola cartazes.
Muito existe ainda por dizer, mas para consulta ficam desde já as listas candidatas ao VIII Congresso Nacional:
LISTAS CANDIDATAS AOS ORGÃOS NACIONAIS DA JSD
VIII CONGRESSO NACIONAL
COMISSÃO POLITICA NACIONAL
Presidente - Carlos Miguel Coelho
MESA DO CONGRESSO- LISTA - A
Presidente - Miguel Macedo
Vice-Presidente - José Coito Pita
Vice-Presidente - Mário Maciel
Secretário - Luis Fernando B. Silva
Secretário - Pedro Gomes
CONSELHO DE JURISDiÇÃO NACIONAL
LISTA - A
EFECTIVOS:
Francisco Nogueira Leite
Maria do Céu Ramos
Carlos Figueiredo
Pedra Portugal Gaspar
Paula Carloto
LISTA - A
SUPLENTES
Marco Alves
Armindo José Rodrigues
Luís Alberto Rego
João Paulo Marques
LISTA - B
EFECTIVOS
Maria João Mello Vieira
Lígia Filipe Seabra
Maria Eduarda Ferraz
Ana Paula Dias dos Santos
Cristina Pinto de Sousa
LISTA - B
SUPLENTES
Maria José de Mello Vieira
Maria Rodrigues Monteiro
Maria José Fontelo
CONSELHO NACIONAL
LISTA - A
EFECTIVOS
I. Pedro Vinha
2. Luís Barros Figueiredo
3. Miguel Albuquerque
4. Rui Meio
5. António Pinheiro
6. Manuel Antero Pinto
7. Pedro Rocha
8. Pedro Almeida Gonçalves
9. Nuno Almeida Santos
10. Luís Artur Ribeiro Pereira
11. Victor Raposo
12. José Luís Oliveira
13. Amílcar Mourão
14. Victor Gonçalves
15. José Cancela de Moura
16. António Januário
17. Paulo Serrano
18. Fernando Jacob
19. Jorge Catrau
20. José Paulo Braz
21. José Pedro Magalhães
22. Fernando Tinta Ferreira
23. Diogo Vasconcelos
24. Eduardo Girão
25. João Guedes Alves
26. Joaquim Assunção Vieira
27. Luís Figueiredo Oliveira
28. Carlos Bento
29. António Junqueiro Marques
30. Mário Magalhães Ferreira
LISTA - A
SUPLENTES
I. Vasco Cunha
2. Victor Silva
3. João Massapina
4. César Brito
5. José Carlos Beato Ferreira
6. João Pedro Pimenta
7. Nuno Miguel Correia
8. João Adelino Santos
9. José Pedra Mariz
10. Inocêncio Peixoto
11. José Manuel Parente
12. António Moreira
13. Luís Carvalho Trindade
14. Maria Isilda Aguincha
15. Jorge Penedo
LISTA B
EFECTIVOS:
1. João Álvaro Poças Santos
2. José Manuel Camarinha Lopes
3. Nuno Morais Sarmento
4. Luis Manuel Carlos Simões
5. Feliciano Barreiras Duarte
6. Paulo Bento
7. Herminio José Sobral Loureiro
8. Júlio César Elvas Pinheiro
9. David Correia Barreiros
10. Carlos Manuel Bonifácio
11. Duarte Rógerio Pacheco
12. José Luis Moreira da Silva
13. Miguel Ramiro Duarte Fernandes
14. Fernando Paulo Cardoso Valos
15. Maria Teresa Boleixa
16. Carlos Silva
17. Joaquim Jorge Nicolau Lourenço
18. Angela Maria Matos Gomes
19. Francisco Brandão de Mello
20. Victor Carvalho Rosa
21. Rosa de La Salete Ferreira
22. Olindo Pereira Costa
23. Julieta Costa
24. Victor Alves Querido
25. Agostinho Amaral César
26. Mário Jacinto Rodrigues
27. José Eduardo Rego Martins
28. Américo Silva
29. António Francisco Maximino
30. Luis Nobre
LISTA - B
SUPLENTES
1. Jorge Sequeira Magalhães
2. Luis Miguel Golão Freire
3. Rui Corça
4. Susana Pinho Bonifácio
5. Valda Noivo
6. Luis Miguel Palmeiro
7. Ivone Texugo
9. Rui Sousa Rebelo
10. Rui Beltrão Coelho
11. Jorge Manuel Malho
12. Rui Silva Pinto
13. Luis Nunes Borges
14. Maria da luz Cardoso
15. Ana Paula Ribau Esteves
Neste Congresso foram ainda apresentadas por mim Moções de Estrategia Sectorial e propostas de alteração estatutaria, que na sua maioria vieram a ser aprovadas, nomeadamente:
PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO ESTATUTARIA DA J.S.D., APRESENTADAS NO VIII CONGRESSO NACIONAL DA J.S.D., REALIZADO EM TROIA, CUJO PRIMEIRO SUBSCRITOR FOI: José João Massapina Antunes da Silva:
Artigo 24º
(Acrescentar novo número)
3 - Só podera eleger, ser eleito, e participar nas demais deliberações quem tiver as quotas em dia.
Artigo 71º
(Acrescentar alinea)
e) Apreciar a actuação da Comissão Politica de Secção e dos nucleos.
Artigo 73º
(Alterar, alinea)
a) Estabelecer os objectivos e as formas de actuação da J.S.D. tendo em conta a estrategia politica nos Orgãos de escalão superior e definir a posição da J.S.D. perante os problemas concretos do respectivo âmbito.
Artigo 74º
(Alterar numero)
nº 1) A C.P.S. é composta por um Presidente, um Secretário e vogais no máximo de nove.
Artigo 75º
(Alterar)
A C.P.S. reune ordináriamente uma vez por quinzena e, em sessão extraordinária, sempre que o Presidente a convocar por sua iniciativa ou a requerimento de qualquer Orgão nacional ou Distrital ou de um terço dos seus membros.
MOÇÃO DE ESTRATEGIA SECTORIAL
SER JOVEM TAMBÉM É UM ACTO CULTURAL
"Chamamos compromisso o assumir concretamente
responsabilidade de uma obra a realizar amanhã,
de uma direcção definida, do esforço que tem em vista a
formação do futuro humano"
-"P. L. Landsberg"-
O velho continente "Europa" caminha a passos largos para um compromisso concreto de reflexão em termos de sistema Económico, Politico e social.
Reformuladas as relações com os Estados do chamado Bloco de Leste, consolidada a união dos doze, ultrapassadas que estão questões estatizantes, a Comunidade no seu geral está voltada para a construção de uma nova sociedade, que não se pode ficar pela mediocridade do tecnocracismo mas que vai avançar para uma tomada de consciência sobre a necessidade de estabilização a todos os níveis.
A consolidação e aprofundamento de experiências entre milhões de jovens vai assim contrastar com o imobilismo e a apatia de áreas personalizadas da juventude que não têm condições de igualdade de oportunidades em termos de afirmação devido ao seu atraso educacional.
"No caso concreto do Distrito de Setúbal; (micro-região dentro do regionalismo Europeu) existem neste momento mais de 100 mil analfabetos, por certo larga percentagem destes é infelizmente jovem, e não vai conseguir individualmente reunir a breve tempo condições de estar preparada para o EMBATE CULTURAL que se vai viver em breve com maior fugosidade.
"É necessário pois implementar soluções ao nível educacional, tendentes a possibilitarem condições de equiparação, pelo menos minimas, aos jovens que desejem promover a sua recuperação em termos educativos. Esta operação deve ser (tem que ser) encarada como única solução a nível local e mesmo nacional.
Um Distrito e um país em desenvolvimento, não podem ser polos de desníveis profundos em termos de capacidade educacional, desenquadrados das realidades gerais europeias que se pretendem vir a obter a médio prazo, em termos de equiparação.
Uma Operação Integrada de Desenvolvimento Escolar (OIDE), é uma necessidade primária de uma Região (nível Nacional e micro-região a nível geral da Comunidade Europeia) como a Península de Setúbal, que vai a curto prazo necessitar de mais mão-de-obra qualificada, e não pode efectuar recrutamento dessa mesma mão-de-obra noutras Regiões quando ali mesmo existem tantos desempregados potencialmente candidatos a esses mesmos postos de trabalho, desde que lhes seja ministrada a instrução a quem direito como cidadãos de pleno direito.
"Não pode haver desenvolvimento alicerçado em bases sólidas, se não for cimentado pelo conhecimento profundo das novas realidades e oportunidades, e submetido à capacidade empreendedora de uma nova geração.
"Num Distrito como o de Setúbal, num País como Portugal, longe do limite das gerações, onde existe sempre uma nova geração, no Distrito percentualmente mais jovem do País, temos que retirar obrigatóriamente que; quanto maior fôr o seu grau de Cultura, tanto menor será o seu estádio de atraso em termos de relação comum com as Sociedades suas mais directas competidoras.
"Para lograr sucesso na constituição de um Distrito com novas capacidades importa que: o que era lei no ensino ontem, não obriga hoje, porque os limites do possivel são menos estreitos do que pensamos, e nada pode restringir a capacidade deste Distrito e deste País de terem direito à indispensável Cultura para fazerem nover os atributos de um futuro legitimamente melhor que o presente e o passado.
A Cultura não se esgota nos grandes actos!
A Cultura é tudo aquilo que fomos e somos em qualquer área de actuação!
A Cultura é sabermos construir um futuro livre de restrições passadas e presentes e totalmente voltado para as realidades futuras.
Criar condições de igualdade de oportunidades para os Jovens, também é um acto cultural!
Subscreve:
"João Massapina"
VIII Congresso Nacional da J.S.D
A Concelhia do Barreiro ainda tinha nesta época muito pouca influencia a nivel Distrital e Nacional, por esse motivo só surge um seu representante no 3º Lugar dos Suplentes, tendo no entanto sido o inicio mobilizador que vedio a incentivar a transformação da J.S.D. do Barreiro numa importante força a nivel Distrital e Nacional nos anos seguintes.
Só anos mais tarde a J.S.D. do Barreiro, graças a esse trabalho de criação de alicerces, pode contar com mais poder a nivel Distrital e Nacional.
Tudo quanto hoje se pode contabilizar em relação à J.S.D. no Barreiro, se deve ao trabalho voluntarioso de muitos jovens que comigo souberam transformaram uma Concelhia de 76 Militantes em 1987, numa Concelhia com algumas centenas de militantes anos mais tarde, já nos anos 90, quando deixei de ser seu Presidente por limite de idade.
Da mesma forma a J.S.D. foi-me entregue, pelo meu bom Amigo Paulo Freitas, anterior Presidente,com pouco mais de 6 mil escudos de caixa, e quando a entreguei ao novo Presidente, ficou com bem mais de uma centena de escudos em caixa para além de um património de equipamentos já apreciável.
O primeiro Presidente, João Azevedo, soube criar e desenvolver uma Concelhia, de acordo com os tempos dificeis que se viviam na sua época. Paulo Freitas soube continuar esse trabalho, e eu orgulho-me de o ter sabido continuar e sabido desenvolver de uma forma independente do Partido e voltada para a Juventude.
Foi graças a esse querer que a J.S.D. passou a ter representantes em práticamente todos os Orgão Autarquicos do Barreiro, da mesma forma que na minha Presidencia conseguiu num unico ano lectivo ganhar todas as Associações de Estudantes do Ensino Secundário no Concelho do Barreiro, com o trabalho abnegado de figuras como Carlos Miguel Vitorino, António Melro, Carlos Macedo, José Carlos Lopes, Alvaro Ferreira, Carlos Couto - in-memorium, Luis Filipe Santos, Luis Pineza, Eduardo Osvaldo, e também um ainda muito "imberbe" Bruno Vitorino, que foi por mim convidado a filiar-se na J.S.D., e também a participar como Vogal numa das minhas Comissões Politicas, tendo iniciado ai o seu aprendizado politico, tendo como seu patrono no acto de filiação o inesquecivel José Reis Marques, e tantos outros que peço desculpa de omitir, mas seria fastidioso aqui inumerar a todos...
Foi também graças ao nosso empenho e independecia, que soubemos passar a ser respeitados pelo Partido, que até então apenas via a J.S.D. como meros cola cartazes.
Muito existe ainda por dizer, mas para consulta ficam desde já as listas candidatas ao VIII Congresso Nacional:
LISTAS CANDIDATAS AOS ORGÃOS NACIONAIS DA JSD
VIII CONGRESSO NACIONAL
COMISSÃO POLITICA NACIONAL
Presidente - Carlos Miguel Coelho
MESA DO CONGRESSO- LISTA - A
Presidente - Miguel Macedo
Vice-Presidente - José Coito Pita
Vice-Presidente - Mário Maciel
Secretário - Luis Fernando B. Silva
Secretário - Pedro Gomes
CONSELHO DE JURISDiÇÃO NACIONAL
LISTA - A
EFECTIVOS:
Francisco Nogueira Leite
Maria do Céu Ramos
Carlos Figueiredo
Pedra Portugal Gaspar
Paula Carloto
LISTA - A
SUPLENTES
Marco Alves
Armindo José Rodrigues
Luís Alberto Rego
João Paulo Marques
LISTA - B
EFECTIVOS
Maria João Mello Vieira
Lígia Filipe Seabra
Maria Eduarda Ferraz
Ana Paula Dias dos Santos
Cristina Pinto de Sousa
LISTA - B
SUPLENTES
Maria José de Mello Vieira
Maria Rodrigues Monteiro
Maria José Fontelo
CONSELHO NACIONAL
LISTA - A
EFECTIVOS
I. Pedro Vinha
2. Luís Barros Figueiredo
3. Miguel Albuquerque
4. Rui Meio
5. António Pinheiro
6. Manuel Antero Pinto
7. Pedro Rocha
8. Pedro Almeida Gonçalves
9. Nuno Almeida Santos
10. Luís Artur Ribeiro Pereira
11. Victor Raposo
12. José Luís Oliveira
13. Amílcar Mourão
14. Victor Gonçalves
15. José Cancela de Moura
16. António Januário
17. Paulo Serrano
18. Fernando Jacob
19. Jorge Catrau
20. José Paulo Braz
21. José Pedro Magalhães
22. Fernando Tinta Ferreira
23. Diogo Vasconcelos
24. Eduardo Girão
25. João Guedes Alves
26. Joaquim Assunção Vieira
27. Luís Figueiredo Oliveira
28. Carlos Bento
29. António Junqueiro Marques
30. Mário Magalhães Ferreira
LISTA - A
SUPLENTES
I. Vasco Cunha
2. Victor Silva
3. João Massapina
4. César Brito
5. José Carlos Beato Ferreira
6. João Pedro Pimenta
7. Nuno Miguel Correia
8. João Adelino Santos
9. José Pedra Mariz
10. Inocêncio Peixoto
11. José Manuel Parente
12. António Moreira
13. Luís Carvalho Trindade
14. Maria Isilda Aguincha
15. Jorge Penedo
LISTA B
EFECTIVOS:
1. João Álvaro Poças Santos
2. José Manuel Camarinha Lopes
3. Nuno Morais Sarmento
4. Luis Manuel Carlos Simões
5. Feliciano Barreiras Duarte
6. Paulo Bento
7. Herminio José Sobral Loureiro
8. Júlio César Elvas Pinheiro
9. David Correia Barreiros
10. Carlos Manuel Bonifácio
11. Duarte Rógerio Pacheco
12. José Luis Moreira da Silva
13. Miguel Ramiro Duarte Fernandes
14. Fernando Paulo Cardoso Valos
15. Maria Teresa Boleixa
16. Carlos Silva
17. Joaquim Jorge Nicolau Lourenço
18. Angela Maria Matos Gomes
19. Francisco Brandão de Mello
20. Victor Carvalho Rosa
21. Rosa de La Salete Ferreira
22. Olindo Pereira Costa
23. Julieta Costa
24. Victor Alves Querido
25. Agostinho Amaral César
26. Mário Jacinto Rodrigues
27. José Eduardo Rego Martins
28. Américo Silva
29. António Francisco Maximino
30. Luis Nobre
LISTA - B
SUPLENTES
1. Jorge Sequeira Magalhães
2. Luis Miguel Golão Freire
3. Rui Corça
4. Susana Pinho Bonifácio
5. Valda Noivo
6. Luis Miguel Palmeiro
7. Ivone Texugo
9. Rui Sousa Rebelo
10. Rui Beltrão Coelho
11. Jorge Manuel Malho
12. Rui Silva Pinto
13. Luis Nunes Borges
14. Maria da luz Cardoso
15. Ana Paula Ribau Esteves
Neste Congresso foram ainda apresentadas por mim Moções de Estrategia Sectorial e propostas de alteração estatutaria, que na sua maioria vieram a ser aprovadas, nomeadamente:
PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO ESTATUTARIA DA J.S.D., APRESENTADAS NO VIII CONGRESSO NACIONAL DA J.S.D., REALIZADO EM TROIA, CUJO PRIMEIRO SUBSCRITOR FOI: José João Massapina Antunes da Silva:
Artigo 24º
(Acrescentar novo número)
3 - Só podera eleger, ser eleito, e participar nas demais deliberações quem tiver as quotas em dia.
Artigo 71º
(Acrescentar alinea)
e) Apreciar a actuação da Comissão Politica de Secção e dos nucleos.
Artigo 73º
(Alterar, alinea)
a) Estabelecer os objectivos e as formas de actuação da J.S.D. tendo em conta a estrategia politica nos Orgãos de escalão superior e definir a posição da J.S.D. perante os problemas concretos do respectivo âmbito.
Artigo 74º
(Alterar numero)
nº 1) A C.P.S. é composta por um Presidente, um Secretário e vogais no máximo de nove.
Artigo 75º
(Alterar)
A C.P.S. reune ordináriamente uma vez por quinzena e, em sessão extraordinária, sempre que o Presidente a convocar por sua iniciativa ou a requerimento de qualquer Orgão nacional ou Distrital ou de um terço dos seus membros.
MOÇÃO DE ESTRATEGIA SECTORIAL
SER JOVEM TAMBÉM É UM ACTO CULTURAL
"Chamamos compromisso o assumir concretamente
responsabilidade de uma obra a realizar amanhã,
de uma direcção definida, do esforço que tem em vista a
formação do futuro humano"
-"P. L. Landsberg"-
O velho continente "Europa" caminha a passos largos para um compromisso concreto de reflexão em termos de sistema Económico, Politico e social.
Reformuladas as relações com os Estados do chamado Bloco de Leste, consolidada a união dos doze, ultrapassadas que estão questões estatizantes, a Comunidade no seu geral está voltada para a construção de uma nova sociedade, que não se pode ficar pela mediocridade do tecnocracismo mas que vai avançar para uma tomada de consciência sobre a necessidade de estabilização a todos os níveis.
A consolidação e aprofundamento de experiências entre milhões de jovens vai assim contrastar com o imobilismo e a apatia de áreas personalizadas da juventude que não têm condições de igualdade de oportunidades em termos de afirmação devido ao seu atraso educacional.
"No caso concreto do Distrito de Setúbal; (micro-região dentro do regionalismo Europeu) existem neste momento mais de 100 mil analfabetos, por certo larga percentagem destes é infelizmente jovem, e não vai conseguir individualmente reunir a breve tempo condições de estar preparada para o EMBATE CULTURAL que se vai viver em breve com maior fugosidade.
"É necessário pois implementar soluções ao nível educacional, tendentes a possibilitarem condições de equiparação, pelo menos minimas, aos jovens que desejem promover a sua recuperação em termos educativos. Esta operação deve ser (tem que ser) encarada como única solução a nível local e mesmo nacional.
Um Distrito e um país em desenvolvimento, não podem ser polos de desníveis profundos em termos de capacidade educacional, desenquadrados das realidades gerais europeias que se pretendem vir a obter a médio prazo, em termos de equiparação.
Uma Operação Integrada de Desenvolvimento Escolar (OIDE), é uma necessidade primária de uma Região (nível Nacional e micro-região a nível geral da Comunidade Europeia) como a Península de Setúbal, que vai a curto prazo necessitar de mais mão-de-obra qualificada, e não pode efectuar recrutamento dessa mesma mão-de-obra noutras Regiões quando ali mesmo existem tantos desempregados potencialmente candidatos a esses mesmos postos de trabalho, desde que lhes seja ministrada a instrução a quem direito como cidadãos de pleno direito.
"Não pode haver desenvolvimento alicerçado em bases sólidas, se não for cimentado pelo conhecimento profundo das novas realidades e oportunidades, e submetido à capacidade empreendedora de uma nova geração.
"Num Distrito como o de Setúbal, num País como Portugal, longe do limite das gerações, onde existe sempre uma nova geração, no Distrito percentualmente mais jovem do País, temos que retirar obrigatóriamente que; quanto maior fôr o seu grau de Cultura, tanto menor será o seu estádio de atraso em termos de relação comum com as Sociedades suas mais directas competidoras.
"Para lograr sucesso na constituição de um Distrito com novas capacidades importa que: o que era lei no ensino ontem, não obriga hoje, porque os limites do possivel são menos estreitos do que pensamos, e nada pode restringir a capacidade deste Distrito e deste País de terem direito à indispensável Cultura para fazerem nover os atributos de um futuro legitimamente melhor que o presente e o passado.
A Cultura não se esgota nos grandes actos!
A Cultura é tudo aquilo que fomos e somos em qualquer área de actuação!
A Cultura é sabermos construir um futuro livre de restrições passadas e presentes e totalmente voltado para as realidades futuras.
Criar condições de igualdade de oportunidades para os Jovens, também é um acto cultural!
Subscreve:
"João Massapina"
VIII Congresso Nacional da J.S.D
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