Reprodução da carta enviada ao Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas, solicitando a demissão de Militante do C.D.S./P.P.
José João Massapina Antunes da Silva
Camino de La Noria, 5
2140 - Ayamonte
Andaluzia
Espanha
Apartado nº 5
8950-909 Castro Marim
Portugal
Registado com Aviso de Recepção
Exmº Senhor
Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas
Presidente
C.D.S./Partido Popular
Largo Adelino Amaro da Costa nº 5
1100 LISBOA
Portugal, 23 de Fevereiro de 2004
ASSUNTO: PEDIDO DE DEMISSÃO DE MILITANTE DO C.D.S./PARTIDO POPULAR
Vem por este meio o Signatário, solicitar a V. Exª que se digne proceder junto dos Serviços Centrais do C.D.S./Partido Popular, no sentido de que a partir desta data me seja concedida a demissão efectiva de Militante do C.D.S./P.P., mais solicito que a mesma decisão me seja confirmada de forma efectiva por via postal.
Saiba V. Exª que a ingratidão é o pior dos defeitos que se pode encontrar num homem, e sobretudo num politico, mas como a vida é feita de acontecimentos chamados altos e baixos..., ciladas..., cabalas..., intrigas..., companhia de falsos amigos, caminhadas politicas que muitas vezes, embora feitas na mesma estrada ideológica, se entende mais tarde que na realidade se caminhava para um abismo para onde nos queriam levar (digo tentar empurrar).
Na minha vida, nunca caminhei para onde não queria, nisso sou como um poeta que um dia decidiu escrever; "por ai não vou!..."
Na minha vida, nunca me sujeitei a julgamentos organizados por estrategas da intriga, muito menos me poderia sujeitar a julgamentos pré-organizados!
Na minha vida, nunca necessitei da politica para viver, muito pelo contrário, graças à politica facturei graves prejuizos pessoais, que ainda hoje estou a pagar!
Como V. Exª sabe, fui dirigente Concelhio do Partido a que V. Exª ainda hoje preside, mas por razões que o tempo já está a provar e se encarregara de confirmar, fui ardilosamente afastado da estratégia que então se tinha delineado, e que seria levar o C.D.S./P.P. a ter representação autarquica no Concelho do Barreiro, facto que seria histórico, e consequentemente de muito difícil digestão para algumas pessoas dentro do próprio Partido.
Passado todo este tempo, e como não me foi possível pessoalmente junto de V. Exª esclarecer o que levou um grupo de personalidades que então o rodeavam a recear a força politica da Concelhia do Barreiro, e como fui entretanto alvo de processo crime por alegada difamação enquanto dirigente do C.D.S./P.P., e NINGUÉM, teve a educação, a dignidade de me perguntar se necessitava de um apoio, um simples Advogado, etc...
Como ganhei dois dos três processos crime que me tinham sido movidos, sem necessitar sequer de me deslocar ao Tribunal, e fui condenado num único processo, pelo simples facto de NINGUÉM se dignar simplesmente a dizer, "esse Senhor estava sentado numa mesa de uma conferencia de imprensa, conjuntamente com a Presidente da Comissão Politica Distrital de Setúbal, o Presidente da Comissão Politica Distrital de Setúbal da J.C., e outros Dirigentes do Partido, e usou da palavra como Presidente da Concelhia do Barreiro, e nessa exclusiva qualidade".
E como até esta data, NINGUÉM, absolutamente NINGUÉM, levantou a voz para o dizer com qualidade para tal, ou seja alguém com responsabilidades no Partido.
Graças a esse único processo perdido, estou a pagar a módica quantida de 3.500 euros a um Industrial, Militnte do Partido Socialista, e ex-Autarca, que destruiu uma mata nacional com o consentimento descarado de altos dirigentes do Partido Socilista, digo destruiu e roubou madeira daquilo que constitui propriedade nacional.
Já que sou condenado, posso usar a expressão "Gatuno", porque no fundo estou a pagar para ter esse direito, o que me dá a oportunidade de tratar esse Senhor pelo seu verdadeiro nome.
E, Senhor Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas, Presidente do C.D.S./P.P., e meu bom amigo, até hojé, ninguém do interior do Partido a que V. Exª preside me perguntou sequer se...
Honradamente pagarei até ao último cêntimo esse valor, na verdade não é bem o valor que esta em causa em termos reais, pois será pago como uma esmola mensal para um Senhor que parece necessitar de umas centens de euros para comer..., pois se a dignidade se comprasse, não faltavam homens dignos na sociedade portuguesa e assim não acontece como sabe, na verdade Sr. Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas, o que esta em causa é a ingratidão.
Como defeito a ingratidão é uma qulidade??? muito próxima do esquecimento, embora o esquecimento tenha a virtude de tentar apagar aquilo que um dia foi real.
Vamos então tentar esquecer que um dia o João Massapina, arrancou com uma Concelhia que era virtual e a transformou em algo real, com Militantes reais que V. Exª conheceu, e porque não tentar esquecer também que uns quantos Militantes de outras Concelhias, e com responsabilidades superiores à data, conseguiram o prodígio de lançar Militntes na listagem do Barreiro, Militantes?? que por acaso, veja-se só por mero acaso até eram pessoas das minahs relações pessoais em termos profissionais, e também por mero acaso, e só por mero acaso, foram essas pessoas que descobriram esses Militantes?? que afinal não eram Militantes, mas que interessava que naquele dado momento fossem Militantes??, sem o serem na realidade, no minimo incrível...
Vamos então tentar esquecer que o João Massapina foi Presidente da Comissão Politica Concelhia do Barreiro do C.D.S./P.P., e com essa Comissão Politica composta por Militantes reais, realizaram Campanhas politicas, reais, no terreno, com a defesa dos nossos ideais politicos.
Vamos tentar também esquecer o facto de ter sido a primeira, a Concelhia do Partido no Barreiro, a apoiar a sua Candidatura a Presidente do C.D.S./P.P., com a capacidade de em 30 anos da chamada democracia, ter sido essa Concelhia a única que teve a coragem de realizar um Comício público do C.D.S./P.P. no Barreiro, onde V. Exª acho que esteve presente e eu também, e até usamos da palavra para um salão cheio de pessoas reais.
Vamos esquecer tantos e tantos outros factos que já se esta a tornar fastidioso tentar relembrar, ou será tentar esquecer...?!
Esqueçamos então que até eu existo, e porque não também que V. Exª existe. Será que é possivel???
Vamos lá então! Tentemos então esquecer!!!
Aceite os meus melhores cumprimentos, com os protestos da minha mais alta consideração e estima, até que não esqueçamos, com amizade.
José João Massapina Antunes da Silva
sexta-feira, 29 de junho de 2007
PEDIDO DE DEMISSÃO DE DEPUTADO MUNICIPAL NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DO BARREIRO
José João Massapina Antunes da Silva
Rua D. Francisco de Almeida nº 13 - r/ch
Quinta da Lomba - Santo André
2830 Barreiro Codex
Exmº Senhor
Helder da Silva Nobre Madeira
Presidente
Assembleia Municipal do Barreiro
Travessa do Municipio
2830 Barreiro
Barreiro, 04 de Janeiro de 1997
Assunto: RENUNCIA A MANDATO AUTARQUICO
Eleito Deputado Municipal em Dezembro de 1993, nas listas do P.P.D./P.S.D., tomei posse em Janeiro de 1994, passei à situação de Deputado Municipal independente em 1995, comunicando dessa minha decisão e as razões da mesma aos diversos líderes parlamentares das restantes forças politicas representadas na Assembleia Municipal, tornado ainda pública essa minha decisão em reunião pública da Assembleia Municipal, renunciando por razões de etica e coerencia à Coordenação da Comissão Permanente de Meio Ambiente, Obras e Serviços Públicos.
Informei esta Assembleia de que no dia em que a minha vida politica tomasse um novo rumo, em termos de filiação partidaria, eu tomaria a decisão legal coerente, frontal e ética de renunciar ao mandato de Deputado Municipal.
Desta forma e, considerando a minha nova, formal, situação politica de militante de um Partido Politico diferente do Partido pelo qual fui eleito para esta Assembleia Municipal, e encontrando-me inclusivamente neste momento a iniciar uma campanha interna de candidatura à liderança da Comissão Politica Concelhia do Barreiro dessa força politica, torna-se coerente e irreversivel a minha posição consciente de por razões legais, éticas e politicas vir desta forma junto de V. Exª Senhor Presidente, e dos Deputados Municipais da Assembleia Municipal do Barreiro, apresentar o meu pedido de renuncia ao actual mandato de Deputado Municipal, contando para o efeito a data de 04 de Janeiro de 1997.
Aproveito ainda esta minha carta, para dar público agradecimento aos Senhores Deputados Municipais de todas as forças politicas representadas na Assembleia Municipal do Barreiro, sem excepção, pela forma como sempre colaboraram comigo nos trabalhos das sessões da Assembleia Municipal em geral e, nas reuniões das Comissões Permanentes de Meio Ambiente, Obras e Serviços Públicos e de Assuntos Sociais, Saúde, Cultura e Desporto.
Desta forma, também, deixo o meu público agradecimento à Senhora Secretária da Assembleia Municipal, D. Rosa Arede, que sempre colaborou comigo e com os trabalhos desta Assembleia e das respectivas Comissões Permanentes, de uma forma leal e isenta.
Desejo a V. Exª, Senhor Presidente, e aos restantes eleitos à Assembleia Municipal do Barreiro os melhores votos de exitos no trabalho em pról do Barreiro e dos Barreirenses, razão primeira de nos terem eleito.
Pela minha parte, irei continuar a acompanhar e colaborar dentro do possivel com o vosso importante trabalho, agradecendo desde já o muito que aprendi com os Senhores Vereadores da Câmara Municipal do Barreiro e com os Senhores Deputados Municipais de todas as forças politicas.
Deixo aqui o meu muito obrigado e até breve!
Com os melhores cumprimentos,
O Ex-Deputado Municipal
José João Massapina Antunes da Silva
Rua D. Francisco de Almeida nº 13 - r/ch
Quinta da Lomba - Santo André
2830 Barreiro Codex
Exmº Senhor
Helder da Silva Nobre Madeira
Presidente
Assembleia Municipal do Barreiro
Travessa do Municipio
2830 Barreiro
Barreiro, 04 de Janeiro de 1997
Assunto: RENUNCIA A MANDATO AUTARQUICO
Eleito Deputado Municipal em Dezembro de 1993, nas listas do P.P.D./P.S.D., tomei posse em Janeiro de 1994, passei à situação de Deputado Municipal independente em 1995, comunicando dessa minha decisão e as razões da mesma aos diversos líderes parlamentares das restantes forças politicas representadas na Assembleia Municipal, tornado ainda pública essa minha decisão em reunião pública da Assembleia Municipal, renunciando por razões de etica e coerencia à Coordenação da Comissão Permanente de Meio Ambiente, Obras e Serviços Públicos.
Informei esta Assembleia de que no dia em que a minha vida politica tomasse um novo rumo, em termos de filiação partidaria, eu tomaria a decisão legal coerente, frontal e ética de renunciar ao mandato de Deputado Municipal.
Desta forma e, considerando a minha nova, formal, situação politica de militante de um Partido Politico diferente do Partido pelo qual fui eleito para esta Assembleia Municipal, e encontrando-me inclusivamente neste momento a iniciar uma campanha interna de candidatura à liderança da Comissão Politica Concelhia do Barreiro dessa força politica, torna-se coerente e irreversivel a minha posição consciente de por razões legais, éticas e politicas vir desta forma junto de V. Exª Senhor Presidente, e dos Deputados Municipais da Assembleia Municipal do Barreiro, apresentar o meu pedido de renuncia ao actual mandato de Deputado Municipal, contando para o efeito a data de 04 de Janeiro de 1997.
Aproveito ainda esta minha carta, para dar público agradecimento aos Senhores Deputados Municipais de todas as forças politicas representadas na Assembleia Municipal do Barreiro, sem excepção, pela forma como sempre colaboraram comigo nos trabalhos das sessões da Assembleia Municipal em geral e, nas reuniões das Comissões Permanentes de Meio Ambiente, Obras e Serviços Públicos e de Assuntos Sociais, Saúde, Cultura e Desporto.
Desta forma, também, deixo o meu público agradecimento à Senhora Secretária da Assembleia Municipal, D. Rosa Arede, que sempre colaborou comigo e com os trabalhos desta Assembleia e das respectivas Comissões Permanentes, de uma forma leal e isenta.
Desejo a V. Exª, Senhor Presidente, e aos restantes eleitos à Assembleia Municipal do Barreiro os melhores votos de exitos no trabalho em pról do Barreiro e dos Barreirenses, razão primeira de nos terem eleito.
Pela minha parte, irei continuar a acompanhar e colaborar dentro do possivel com o vosso importante trabalho, agradecendo desde já o muito que aprendi com os Senhores Vereadores da Câmara Municipal do Barreiro e com os Senhores Deputados Municipais de todas as forças politicas.
Deixo aqui o meu muito obrigado e até breve!
Com os melhores cumprimentos,
O Ex-Deputado Municipal
José João Massapina Antunes da Silva
sábado, 23 de junho de 2007
INTERVEÇÃO DE RUI MACHADO VILELA, CONTRA A GESTÃO DE BRUNO VITORINO NA J.S.D.
Trancrição do documento publicado em original em: http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/ , referente a interveção de Rui Machado Vilela, Militante historico da J.S.D. e do P.S.D. do Barreiro, relativamente à gestão desastrosa protagonizada por Bruno Jorge Viegas Vitorino, em 1991.
- "A interveção que vou efectuar de seguida vai ser o meu último acto oficial como Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da J.S.D. do Concelho do Barreiro. Venho por este meio dar uma explicação desta atitude, a todos os presentes.
Desde o meu regresso às lides partidárias no inicio de 1988, acreditei num projecto que decorria na altura, encabeçado pelo militante João Massapina e que se manteve firme até meados de 1990, 91, quando foi substituido pela actual Comissão Politica.
Esse projecto ia ao encontro dos meus ideais de social democracia na prespectiva da organização de juventude em que nos inserimos e cujos objectivos são fundamentalmente a formação de quadros estudantis e a sensibilização da juventude relativamente aos problemas sociais em geral e aos problemas com que a juventude se depara, em particular, e desses cito alguns; o actual sistema de ensino em vigor; a formação profissional; o insucesso escolar; a alta taxa de desemprego; a droga; o alcoolismo na juventude como factor de substituição ou preenchimento válido e valorizador dos tempos livres; a inserção dos jovens na vida activa, tanto a nivel pessoal e social, como económico, e também a outro grau a formação politica do jovem.
É por me preocupar com a juventude e por defender que os assuntos acima mencionados são absolutmente prioritários e fundamentais, que actualmente sou Conselheiro Distrital da J.S.D., Delegado à Assembleia Distrital do P.S.D., e por fim membro desta Mesa que está a dirigir os trabalhos.
Sempre tentei defender o Partido da melhor forma possível com as armas que possuía e que sempre foram e serão a honestidade, uma análise prespicaz a situações imprevistas e com um factor que dos três é o mais importante: a confiança na equipa em que estou e com quem trabalho.
Por motivos, para mim absolutamente claros e definidos, essa minha confiança na J.S.D. do Barreiro e nos seus Dirigentes locais desvaneceu-se e acabou por desaparecer por completo. Hoje pergunto-me se é licito a bem do Partido ou a bem da J.S.D. colaborar abertamente com elementos do Partido que desde sempre a menosprezaram e tentaram diminuir; elementos esses que não reconhecem os membros da J.S.D. maiores de 18 anos como membros de pleno direito do partido, que consideram qualquer trabalho desenvolvido pela J.S.D. e apresentado a esse mesmo Partido como sendo inválido e geralmente de pouco interesse; elementos esses que, no entanto se aproximam desses jovens descaradamente para lhes fazer as campanhas; elementos esses que apadrinham e defendem acaloradamente situações de corrupção que vão precisamente prejudicar a juventude.
É por todas estas razões que julgo que a J.S.D. do Barreiro não reune neste momento as condições necessárias para o meu desempenho em lugares oficiais em representação da mesma. No entanto, desde que eu entenda que a J.S.D. reuna as condições suficientes para eu prestar a colaboração necessária, declaro que estarei sempre pronto a defender as suas cores e os seus ideias no Barreiro ou em outro lugar qualquer.
Irei no entanto terminar o meu mandato de Conselheiro Distrital da J.S.D. e também o de Delegado à Assembleia Distrital do Partido.
Relativamente à minha recente eleição como autarca irei manter e respeitar a 100% o compromisso assumido.
- 'Rui Machado Vilela' -"
- "A interveção que vou efectuar de seguida vai ser o meu último acto oficial como Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da J.S.D. do Concelho do Barreiro. Venho por este meio dar uma explicação desta atitude, a todos os presentes.
Desde o meu regresso às lides partidárias no inicio de 1988, acreditei num projecto que decorria na altura, encabeçado pelo militante João Massapina e que se manteve firme até meados de 1990, 91, quando foi substituido pela actual Comissão Politica.
Esse projecto ia ao encontro dos meus ideais de social democracia na prespectiva da organização de juventude em que nos inserimos e cujos objectivos são fundamentalmente a formação de quadros estudantis e a sensibilização da juventude relativamente aos problemas sociais em geral e aos problemas com que a juventude se depara, em particular, e desses cito alguns; o actual sistema de ensino em vigor; a formação profissional; o insucesso escolar; a alta taxa de desemprego; a droga; o alcoolismo na juventude como factor de substituição ou preenchimento válido e valorizador dos tempos livres; a inserção dos jovens na vida activa, tanto a nivel pessoal e social, como económico, e também a outro grau a formação politica do jovem.
É por me preocupar com a juventude e por defender que os assuntos acima mencionados são absolutmente prioritários e fundamentais, que actualmente sou Conselheiro Distrital da J.S.D., Delegado à Assembleia Distrital do P.S.D., e por fim membro desta Mesa que está a dirigir os trabalhos.
Sempre tentei defender o Partido da melhor forma possível com as armas que possuía e que sempre foram e serão a honestidade, uma análise prespicaz a situações imprevistas e com um factor que dos três é o mais importante: a confiança na equipa em que estou e com quem trabalho.
Por motivos, para mim absolutamente claros e definidos, essa minha confiança na J.S.D. do Barreiro e nos seus Dirigentes locais desvaneceu-se e acabou por desaparecer por completo. Hoje pergunto-me se é licito a bem do Partido ou a bem da J.S.D. colaborar abertamente com elementos do Partido que desde sempre a menosprezaram e tentaram diminuir; elementos esses que não reconhecem os membros da J.S.D. maiores de 18 anos como membros de pleno direito do partido, que consideram qualquer trabalho desenvolvido pela J.S.D. e apresentado a esse mesmo Partido como sendo inválido e geralmente de pouco interesse; elementos esses que, no entanto se aproximam desses jovens descaradamente para lhes fazer as campanhas; elementos esses que apadrinham e defendem acaloradamente situações de corrupção que vão precisamente prejudicar a juventude.
É por todas estas razões que julgo que a J.S.D. do Barreiro não reune neste momento as condições necessárias para o meu desempenho em lugares oficiais em representação da mesma. No entanto, desde que eu entenda que a J.S.D. reuna as condições suficientes para eu prestar a colaboração necessária, declaro que estarei sempre pronto a defender as suas cores e os seus ideias no Barreiro ou em outro lugar qualquer.
Irei no entanto terminar o meu mandato de Conselheiro Distrital da J.S.D. e também o de Delegado à Assembleia Distrital do Partido.
Relativamente à minha recente eleição como autarca irei manter e respeitar a 100% o compromisso assumido.
- 'Rui Machado Vilela' -"
quinta-feira, 21 de junho de 2007
ESTADÃO - PASSOU PELA POLITICA
Realmente o Sr. Pedro Alexandre Chora Estadão, passou pela politica de uma forma tempestuosa, e deixou um rasto de má gestão, incompetência, e terminou a sua carreira de forma inglória, pois acabou por ser destituido de Presidente da C.P.C. do Barreiro, orgão para o qual foi eleito???, por manifesta falta de comparecia, organizada com o apoio de um "dinosauro da politica da época, Cruz Abecacis".
No entanto, e muito embora o monte de dividas e outros problemas que criou durante a sua pseudo-gestão politica, e que deixou para resolver por quem se seguiu nos destinos da Concelhia do Barreiro, ainda assim, contava com alguns amigalhaços na comunicação social do Barreiro, nomeadamente um tal Sr. Sousa Pereira, que lhe municiava "tempo de antena" para o deixar publicar semanalmente algumas barbaridades.
Facilitava o Jornal do Barreiro dessa época, na pessoa do seu Chefe de Redacção, também com a cobertura do Director à época, alguns artigos de muito duvidosa qualidade, que tinham como unico objectivo, ofender o bom nome de algumas pessoas e entidades, muito embora, se dissessem todos muito religiosos...
Depois de muitas tentativas para repor a verdade, relativamente a muitas noticias anteriores, que nunca mereciam tratamento democrático em termos de direito de resposta, tive que recorrer à Lei de Imprensa Portuguesa para conseguir repor a verdade, com a carta que aqui deixo exposta, datada de 27 de Setembro de 1998.
Partido Popular
Concelhia do Barreiro
Registada com A/R
Exmo Senhor
Director
Jornal do Barreiro
Publicou o Orgão de Comunicação Social, que V. Exª muito dignamente dirige, na edição do passado dia 25 de Setembro, uma carta/resposta da autoria de um tal Senhor, que assina por Pedro Alexandre Chora Estadão, em que são visados directamente a Comissão Politica Concelhia do Barreiro do C.D.S./Partido Popular e o seu Presidente, José João Massapina Antunes da Silva, desta forma e uma vez que nos sentimos lesados em termos eticos e morais pelo escrito, solicitamos a V. Exª a publicação integral desta carta, que mereceu a aprovação por unanimidade dos membros da C.P.C./P.P. Barreiro, presentes na reunião realizada hoje dia 27 de Setembro, os seguintes necessários e imprescindiveis esclarecimentos e comentários ao escrito da autoria de alguém que no nosso entendimento tem indicios de padecer de "granuloma":
1) Confirma "o que é raro" o referido Cavalheiro, que é um "Impostor Malabarista" que deixou na ruina total em termos organizativos e financeiros o C.D.S./P.P. do Barreiro, sem arquivos, sem saldos contabilisticos, e pejado de dividas.
(Prova-se que fala verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)Confirma o Cavalheiro no seu escrito não ter a dignidade moral e etica para assumir os seus actos pessoais e politicos, fugindo "cobardemente" ás responsabilidades, hoje os assuntos já não são da sua responsabilidade.
2) Tenta confirmar, mais uma vez, o Cavalheiro que se trata de um "Malabarista" querendo fazer crer que já se tinha demitido antes da realização da Assembleia Concelhia do passado dia 24 de Janeiro, na realidade tal não aconteceu, tendo sido destituido nessa Assembleia pela unanimidade dos Militantes presentes, na quantidade de 40 (quarenta), e por proposta subscrita por mais de 50% dos filiados á data no C.D.S./P.P. do Barreiro.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)Só mesmo essa situação deu razão de ser á convocação de eleições para os Orgãos Concelhios, tal como consta das actas e dos arquivos da sede nacional do C.D.S./P.P. e que pode ser comprovada a qualquer altura, se necessário for, pela Comissão Politica Nacional.
3) Confirma, mais uma vez, o Cavalheiro que se trata de um "Malabarista" ao citar uma carta, misteriosa, e diriamos mesmo virtual, que esclareceu não se sabe o que, nem a quem, se não mesmo só ao próprio Cavalheiro, e que ainda por cima diz ser subscrita por alguém que fez parte do seu grupo de amigalhaços da Nacional e da Distrital de Setúbal, que o fizeram "nomear" ??? Presidente da Concelhia ???, obstruindo qualquer outra candidatura e levantando inclusivamente processos disciplinares a militantes que o fazer, como forma de chantagem emocional, processos que mereceram em devido tempo o chamado tratamento "W.C."
4) Confirma "o que é raro" o Cavalheiro que deixou um rasto de dividas, malabarismos financeiros e compromissos não assumidos, para além de uma viatura destruida, e que fugiu mais uma vez ás suas responsabilidades, não se recordadndo de outros compromissos ou dividas pois foram tantos que perdeu as contas.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo do dia 04 de Setembro)Contas e compromissos que hoje, esta C.P.C. do Barreiro: Que o Cavalheiro diz que nada faz, que o Cavalheiro diz que nada fez durante estes meses, e que o Cavalheiro diz que nada tem programado para fazer; está a saldar de uma forma honrada e digna para o nome do C.D.S./P.P. resolvendo os "Caldinhos" que o Cavalheiro foi arranjando ao longo da sua curta permanencia na direcção do Partido no Barreiro.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de de Setembro)
5) Pensa mal o referido Cavalheiro quando afirma que não deve ser a ele que nos referimos em termos de Extrema-Direita Pró-Nazi, na verdade é mesmo ao cavalheiro Pedro Alexandre Chora Estadão, a quem nos referimos, pois fio o cavalheiro quem organizou e participou em festas Pró-Nazis de que se retem ainda hoje imagens fotográficas e cinematográficas da sua personagem, em elogiosas frases, afirmações e poses, a que nem faltam a ornamentar Vª Exª os simbolos pró-regime do Sr. Adolfo, dos anos de má memória para a Europa e para o Mundo.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)
6) Aproveitamos ainda para esclarecer a preocupação do Cavalheiro, embora felizmente já não o faça como Militante do C.D.S./P.P., quanto ao cumprimento da Moção de Estrategia com que fomos eleitos, e nomeadamente quanto à situação da sede concelhia e das suas obras, lamentamos já não necessitar neste momento em termos de obras da Serventia para os Pedreiros, fique certo que não o teriamos esquecido para essas tarefas, pois deve estar bastante habilitado profissionalmente para o efeito, no entanto na verdade o C.D.S./P.P. do Barreiro não vai ter 1 (uma) sede, vai ter 3 (três) sedes, das quais já esta em pleno funcionamento uma delas, a da Estrutura Autonoma F.T.D.C. do Barreiro, este facto até é do conhecimento do Cavalheiro, uma vez que até saudou telefónicamente o Coordenador da F.T.D.C. do Barreiro pelo facto, no próprio dia da inauguração, e fazendo-se convidado para o acto, já se esqueceu...
Terminamos desejando as melhores venturas e também melhoras dos problemas de "memória" ao cavalheiro, Pedro Alexandre Chora Estadão, que como Barreirense merece o nosso respeito e compadecimento, os doentes com indícios de problemas do foro psiquiatrico preocupam-nos, ainda mais que a área da saúde no Concelho do Barreiro não funcionam nada bem.
Com estes esclarecimentos fica definitivamente encerrado este assunto, pois o C.D.S./P.P. tem assuntos importantes com que se preocupar que não o estado mental de alguns Cavalheiros ou as suas necessidades de protagonismo pessoal.
Desminta-nos o cavalheiro, as vezes que quizer, mas quando o voltar a fazer, não o faça com simples palavras que nada provam, prove factual e documentalmente que não foi Vª Exª quem foi demitido por unanimidade dos Militantes presentes em Assembleia Concelhia realizada em 24 de Janeiro do corrente ano por incompetencia e falta de etica, que não foi Vª Exª, mas sim um seu irmão gemeo, quem organizou documentadas em fotografias e filmes, devidamente resguardados para a posteridade.
Desminta-nos pois gostamos muito da "Verdade", não gostamos mesmo nada de "Mentirosos!"
Aceite o Sr. Director do "Jornal do Barreiro" e os estimados leitores deste prestigiado orgão de Comunicação Social os nossos melhores cumprimentos.
Barreiro, 27 de Setembro de 1998
A Comissão Politica Concelhia do Barreiro
do C.D.S./Partido Popular
O Presidente
(José João Massapina Antunes da Silva)
No entanto, e muito embora o monte de dividas e outros problemas que criou durante a sua pseudo-gestão politica, e que deixou para resolver por quem se seguiu nos destinos da Concelhia do Barreiro, ainda assim, contava com alguns amigalhaços na comunicação social do Barreiro, nomeadamente um tal Sr. Sousa Pereira, que lhe municiava "tempo de antena" para o deixar publicar semanalmente algumas barbaridades.
Facilitava o Jornal do Barreiro dessa época, na pessoa do seu Chefe de Redacção, também com a cobertura do Director à época, alguns artigos de muito duvidosa qualidade, que tinham como unico objectivo, ofender o bom nome de algumas pessoas e entidades, muito embora, se dissessem todos muito religiosos...
Depois de muitas tentativas para repor a verdade, relativamente a muitas noticias anteriores, que nunca mereciam tratamento democrático em termos de direito de resposta, tive que recorrer à Lei de Imprensa Portuguesa para conseguir repor a verdade, com a carta que aqui deixo exposta, datada de 27 de Setembro de 1998.
Partido Popular
Concelhia do Barreiro
Registada com A/R
Exmo Senhor
Director
Jornal do Barreiro
Publicou o Orgão de Comunicação Social, que V. Exª muito dignamente dirige, na edição do passado dia 25 de Setembro, uma carta/resposta da autoria de um tal Senhor, que assina por Pedro Alexandre Chora Estadão, em que são visados directamente a Comissão Politica Concelhia do Barreiro do C.D.S./Partido Popular e o seu Presidente, José João Massapina Antunes da Silva, desta forma e uma vez que nos sentimos lesados em termos eticos e morais pelo escrito, solicitamos a V. Exª a publicação integral desta carta, que mereceu a aprovação por unanimidade dos membros da C.P.C./P.P. Barreiro, presentes na reunião realizada hoje dia 27 de Setembro, os seguintes necessários e imprescindiveis esclarecimentos e comentários ao escrito da autoria de alguém que no nosso entendimento tem indicios de padecer de "granuloma":
1) Confirma "o que é raro" o referido Cavalheiro, que é um "Impostor Malabarista" que deixou na ruina total em termos organizativos e financeiros o C.D.S./P.P. do Barreiro, sem arquivos, sem saldos contabilisticos, e pejado de dividas.
(Prova-se que fala verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)Confirma o Cavalheiro no seu escrito não ter a dignidade moral e etica para assumir os seus actos pessoais e politicos, fugindo "cobardemente" ás responsabilidades, hoje os assuntos já não são da sua responsabilidade.
2) Tenta confirmar, mais uma vez, o Cavalheiro que se trata de um "Malabarista" querendo fazer crer que já se tinha demitido antes da realização da Assembleia Concelhia do passado dia 24 de Janeiro, na realidade tal não aconteceu, tendo sido destituido nessa Assembleia pela unanimidade dos Militantes presentes, na quantidade de 40 (quarenta), e por proposta subscrita por mais de 50% dos filiados á data no C.D.S./P.P. do Barreiro.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)Só mesmo essa situação deu razão de ser á convocação de eleições para os Orgãos Concelhios, tal como consta das actas e dos arquivos da sede nacional do C.D.S./P.P. e que pode ser comprovada a qualquer altura, se necessário for, pela Comissão Politica Nacional.
3) Confirma, mais uma vez, o Cavalheiro que se trata de um "Malabarista" ao citar uma carta, misteriosa, e diriamos mesmo virtual, que esclareceu não se sabe o que, nem a quem, se não mesmo só ao próprio Cavalheiro, e que ainda por cima diz ser subscrita por alguém que fez parte do seu grupo de amigalhaços da Nacional e da Distrital de Setúbal, que o fizeram "nomear" ??? Presidente da Concelhia ???, obstruindo qualquer outra candidatura e levantando inclusivamente processos disciplinares a militantes que o fazer, como forma de chantagem emocional, processos que mereceram em devido tempo o chamado tratamento "W.C."
4) Confirma "o que é raro" o Cavalheiro que deixou um rasto de dividas, malabarismos financeiros e compromissos não assumidos, para além de uma viatura destruida, e que fugiu mais uma vez ás suas responsabilidades, não se recordadndo de outros compromissos ou dividas pois foram tantos que perdeu as contas.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo do dia 04 de Setembro)Contas e compromissos que hoje, esta C.P.C. do Barreiro: Que o Cavalheiro diz que nada faz, que o Cavalheiro diz que nada fez durante estes meses, e que o Cavalheiro diz que nada tem programado para fazer; está a saldar de uma forma honrada e digna para o nome do C.D.S./P.P. resolvendo os "Caldinhos" que o Cavalheiro foi arranjando ao longo da sua curta permanencia na direcção do Partido no Barreiro.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de de Setembro)
5) Pensa mal o referido Cavalheiro quando afirma que não deve ser a ele que nos referimos em termos de Extrema-Direita Pró-Nazi, na verdade é mesmo ao cavalheiro Pedro Alexandre Chora Estadão, a quem nos referimos, pois fio o cavalheiro quem organizou e participou em festas Pró-Nazis de que se retem ainda hoje imagens fotográficas e cinematográficas da sua personagem, em elogiosas frases, afirmações e poses, a que nem faltam a ornamentar Vª Exª os simbolos pró-regime do Sr. Adolfo, dos anos de má memória para a Europa e para o Mundo.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)
6) Aproveitamos ainda para esclarecer a preocupação do Cavalheiro, embora felizmente já não o faça como Militante do C.D.S./P.P., quanto ao cumprimento da Moção de Estrategia com que fomos eleitos, e nomeadamente quanto à situação da sede concelhia e das suas obras, lamentamos já não necessitar neste momento em termos de obras da Serventia para os Pedreiros, fique certo que não o teriamos esquecido para essas tarefas, pois deve estar bastante habilitado profissionalmente para o efeito, no entanto na verdade o C.D.S./P.P. do Barreiro não vai ter 1 (uma) sede, vai ter 3 (três) sedes, das quais já esta em pleno funcionamento uma delas, a da Estrutura Autonoma F.T.D.C. do Barreiro, este facto até é do conhecimento do Cavalheiro, uma vez que até saudou telefónicamente o Coordenador da F.T.D.C. do Barreiro pelo facto, no próprio dia da inauguração, e fazendo-se convidado para o acto, já se esqueceu...
Terminamos desejando as melhores venturas e também melhoras dos problemas de "memória" ao cavalheiro, Pedro Alexandre Chora Estadão, que como Barreirense merece o nosso respeito e compadecimento, os doentes com indícios de problemas do foro psiquiatrico preocupam-nos, ainda mais que a área da saúde no Concelho do Barreiro não funcionam nada bem.
Com estes esclarecimentos fica definitivamente encerrado este assunto, pois o C.D.S./P.P. tem assuntos importantes com que se preocupar que não o estado mental de alguns Cavalheiros ou as suas necessidades de protagonismo pessoal.
Desminta-nos o cavalheiro, as vezes que quizer, mas quando o voltar a fazer, não o faça com simples palavras que nada provam, prove factual e documentalmente que não foi Vª Exª quem foi demitido por unanimidade dos Militantes presentes em Assembleia Concelhia realizada em 24 de Janeiro do corrente ano por incompetencia e falta de etica, que não foi Vª Exª, mas sim um seu irmão gemeo, quem organizou documentadas em fotografias e filmes, devidamente resguardados para a posteridade.
Desminta-nos pois gostamos muito da "Verdade", não gostamos mesmo nada de "Mentirosos!"
Aceite o Sr. Director do "Jornal do Barreiro" e os estimados leitores deste prestigiado orgão de Comunicação Social os nossos melhores cumprimentos.
Barreiro, 27 de Setembro de 1998
A Comissão Politica Concelhia do Barreiro
do C.D.S./Partido Popular
O Presidente
(José João Massapina Antunes da Silva)
terça-feira, 19 de junho de 2007
CARTA ESCLARECIMENTO A JORNAL VOZ DO BARREIRO
José João Massapina Antunes da Silva
Urbanização da Quinta dos Loios
Rua 2 nº 11 - 4º D
2830 BARREIRO
Entregue em mão própria na Redacção
EXMº SENHOR
DIRECTOR
JORNAL "VOZ DO BARREIRO"
Rua João de Deus nº 33 - B
2830 BARREIRO
Barreiro, 07 de Janeiro de 1991
ASSUNTO: J.S.D. ESCLARECE
Tendo sido publicado no Jornal que V. Exª dirige, no passado dia 22 de Dezembro de 1990, um pretenso Comunicado/Esclarecimento !??? da autoria do Exmo Senhor Bruno Jorge Viegas vitorino, em representação, enquanto Presidente da J.S.D. do Barreiro, venho por este meio muito respeitosamente solicitar a V. Exª que dentro do espaço do Jornal que dirige faça publicar a presente carta no sentido de esclarecer os leitores de algumas inexactidões ai apresentadas, e que ferem pessoalmente a minha pessoa e a Organização J.S.D. no seu geral.
a) A J.S.D./Barreiro não fez sair qualquer comunicado em 27 de Outubro de 1990 no Jornal "Voz do Barreiro" ou em qualquer outra publicação ou Orgão de Informação como se pode constatar analisando essa edição nº 257, 2ª Serie, Ano VII, desse prestigiado Orgão de Informação regional.
b) A J.S.D. emitiu nessa data uma nota de divulgação à imprensa sobre o cumprimento das suas linhas de actuação constantes no Programa de Acção que foi apresentado e aprovado pelos Militantes da Secção do Barreiro, a quando da eleição dessa Comissão Politica de Secção, em termos de balanço em final de mandato.
Como tal não existiu qualquer comunicado, como surge indicado no Comunicado do Sr. Bruno Vitorino. Mais informo que enquanto Presidente de uma Comissão Politica tenho toda a legitimidade Moral e Estatutária para representar a Organização J.S.D., uma vez que fui eleito como representante dos Militantes da Secção Concelhia do Barreiro, em termos de Presidente com uma equipa para coordenar, ainda aproveito para informar de que não estava ferido de qualquer incapacidade politica ao contrário do actual Presidente e da sua Comissão Politica, que se mantem em gestão, e que tem neste momento a decorrer um Processo de Impugnação do acto eleitoral no qual foram eleitos por manifestas irregularidades no mesmo e que os Conselhos de Jurisdição Distrital e Nacional da J.S.D. a seu tempo, e muito brevemente, vão aclarar com a consequente anulação do acto eleitoral, e como é evidente com a consequente ilegitimidade para fazer sair obtusas considerações como a surgida no passado dia 23 de Dezembro de 1990, por parte desse jovem "irresponsável" Militante, e de momento representante da J.S.D. do Barreiro, que esta a por em causa a própria Organização enquanto tal.
c) Não tenho portanto que submeter à aprovação da C.P.S. algo que já estava previamente aprovado por todos os Militantes.
Em relação às considerações sobre o trabalho Autarquico do Responsável pela Área de Ambiente da Câmara Municipal do Barreiro, era esta a sensibilidade da altura da maioria dos membros da C.P.S. expressa em reuniões contando inclusivamente com a presença de elementos da propria Comissão Politica Distrital de Setúbal, registadas em actas.
Pessoalmente era também essa a opinião da maioria dos membros da C.P.S. incluindo eu próprio, que neste momento considero ainda mais grave a situação de abandono a que esta votada a àrea Ambiental da C.M.B..
d) Entendo os problemas de ordem moral que prendem a consciencia deste jovem, por razões meramente do foro pessoal pela via "Materna" em relação ao Partido Socialista do Barreiro, mas V. Exª não pode esquecer que a J.S.D. sempre pautou a sua conduta dentro da liberdade de discussão politica e no reconhecimento do pluralismo de opiniões. Como tal a sensibilidade de uma C.P.S. não pode ser alterada só porque V. Exª entende pessoalmente que essas opiniões estão erradas no momento politico em que foram manifestadas.
Aproveite também V. Exª as lições do passado para não vir fazer jogo politico pessoal, ou a mando de outros, e em proximos Comunicados/Esclarecimentos, Etc... utilize bem o bom nome da Organização Politica de juventude que neste momento representa, e seja humilde como no passado outros Presidentes o souberam sempre ser, omitindo o seu nome pessoal para dignificar o nome da Organização J.S.D..
É para dignificar a J.S.D. que está na Organização, não é para se dignificar a si pessoalmente a coberto do nome da J.S.D..
Sem mais de momento, com os meus melhores cumprimentos,
O Ex-Presidente da C.P.S./J.S.D. Barreiro
(João Massapina)
ANEXO: Fotocópias da nota de imprensa publicada no vosso ilustre jornal e também cópia da noticia publicada em 22 de Dezembro de 1990.
Urbanização da Quinta dos Loios
Rua 2 nº 11 - 4º D
2830 BARREIRO
Entregue em mão própria na Redacção
EXMº SENHOR
DIRECTOR
JORNAL "VOZ DO BARREIRO"
Rua João de Deus nº 33 - B
2830 BARREIRO
Barreiro, 07 de Janeiro de 1991
ASSUNTO: J.S.D. ESCLARECE
Tendo sido publicado no Jornal que V. Exª dirige, no passado dia 22 de Dezembro de 1990, um pretenso Comunicado/Esclarecimento !??? da autoria do Exmo Senhor Bruno Jorge Viegas vitorino, em representação, enquanto Presidente da J.S.D. do Barreiro, venho por este meio muito respeitosamente solicitar a V. Exª que dentro do espaço do Jornal que dirige faça publicar a presente carta no sentido de esclarecer os leitores de algumas inexactidões ai apresentadas, e que ferem pessoalmente a minha pessoa e a Organização J.S.D. no seu geral.
a) A J.S.D./Barreiro não fez sair qualquer comunicado em 27 de Outubro de 1990 no Jornal "Voz do Barreiro" ou em qualquer outra publicação ou Orgão de Informação como se pode constatar analisando essa edição nº 257, 2ª Serie, Ano VII, desse prestigiado Orgão de Informação regional.
b) A J.S.D. emitiu nessa data uma nota de divulgação à imprensa sobre o cumprimento das suas linhas de actuação constantes no Programa de Acção que foi apresentado e aprovado pelos Militantes da Secção do Barreiro, a quando da eleição dessa Comissão Politica de Secção, em termos de balanço em final de mandato.
Como tal não existiu qualquer comunicado, como surge indicado no Comunicado do Sr. Bruno Vitorino. Mais informo que enquanto Presidente de uma Comissão Politica tenho toda a legitimidade Moral e Estatutária para representar a Organização J.S.D., uma vez que fui eleito como representante dos Militantes da Secção Concelhia do Barreiro, em termos de Presidente com uma equipa para coordenar, ainda aproveito para informar de que não estava ferido de qualquer incapacidade politica ao contrário do actual Presidente e da sua Comissão Politica, que se mantem em gestão, e que tem neste momento a decorrer um Processo de Impugnação do acto eleitoral no qual foram eleitos por manifestas irregularidades no mesmo e que os Conselhos de Jurisdição Distrital e Nacional da J.S.D. a seu tempo, e muito brevemente, vão aclarar com a consequente anulação do acto eleitoral, e como é evidente com a consequente ilegitimidade para fazer sair obtusas considerações como a surgida no passado dia 23 de Dezembro de 1990, por parte desse jovem "irresponsável" Militante, e de momento representante da J.S.D. do Barreiro, que esta a por em causa a própria Organização enquanto tal.
c) Não tenho portanto que submeter à aprovação da C.P.S. algo que já estava previamente aprovado por todos os Militantes.
Em relação às considerações sobre o trabalho Autarquico do Responsável pela Área de Ambiente da Câmara Municipal do Barreiro, era esta a sensibilidade da altura da maioria dos membros da C.P.S. expressa em reuniões contando inclusivamente com a presença de elementos da propria Comissão Politica Distrital de Setúbal, registadas em actas.
Pessoalmente era também essa a opinião da maioria dos membros da C.P.S. incluindo eu próprio, que neste momento considero ainda mais grave a situação de abandono a que esta votada a àrea Ambiental da C.M.B..
d) Entendo os problemas de ordem moral que prendem a consciencia deste jovem, por razões meramente do foro pessoal pela via "Materna" em relação ao Partido Socialista do Barreiro, mas V. Exª não pode esquecer que a J.S.D. sempre pautou a sua conduta dentro da liberdade de discussão politica e no reconhecimento do pluralismo de opiniões. Como tal a sensibilidade de uma C.P.S. não pode ser alterada só porque V. Exª entende pessoalmente que essas opiniões estão erradas no momento politico em que foram manifestadas.
Aproveite também V. Exª as lições do passado para não vir fazer jogo politico pessoal, ou a mando de outros, e em proximos Comunicados/Esclarecimentos, Etc... utilize bem o bom nome da Organização Politica de juventude que neste momento representa, e seja humilde como no passado outros Presidentes o souberam sempre ser, omitindo o seu nome pessoal para dignificar o nome da Organização J.S.D..
É para dignificar a J.S.D. que está na Organização, não é para se dignificar a si pessoalmente a coberto do nome da J.S.D..
Sem mais de momento, com os meus melhores cumprimentos,
O Ex-Presidente da C.P.S./J.S.D. Barreiro
(João Massapina)
ANEXO: Fotocópias da nota de imprensa publicada no vosso ilustre jornal e também cópia da noticia publicada em 22 de Dezembro de 1990.
TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO NA CONCELHIA
No inicio do ano de 1991, realizou-se a primeira tentaiva de protagonismo pessoal e de alguma forma de golpe de estado tentada pelo jovem Bruno Vitorino, que para se tornar notado tentava bater em tudo e todos, chegando em alguns exemplos a como que olhar para o próprio espelho e atacar - "Até tu Bruno..."
Assim aconteceu, com uma tentativa de protagonismo que apenas conduziu a algum descredito da J.S.D., e ao mesmo tempo a que figuras históricas pura e siumplesmente se afastassem daquele tipo de liderança, que ainda hoje é um pouco uma imagem de marca pessoal, daquela personagem.
Anexo alguns documentos, que podem ser observados em:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/dafult.aspx
nomeadamente duas noticias de jornal, e entre muitas outras, uma carta de lamento e pré-demissão de um Militante histórico da J.S.D. do Barreiro, Rui Machado Vilela. Pela dificuldade de leitura do documento, o mesmo além de publicado na sua imagem original, vai ser reproduzido de forma in-loco.
No entanto a situação foi devidamente esclarecida, e a normalidade voltou a imperar na Concelhia. Reproduzo carta enviada ao Director do Jornal Voz do Barreiro, que nesses tempos funcionava de uma forma sectária, tentando apoiar determinadas figuras, por razões pessoais e economicas.
Veja-se:
José João Massapina Antunes da Silva
Urbanização da Quinta dos Loios
Rua 2, nº 11 - 4º D
2830 LAVRADIO
Registada com A/R
EXMº SENHOR
DIRECTOR
JORNAL "VOZ DO BARREIRO"
Rua João de Deus nº 33 - B
2830 BARREIRO
Barreiro, 21 de Janeiro de 1991
ASSUNTO: J.S.D. ESCLARECE
Uma vez que amanhã dia 22, se cumpre um mês sobre a data da publicação da noticia, supra citada, no vosso prestigiado Orgão de Informação Regional, em que foi focada a minha pessoa, e uma vez que eu pessoalmente no passado dia 07 de Janeiro de 1991, entreguei na Redacção deste Jornal, uma carta no sentido de esclarecer os leitores de enexactidões na altura publicadas, em relação à minha pessoa individualmente, e em relação à Organização J.S.D. na globalidade, sem que tal até ao momento tenha merecido da parte de V. Exª a consequente publicação, venho desta forma, e ao abrigo do preceituado para estas questões na Lei de Imprensa Portuguesa, solicitar a publicação da mesma dentro dos prazos legais estabelecidos para o efeito para o que junto envio fotocópia da carta anteriormente enviada a V. Exª.
Sem mais de momento, certo da sua melhor atenção para com este assunto, envio os meus melhores cumprimentos.
José João Massapina Antunes da Silva
Anexo: Cópia de Bilhete de Identidade nº 6266610 de 1988-11-23 emitido pelo Arquivo de Identificação de Lisboa.
Assim aconteceu, com uma tentativa de protagonismo que apenas conduziu a algum descredito da J.S.D., e ao mesmo tempo a que figuras históricas pura e siumplesmente se afastassem daquele tipo de liderança, que ainda hoje é um pouco uma imagem de marca pessoal, daquela personagem.
Anexo alguns documentos, que podem ser observados em:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/dafult.aspx
nomeadamente duas noticias de jornal, e entre muitas outras, uma carta de lamento e pré-demissão de um Militante histórico da J.S.D. do Barreiro, Rui Machado Vilela. Pela dificuldade de leitura do documento, o mesmo além de publicado na sua imagem original, vai ser reproduzido de forma in-loco.
No entanto a situação foi devidamente esclarecida, e a normalidade voltou a imperar na Concelhia. Reproduzo carta enviada ao Director do Jornal Voz do Barreiro, que nesses tempos funcionava de uma forma sectária, tentando apoiar determinadas figuras, por razões pessoais e economicas.
Veja-se:
José João Massapina Antunes da Silva
Urbanização da Quinta dos Loios
Rua 2, nº 11 - 4º D
2830 LAVRADIO
Registada com A/R
EXMº SENHOR
DIRECTOR
JORNAL "VOZ DO BARREIRO"
Rua João de Deus nº 33 - B
2830 BARREIRO
Barreiro, 21 de Janeiro de 1991
ASSUNTO: J.S.D. ESCLARECE
Uma vez que amanhã dia 22, se cumpre um mês sobre a data da publicação da noticia, supra citada, no vosso prestigiado Orgão de Informação Regional, em que foi focada a minha pessoa, e uma vez que eu pessoalmente no passado dia 07 de Janeiro de 1991, entreguei na Redacção deste Jornal, uma carta no sentido de esclarecer os leitores de enexactidões na altura publicadas, em relação à minha pessoa individualmente, e em relação à Organização J.S.D. na globalidade, sem que tal até ao momento tenha merecido da parte de V. Exª a consequente publicação, venho desta forma, e ao abrigo do preceituado para estas questões na Lei de Imprensa Portuguesa, solicitar a publicação da mesma dentro dos prazos legais estabelecidos para o efeito para o que junto envio fotocópia da carta anteriormente enviada a V. Exª.
Sem mais de momento, certo da sua melhor atenção para com este assunto, envio os meus melhores cumprimentos.
José João Massapina Antunes da Silva
Anexo: Cópia de Bilhete de Identidade nº 6266610 de 1988-11-23 emitido pelo Arquivo de Identificação de Lisboa.
VERIFICAÇÃO DE IDADE DE CONSELHEIRO DISTRITAL
Nos anos 90, no seio do P.S.D. e da J.S.D. o funcionamento dos ficheiros dessas duas organizações era algo impensável em termos de organização, e tudo era permitido em termos de jogo politico, desde filiações fantasma para aumentar o numero de representantes Concelhios a nivel Distrital, transferências para se concretizarem quoruns vencedores, alterações na idade de militantes, para permitir a manutenção na J.S.D. por mais algum tempo, pois o limite estatutário eram os 30 anos, excepto para cargos em orgãos nacionais que se prolongavam até ao final do respectivo mandato.
Eu próprio assumo que tomei conhecimento e participei em algumas dessas jogadas, que permitiam várias variantes politicas, e que a seu tempo irei esclarecer como se faziam, e onde, quando e como foram feitas.
Mas em Julho de 1990, um determinado Militante estava a tornar-se incomodo para a Comissão Politica Distrital, porquanto tendo sido membro da mesma, no mandato anterior, utilizava os seus conhecimentos internos para bombardear a C.P.D com ataques da oposição.
Todo o mundo andou em busca de uma solução, e eu acabei por arranjar essa solução de uma forma perfeitamente legal, pois descobri nos ficheiros que existia uma falcatrua desse Militante, o resultado final foi o fim da sua carreira na J.S.D., veja-se:
Documentos para consulta em:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/default.aspx
Comissão Politica Distrital de Setúbal
Juventude Social Democrata
Organização e Implanatação
João Massapina
Exmº Senhor
Presidente
Conselho de Jurisdição Distrital de Setúbal
Juventude Social Democrata
Apartado nº 75
2801 ALMADA CODEX
Setúbal, 19 de Julho de 1990
ASSUNTO: VERIFICAÇÃO DE IDADE DE CONSELHEIRO DISTRITAL (SEIXAL)
Venho por este meio solicitar a este Douto Conselho de Jurisdição Distrital de Setúbal da Juventude Social Democrata, a verificação quanto a IDADE do Conselheiro Distrital, representante da Secção do Seixal ao Conselho Distrital de Setúbal, ANTONIO JULIÃO DA SILVA VIEIRA, solicito a este C.J.D.: verificação por aferição de datas de nascimento no original da ficha de inscrição no P.S.D. e na J.S.D. com as cópias existentes nas Secções do P.S.D. e J.S.D., e nos arquivos da Distrital de Setúbal do P.S.D. e da J.S.D., uma vez que existem duvidas quanto à real idade do Companheiro referido e, após uma atenta observação aos ficheiros do P.S.D. e da J.S.D. a cópia nos sugere razura quanto a data de nascimento em relação ao ano 1961 e não 1960.
A verificar-se esta alteração de datas com implicações na idade, e uma vez que não é representante de nenhum Orgão Nacional da J.S.D., está ferido de legitimidade para comparecer nas actividades da J.S.D., nomeadamente nos Conselhos Distritais da J.S.D., como veio a fazer no último, realizado no passado dia 08 de Julho de 1990, como o comprovam fotocópias anexas.
Solicitam-se pois desta forma as referidas verificações.
Ao verificar-se esta irregularidade quanto à idade sou por se levantar um rigoroso inquerito quanto à ocorrência acima citada e que se cumpra o estatutáriamente previsto para estes casos de infracção disciplinar agravada com falsificação de importantes documentos como o são as fichas de inscrição no P.S.D. e na J.S.D.
Sem mais de momento, com os meus melhores cumprimentos e saudações social democratas,
P'C.P.D./J.S.D. SETÚBAL
ORGANIZAÇÃO E IMPLANTAÇÃO
(João Massapina)
Eu próprio assumo que tomei conhecimento e participei em algumas dessas jogadas, que permitiam várias variantes politicas, e que a seu tempo irei esclarecer como se faziam, e onde, quando e como foram feitas.
Mas em Julho de 1990, um determinado Militante estava a tornar-se incomodo para a Comissão Politica Distrital, porquanto tendo sido membro da mesma, no mandato anterior, utilizava os seus conhecimentos internos para bombardear a C.P.D com ataques da oposição.
Todo o mundo andou em busca de uma solução, e eu acabei por arranjar essa solução de uma forma perfeitamente legal, pois descobri nos ficheiros que existia uma falcatrua desse Militante, o resultado final foi o fim da sua carreira na J.S.D., veja-se:
Documentos para consulta em:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/default.aspx
Comissão Politica Distrital de Setúbal
Juventude Social Democrata
Organização e Implanatação
João Massapina
Exmº Senhor
Presidente
Conselho de Jurisdição Distrital de Setúbal
Juventude Social Democrata
Apartado nº 75
2801 ALMADA CODEX
Setúbal, 19 de Julho de 1990
ASSUNTO: VERIFICAÇÃO DE IDADE DE CONSELHEIRO DISTRITAL (SEIXAL)
Venho por este meio solicitar a este Douto Conselho de Jurisdição Distrital de Setúbal da Juventude Social Democrata, a verificação quanto a IDADE do Conselheiro Distrital, representante da Secção do Seixal ao Conselho Distrital de Setúbal, ANTONIO JULIÃO DA SILVA VIEIRA, solicito a este C.J.D.: verificação por aferição de datas de nascimento no original da ficha de inscrição no P.S.D. e na J.S.D. com as cópias existentes nas Secções do P.S.D. e J.S.D., e nos arquivos da Distrital de Setúbal do P.S.D. e da J.S.D., uma vez que existem duvidas quanto à real idade do Companheiro referido e, após uma atenta observação aos ficheiros do P.S.D. e da J.S.D. a cópia nos sugere razura quanto a data de nascimento em relação ao ano 1961 e não 1960.
A verificar-se esta alteração de datas com implicações na idade, e uma vez que não é representante de nenhum Orgão Nacional da J.S.D., está ferido de legitimidade para comparecer nas actividades da J.S.D., nomeadamente nos Conselhos Distritais da J.S.D., como veio a fazer no último, realizado no passado dia 08 de Julho de 1990, como o comprovam fotocópias anexas.
Solicitam-se pois desta forma as referidas verificações.
Ao verificar-se esta irregularidade quanto à idade sou por se levantar um rigoroso inquerito quanto à ocorrência acima citada e que se cumpra o estatutáriamente previsto para estes casos de infracção disciplinar agravada com falsificação de importantes documentos como o são as fichas de inscrição no P.S.D. e na J.S.D.
Sem mais de momento, com os meus melhores cumprimentos e saudações social democratas,
P'C.P.D./J.S.D. SETÚBAL
ORGANIZAÇÃO E IMPLANTAÇÃO
(João Massapina)
Assinar:
Postagens (Atom)
