Um velho grupo de curtos ditados tradicionais diz que:
- ... atrás de tempo, tempo vem;
- ... deixemos a poeira assentar;
- ... existem mais mares do que marinheiros;
- ... um dia é da caça o outro do caçador;
- ... é sempre mau ter razão antes de tempo.
Pois aproveitando todos estes ditados, e em especial o ultimo, tenho que realmente dizer que é sempre mau ter razão antes de tempo.
Em 1993, eu dirigi a Campanha Eleitoral Autarquica, do PPD/PSD do Barreiro, que teve como candidato a Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, alguém que eu pessoalmente imaginei que tinha as maiores capacidades técnicas para poder dar ao Concelho do Barreiro, uma nova imagem de gestão e de arrumação voltadas para um futuro com qualidade de vida.
Esse candidato foi por mim pessoalmente sondado, e depois de muita insistência acabou por aceitar, falo do meu bom amigo Arquiteto Eduardo Porfírio.
Não foi eleito Presidente, mas foi eleito um Vereador que deixou algumas marcas de trabalho no Barreiro de hoje. Como todos os gestores deixou muitos atos positivos e felizmente menos quantidade de outros, menos positivos.
Mas não é do Arquiteto Eduardo Porfírio que vou falar hoje, mas sim um pouco da Campanha Eleitoral, para o eleger, e de alguns fatos que ocorreram dentro da orgânica dessa mesma campanha, e que até hoje não foram devidamente esclarecidos.
Eu pessoalmente, sei que tenho um feitio difícil, por vezes mesmo intransponível, sou, para quem me conhece; alguém de saber entender e perdoar, mas nunca de esquecer.
Vem isto a terreno da atualidade por causa do assunto da financiação ilegal dos partidos políticos, e nomeadamente do PPD/PSD, em 2002.
Podem perguntar; mas o que tem este “Gajo” que ver com o PPD/PSD de 2002, quando nessa altura ele já não era Militante nem Dirigente do Partido, e hoje até é um cidadão independente?
Pois nada mais errado!
Realmente os ditados, tem a sua razão de existir, e se os referi acima, por alguma razão foi.
Veja-se:
Em 1993, eu dirigi mais uma Campanha Eleitoral, e procurei, como sempre faço, rodear-me de Colaboradores dignos desse nome.
Nessa altura assim aconteceu, e podem acreditar que o PPD/PSD do Barreiro em 1993 tinha excelentes quadros, alguns ainda por lá militam, outros afastaram-se por razões que pouco vem agora a terreiro analisar.
Ao constituir a minha equipa, fui convidar dentro e fora do Partido elementos que me davam as máximas garantias de trabalho, honestidade e competência.
Quando tal não se verifica, eu sou muito direto e prescindo imediatamente do Colaborador, seja em que circunstancia for, pois tenho uma máxima da qual nunca abdico:
– “Problema adiado na sua solução é problema aumentado”
Assim aconteceu nessa campanha, com umas colaboradoras na área de decoração da sede de Campanha, de que ainda irei falar. E de outras situações concretas de que por certo ainda irei também falar, por boas e más razões. Hoje infelizmente por más razões.
Assim, ao escolher os Colaboradores diretos, por opção própria e pessoal minha, não inclui o então Jovem Bruno Vitorino, por estar certo de que não seria a melhor opção, tendo, no entanto, na época tido a Colaboração direta de muitos Jovens valorosos, muitos deles hoje com carreiras impares na sua atividade pessoal e profissional.
Escuso-me aqui de referir os seus nomes, pois seria moroso, e ao mesmo tempo deselegante, pois sem maldade poderia esquecer de nomear algum deles.
Mas o que hoje me faz pegar no assunto da Financiação dos Partidos Políticos, prende-se diretamente com essa campanha política que custou a módica quantia de cerca de (10.000.000$00) 10 mil contos, em moeda ntiga, algo em torno de cerca de 50.000 euros, em números e moeda corrente de hoje, o que para a época, em Portugal e em particular no Concelho no Barreiro, foi algo monstruoso em termos orçamentais, e não sei mesmo se algum dia se realizou uma Campanha Eleitoral, com um orçamento tão elevado no Concelho do Barreiro, em qualquer um dos diversos Partidos Políticos, até aos dias de hoje.
Os fundos foram recolhidos, na sua maioria, sobretudo em contactos diretos com Industriais, Comerciantes e Construtores Civis, normalmente em Almoços e Jantares de contacto direto, com a grande ajuda entre outros do Empresário Manuel Fernandes, e do Arquiteto Eduardo Porfírio, que entre os três, assumimos e demos sempre a cara neste aspecto, comparecendo sempre os três e assumindo essa responsabilidade.
Vale isto por dizer que os fundos recolhido eram da nossa inteira responsabilidade, graças ao nosso prestigio pessoal, à boa imagem que o Partido gozava na sociedade no momento, e muito em especial pela grande qualidade do Candidato, e nunca foi feita alguma promessa ou assumido algum compromisso, pessoal ou político, que não fosse possível de cumprir em termos de total legalidade num futuro mais ou menos próximo.
Hoje estranho estas manobras financeiras de alto gabarito, mas colocando perante alguns nomes que surgem muito próximos de todo este processo, pois já não estranho tanto.
Porquanto, se muitas outras razões havia para a minha falta de confiança pessoal e política, em relação ao Sr. Bruno Vitorino, mais tarde essas mesmas desconfianças se confirmaram, e tornaram realidades, por vida de a quando da negociação para compra do material de propaganda, em que foi parte ativamente participante, enquanto responsável pela JSD da época, e que vim posteriormente a ter conhecimento, serviram para alguns ganhos de proventos diretos para si, nomeadamente em ganho de “propinas”, “Comissões” ou o que entendam chamar, pelo fato de ter optado por esta ou aquela empresa. Essa confirmação foi mais tarde comprovada tanto por mim como por altos responsáveis da estrutura distrital do Partido à data, junto das respectivas empresas, nomeadamente, e muito em especial uma de brindes publicitários, e estampagem de camisolas e tarjas plásticas e das chamadas “bandeirolas” de propaganda para colocação nos postes.
Por esse motivo, hoje não estranho, que o PPD/PSD entregue em termos de gestão, a certas e determinadas personalidades, trabalhe de uma forma bem diversa do PPD/PSD desses tempos.
Hoje mesmo no Fórum do Sol.Sapo.Pt, foi colocado o assunto e tive oportunidade de participar com o que, entre outras coisa anexo, e ainda não deixar de juntar para vosso conhecimento, o Comunicado da Secretaria-Geral do PPD/PSD, que nomeia o Sr. Bruno Vitorino Secretario Geral Adjunto em 25-07-2002, precisamente o ano a que se reportam os fatos agora em analise.
Seria interessante poder ver com especificidade a contabilidade por exemplo da Comissão Política Distrital de Setúbal do PPD/PSD, nos dias de hoje, em que tem esse mesmo Senhor como Presidente, para se verificar a grande qualidade da sua chamada engenharia Financeira.
Quando a economia Partidária puder ser aferida na sua totalidade, numa linha vertical desde a mais pequena estrutura até ao topo, Nacional, muitas surpresas vão publicamente surgir, podem ficar certos.
Falta referir, que sem a minha colaboração direta ou indireta, nessa campanha de 1993, tomei conhecimento da entrada de certas verbas de procedência desconhecida, que ali chegaram entre outros pelas mãos do Engenheiro Carlos Bicas, e também dizer ainda que por grande coincidência o tesoureiro dessa Campanha Eleitoral foi o Senhor Adolfo Vitorino, pai do Sr. Bruno Vitorino.
Ainda referir que foi esse mesmo Senhor, que tomou a iniciativa de gerar uma crise interna para em plena Campanha eleitoral, substituir o Presidente da Comissão Política Local, Dr. Eduardo Calixto, por ele próprio, para assim poder dominar mais diretamente toda a situação. Tendo eu por outras razões apoiado de certa forma essa posição, desconhecendo á data quais as intenções reais em termos pessoais.
Curiosidades, meras curiosidades e coincidências. A que não se pode estranhar o fato de hoje essa família dominar algumas Concelhias do PPD/PSD abaixo da linha do Tejo.
Curioso que ainda vamos ter que analisar, entre outras ocorrências, um celebre comunicado, assinado por esse Sr. Bruno Vitorino, como membro de uma Comissão Política da qual nem fazia parte, e a utilização abusiva do carimbo da própria Comissão Política, em que me acusava disto e daquilo.
Por entre outras coisas, conjuntamente com o Arquiteto Eduardo Porfírio honrarmos despesas dessa campanha, ao contrario da utilização abusiva dessas verbas, que pretendiam levar a efeito em proveito direto do Partido para tapar a sua ineficácia política e econômica.
Mas esse é outro assunto, que neste momento não vem aqui a terreiro, mas que sem duvida vai ser bem escrutinado, para não deixar duvida alguma, pois agora chegou o momento correto de demonstrar divulgar e desmascarar, como as situações realmente aconteceram, e porque aconteceram, e porque razão em muitas delas eu no momento próprio não dei a resposta devida, que teria sido os tribunais civis. Agora com total propriedade obviamente o farei, muito em breve, para vosso total esclarecimento, e também para realmente saberem quem é quem, e com quem muitas vezes lidam diariamente. Que autarcas e político tem em Portugal em 2007.
Realmente a política hoje, tem potencialidades que ninguém imagina, e enveredou por caminhos impensáveis nos gloriosos tempos do amadorismo da máquina partidária, dos anos de 70, 80, e mesmo muitos ainda em 90. Com a nova realidade social e a profissionalização da maioria dos políticos, e com todos os avanços verificados a nível social, muito surge de melhor, mas também muito surge de pior e nefasto para a verdade política.
Sem queres defender ou apoiar, pois não sou Militante do PPD/PSD, mas realmente o Dr. Luis Filipe Menezes, não deixa de ter muita razão em algumas afirmações que tem proferido, e que por vezes podem parecer descabidas, a qualquer observador mais desatento, mas que refletem muito bem até que ponto desceu a política em Portugal, e as muitas razões desse estado de espírito.
Outros tempo, por certo!
Mas nunca se esqueçam que atrás de tempos, tempos vêem...
A verdade é como o azeite, acaba sempre por vir á tona da água!
ACONTECE… CORRUPÇÃO
Já escutei chamar-lhe muitos nomes, agora reconheço que nunca tinha escutado - Prestação de serviços a um Partido Politico.
Dirigi pessoalmente algumas campanhas politicas. Participei diretamente em recolha de fundos tanto para Partidos como para Campanhas Eleitorais, personalizadas ou colectivas, junto de pessoas individuais e coletivas, nomeadamente empresários, e nunca, em caso algum, escutei chamar a isto Prestação de Serviços.
A analise simples que esta a ser feita, sobre a financiação ilegal de alguns Partidos Politicos em Portugal, esta a tentar lançar areia para os olhos dos Portugueses.
Veja-se:
Quem estava no Governo em Portugal em 2002?
Quem comandava a adjudicação de obras públicas em Portugal nessa época?
A quem interessava directamente a garantia da adjudicação de obras públicas no futuro?
Obviamente só podia interessar a uma grande empresa, que tem inumeras obras públicas, e prespectiva o ganho de novas empreitadas a curto prazo.
Parem um pouco, visitem alguns viadutos e pontes, e sobretudo os estadios do Euro que se realizou em Portugal. Vão reparar que não foi o Zé Pedreiro quem os construiu. Agora observem quem estava no Governo em cada epoca, e quem construiu o que, e quem contriuiu para cada Partdido e o que!
V4ao ficar surpreendidos, com algumas "bonissimas" dadivas, de algumas empresas que mudam de apoio, confome muda a camisola da equipa do Governo!
Pode chamar-se a isto, Lavagem de Dinheiro, Financiação Ilegal, ou deveria charmar-se antes Pagamento de Propina?
Eu sou mais directo e gosto de chamar sempre os bois pelos nomes, e para mim, esta e outras situações do genero, que estão a surgir com frequência em Portugal, só tem um nome - CORRUPÇÃO!
A areia esta a ser mandada, por quem mais interesse tem nessa falta de visão, que é a classe politica, e toda a grupalhada que se movimenta em seu redor.
O mais grave é que não existe independencia suficiente dos orgãos publicos responsáveis, para se poder levar até ás ultimas consequencias, as investigações e a penalização dos responsáveis, que não são simples e meros funcionários ao serviço de determinada empresa ou partido politico, são sim verdadeiros grupos de MAFIOSOS, que praticam CORRUPÇÃO ACTIVA e movimento de influencias ás claras, perante os olhos de todos os Portugueses, e ninguém faz rigorosamente nada.
Acontece...
PSD acusado de receber verbas ilegais
21-08-2007 17:00:00
O PSD confirmou hoje que foi notificado pelo Tribunal Constitucional para esclarecer dúvidas sobre o financiamento da campanha das eleições autárquicas de 2001, acrescentando que está a reunir "os elementos necessários" para responder a esta notificação.
"O PSD confirma que foi notificado pelo Tribunal Constitucional para esclarecer dúvidas suscitadas sobre o financiamento de despesas da campanha eleitoral das eleições autárquicas de 2001", adianta em comunicado o secretário-geral do partido, Miguel Macedo. Segundo um acórdão do Tribunal Constitucional (TC), a que a Lusa teve acesso, o PSD recebeu ilegalmente em 2002 mais de 233 mil euros em donativos indirectos de uma construtora civil, a SOMAGUE. O comunicado do PSD vem agora esclarecer que a verba em causa é relativa ao financiamento da campanha das eleições autárquicas de 2001. O TC deu como cabalmente provado que a SOMAGUE, SA pagou uma factura no valor de 233.415 euros por serviços prestados ao PSD e à JSD pela empresa Novodesign, embora afirme "ignorar o que fundamentou tal liberalidade", refere o acórdão, de 27 de Junho passado. O documento, que já seguiu para o Ministério Público, conclui que o PSD violou a lei do financiamento dos partidos incorrendo em "ilegalidades objectivas" puníveis com coima não só ao partido como aos dirigentes partidários responsáveis, e perda a favor do Estado dos valores ilegalmente recebidos. Por outro lado, as empresas envolvidas estão igualmente sujeitas a coimas, de acordo com a lei. A factura suspeita foi detectada em 2006 durante uma inspecção do fisco à sociedade Brandia Creating - Design e Comunicação, na qual se integra a Novodesign, Companhia Portuguesa de Design. Os inspectores encontraram uma factura emitida à SOMAGUE, SA, com a data de 15 de Março de 2002, no valor de 233.415 euros, e outras sete, com a mesma data, cuja soma dava os mesmos 233.415, com a indicação "por serviços prestados ao PPD/PSD". O pagamento por terceiros de despesas que aproveitam a um partido político é considerado um donativo indirecto, ilegal fora dos limites previstos, de acordo com a lei. O TC aplicou a legislação em vigor em 2002, "mais favorável ao arguido". Donativos de pessoas singulares são aceites mas com um limite de 30 salários mínimos mensais pordoador - à altura, 10.440 euros. Durante a investigação, os inspectores da PJ verificaram que as sete facturas emitidas ao PSD tinham sido anuladas - a sigla tinha sido riscada e substituída pela da empresa SOMAGUE, SA. Anexo às facturas, estava um documento interno que, na prática, dava a ordem para transformar as sete facturas emitidas ao PSD numa única, a emitir à SOMAGUE-S.G.P.S., SA.
PSD - COMUNICADO - Comissão Política Nacional [25-07-2002]
Deliberações da Comissão Política Nacional
Cumpre-me informar que em reunião da Comissão Política Nacional no passado dia 23 foram tomadas as seguintes deliberações: Distribuição de Pelouros pelos Vice-Presidentes: Pedro Santana Lopes: Assuntos Políticos Rui Rio: Coesão Nacional Nuno Morais Sarmento: Relações com outras forças políticas e órgãos de soberania José Tavares Moreira: Assuntos Económicos e Financeiros António Pinto Leite: Parceiros Sociais e Sociedade Civil Paulo Pereira Coelho: Vice-Presidente Executivo e da Estrutura Nomeação dos Secretários-Gerais Adjuntos: José Matos Rosa: Assuntos Financeiros e Administrativos Sérgio Vieira: Iniciativas e Acções Políticas Bruno Vitorino: Implantação Nomeação do Director do "novo" "Povo Livre": Luís Álvaro Campos Ferreira Nomeação do Presidente da Comissão de Relações Internacionais: Mário David Saudações social democratas José Luís Arnaut Secretário-Geral
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
sexta-feira, 29 de junho de 2007
PEDIDO DE DEMISSÃO DE MILITANTE DO C.D.S./P.P.
Reprodução da carta enviada ao Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas, solicitando a demissão de Militante do C.D.S./P.P.
José João Massapina Antunes da Silva
Camino de La Noria, 5
2140 - Ayamonte
Andaluzia
Espanha
Apartado nº 5
8950-909 Castro Marim
Portugal
Registado com Aviso de Recepção
Exmº Senhor
Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas
Presidente
C.D.S./Partido Popular
Largo Adelino Amaro da Costa nº 5
1100 LISBOA
Portugal, 23 de Fevereiro de 2004
ASSUNTO: PEDIDO DE DEMISSÃO DE MILITANTE DO C.D.S./PARTIDO POPULAR
Vem por este meio o Signatário, solicitar a V. Exª que se digne proceder junto dos Serviços Centrais do C.D.S./Partido Popular, no sentido de que a partir desta data me seja concedida a demissão efectiva de Militante do C.D.S./P.P., mais solicito que a mesma decisão me seja confirmada de forma efectiva por via postal.
Saiba V. Exª que a ingratidão é o pior dos defeitos que se pode encontrar num homem, e sobretudo num politico, mas como a vida é feita de acontecimentos chamados altos e baixos..., ciladas..., cabalas..., intrigas..., companhia de falsos amigos, caminhadas politicas que muitas vezes, embora feitas na mesma estrada ideológica, se entende mais tarde que na realidade se caminhava para um abismo para onde nos queriam levar (digo tentar empurrar).
Na minha vida, nunca caminhei para onde não queria, nisso sou como um poeta que um dia decidiu escrever; "por ai não vou!..."
Na minha vida, nunca me sujeitei a julgamentos organizados por estrategas da intriga, muito menos me poderia sujeitar a julgamentos pré-organizados!
Na minha vida, nunca necessitei da politica para viver, muito pelo contrário, graças à politica facturei graves prejuizos pessoais, que ainda hoje estou a pagar!
Como V. Exª sabe, fui dirigente Concelhio do Partido a que V. Exª ainda hoje preside, mas por razões que o tempo já está a provar e se encarregara de confirmar, fui ardilosamente afastado da estratégia que então se tinha delineado, e que seria levar o C.D.S./P.P. a ter representação autarquica no Concelho do Barreiro, facto que seria histórico, e consequentemente de muito difícil digestão para algumas pessoas dentro do próprio Partido.
Passado todo este tempo, e como não me foi possível pessoalmente junto de V. Exª esclarecer o que levou um grupo de personalidades que então o rodeavam a recear a força politica da Concelhia do Barreiro, e como fui entretanto alvo de processo crime por alegada difamação enquanto dirigente do C.D.S./P.P., e NINGUÉM, teve a educação, a dignidade de me perguntar se necessitava de um apoio, um simples Advogado, etc...
Como ganhei dois dos três processos crime que me tinham sido movidos, sem necessitar sequer de me deslocar ao Tribunal, e fui condenado num único processo, pelo simples facto de NINGUÉM se dignar simplesmente a dizer, "esse Senhor estava sentado numa mesa de uma conferencia de imprensa, conjuntamente com a Presidente da Comissão Politica Distrital de Setúbal, o Presidente da Comissão Politica Distrital de Setúbal da J.C., e outros Dirigentes do Partido, e usou da palavra como Presidente da Concelhia do Barreiro, e nessa exclusiva qualidade".
E como até esta data, NINGUÉM, absolutamente NINGUÉM, levantou a voz para o dizer com qualidade para tal, ou seja alguém com responsabilidades no Partido.
Graças a esse único processo perdido, estou a pagar a módica quantida de 3.500 euros a um Industrial, Militnte do Partido Socialista, e ex-Autarca, que destruiu uma mata nacional com o consentimento descarado de altos dirigentes do Partido Socilista, digo destruiu e roubou madeira daquilo que constitui propriedade nacional.
Já que sou condenado, posso usar a expressão "Gatuno", porque no fundo estou a pagar para ter esse direito, o que me dá a oportunidade de tratar esse Senhor pelo seu verdadeiro nome.
E, Senhor Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas, Presidente do C.D.S./P.P., e meu bom amigo, até hojé, ninguém do interior do Partido a que V. Exª preside me perguntou sequer se...
Honradamente pagarei até ao último cêntimo esse valor, na verdade não é bem o valor que esta em causa em termos reais, pois será pago como uma esmola mensal para um Senhor que parece necessitar de umas centens de euros para comer..., pois se a dignidade se comprasse, não faltavam homens dignos na sociedade portuguesa e assim não acontece como sabe, na verdade Sr. Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas, o que esta em causa é a ingratidão.
Como defeito a ingratidão é uma qulidade??? muito próxima do esquecimento, embora o esquecimento tenha a virtude de tentar apagar aquilo que um dia foi real.
Vamos então tentar esquecer que um dia o João Massapina, arrancou com uma Concelhia que era virtual e a transformou em algo real, com Militantes reais que V. Exª conheceu, e porque não tentar esquecer também que uns quantos Militantes de outras Concelhias, e com responsabilidades superiores à data, conseguiram o prodígio de lançar Militntes na listagem do Barreiro, Militantes?? que por acaso, veja-se só por mero acaso até eram pessoas das minahs relações pessoais em termos profissionais, e também por mero acaso, e só por mero acaso, foram essas pessoas que descobriram esses Militantes?? que afinal não eram Militantes, mas que interessava que naquele dado momento fossem Militantes??, sem o serem na realidade, no minimo incrível...
Vamos então tentar esquecer que o João Massapina foi Presidente da Comissão Politica Concelhia do Barreiro do C.D.S./P.P., e com essa Comissão Politica composta por Militantes reais, realizaram Campanhas politicas, reais, no terreno, com a defesa dos nossos ideais politicos.
Vamos tentar também esquecer o facto de ter sido a primeira, a Concelhia do Partido no Barreiro, a apoiar a sua Candidatura a Presidente do C.D.S./P.P., com a capacidade de em 30 anos da chamada democracia, ter sido essa Concelhia a única que teve a coragem de realizar um Comício público do C.D.S./P.P. no Barreiro, onde V. Exª acho que esteve presente e eu também, e até usamos da palavra para um salão cheio de pessoas reais.
Vamos esquecer tantos e tantos outros factos que já se esta a tornar fastidioso tentar relembrar, ou será tentar esquecer...?!
Esqueçamos então que até eu existo, e porque não também que V. Exª existe. Será que é possivel???
Vamos lá então! Tentemos então esquecer!!!
Aceite os meus melhores cumprimentos, com os protestos da minha mais alta consideração e estima, até que não esqueçamos, com amizade.
José João Massapina Antunes da Silva
José João Massapina Antunes da Silva
Camino de La Noria, 5
2140 - Ayamonte
Andaluzia
Espanha
Apartado nº 5
8950-909 Castro Marim
Portugal
Registado com Aviso de Recepção
Exmº Senhor
Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas
Presidente
C.D.S./Partido Popular
Largo Adelino Amaro da Costa nº 5
1100 LISBOA
Portugal, 23 de Fevereiro de 2004
ASSUNTO: PEDIDO DE DEMISSÃO DE MILITANTE DO C.D.S./PARTIDO POPULAR
Vem por este meio o Signatário, solicitar a V. Exª que se digne proceder junto dos Serviços Centrais do C.D.S./Partido Popular, no sentido de que a partir desta data me seja concedida a demissão efectiva de Militante do C.D.S./P.P., mais solicito que a mesma decisão me seja confirmada de forma efectiva por via postal.
Saiba V. Exª que a ingratidão é o pior dos defeitos que se pode encontrar num homem, e sobretudo num politico, mas como a vida é feita de acontecimentos chamados altos e baixos..., ciladas..., cabalas..., intrigas..., companhia de falsos amigos, caminhadas politicas que muitas vezes, embora feitas na mesma estrada ideológica, se entende mais tarde que na realidade se caminhava para um abismo para onde nos queriam levar (digo tentar empurrar).
Na minha vida, nunca caminhei para onde não queria, nisso sou como um poeta que um dia decidiu escrever; "por ai não vou!..."
Na minha vida, nunca me sujeitei a julgamentos organizados por estrategas da intriga, muito menos me poderia sujeitar a julgamentos pré-organizados!
Na minha vida, nunca necessitei da politica para viver, muito pelo contrário, graças à politica facturei graves prejuizos pessoais, que ainda hoje estou a pagar!
Como V. Exª sabe, fui dirigente Concelhio do Partido a que V. Exª ainda hoje preside, mas por razões que o tempo já está a provar e se encarregara de confirmar, fui ardilosamente afastado da estratégia que então se tinha delineado, e que seria levar o C.D.S./P.P. a ter representação autarquica no Concelho do Barreiro, facto que seria histórico, e consequentemente de muito difícil digestão para algumas pessoas dentro do próprio Partido.
Passado todo este tempo, e como não me foi possível pessoalmente junto de V. Exª esclarecer o que levou um grupo de personalidades que então o rodeavam a recear a força politica da Concelhia do Barreiro, e como fui entretanto alvo de processo crime por alegada difamação enquanto dirigente do C.D.S./P.P., e NINGUÉM, teve a educação, a dignidade de me perguntar se necessitava de um apoio, um simples Advogado, etc...
Como ganhei dois dos três processos crime que me tinham sido movidos, sem necessitar sequer de me deslocar ao Tribunal, e fui condenado num único processo, pelo simples facto de NINGUÉM se dignar simplesmente a dizer, "esse Senhor estava sentado numa mesa de uma conferencia de imprensa, conjuntamente com a Presidente da Comissão Politica Distrital de Setúbal, o Presidente da Comissão Politica Distrital de Setúbal da J.C., e outros Dirigentes do Partido, e usou da palavra como Presidente da Concelhia do Barreiro, e nessa exclusiva qualidade".
E como até esta data, NINGUÉM, absolutamente NINGUÉM, levantou a voz para o dizer com qualidade para tal, ou seja alguém com responsabilidades no Partido.
Graças a esse único processo perdido, estou a pagar a módica quantida de 3.500 euros a um Industrial, Militnte do Partido Socialista, e ex-Autarca, que destruiu uma mata nacional com o consentimento descarado de altos dirigentes do Partido Socilista, digo destruiu e roubou madeira daquilo que constitui propriedade nacional.
Já que sou condenado, posso usar a expressão "Gatuno", porque no fundo estou a pagar para ter esse direito, o que me dá a oportunidade de tratar esse Senhor pelo seu verdadeiro nome.
E, Senhor Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas, Presidente do C.D.S./P.P., e meu bom amigo, até hojé, ninguém do interior do Partido a que V. Exª preside me perguntou sequer se...
Honradamente pagarei até ao último cêntimo esse valor, na verdade não é bem o valor que esta em causa em termos reais, pois será pago como uma esmola mensal para um Senhor que parece necessitar de umas centens de euros para comer..., pois se a dignidade se comprasse, não faltavam homens dignos na sociedade portuguesa e assim não acontece como sabe, na verdade Sr. Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas, o que esta em causa é a ingratidão.
Como defeito a ingratidão é uma qulidade??? muito próxima do esquecimento, embora o esquecimento tenha a virtude de tentar apagar aquilo que um dia foi real.
Vamos então tentar esquecer que um dia o João Massapina, arrancou com uma Concelhia que era virtual e a transformou em algo real, com Militantes reais que V. Exª conheceu, e porque não tentar esquecer também que uns quantos Militantes de outras Concelhias, e com responsabilidades superiores à data, conseguiram o prodígio de lançar Militntes na listagem do Barreiro, Militantes?? que por acaso, veja-se só por mero acaso até eram pessoas das minahs relações pessoais em termos profissionais, e também por mero acaso, e só por mero acaso, foram essas pessoas que descobriram esses Militantes?? que afinal não eram Militantes, mas que interessava que naquele dado momento fossem Militantes??, sem o serem na realidade, no minimo incrível...
Vamos então tentar esquecer que o João Massapina foi Presidente da Comissão Politica Concelhia do Barreiro do C.D.S./P.P., e com essa Comissão Politica composta por Militantes reais, realizaram Campanhas politicas, reais, no terreno, com a defesa dos nossos ideais politicos.
Vamos tentar também esquecer o facto de ter sido a primeira, a Concelhia do Partido no Barreiro, a apoiar a sua Candidatura a Presidente do C.D.S./P.P., com a capacidade de em 30 anos da chamada democracia, ter sido essa Concelhia a única que teve a coragem de realizar um Comício público do C.D.S./P.P. no Barreiro, onde V. Exª acho que esteve presente e eu também, e até usamos da palavra para um salão cheio de pessoas reais.
Vamos esquecer tantos e tantos outros factos que já se esta a tornar fastidioso tentar relembrar, ou será tentar esquecer...?!
Esqueçamos então que até eu existo, e porque não também que V. Exª existe. Será que é possivel???
Vamos lá então! Tentemos então esquecer!!!
Aceite os meus melhores cumprimentos, com os protestos da minha mais alta consideração e estima, até que não esqueçamos, com amizade.
José João Massapina Antunes da Silva
PEDIDO DE DEMISSÃO DE DEPUTADO MUNICIPAL NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DO BARREIRO
José João Massapina Antunes da Silva
Rua D. Francisco de Almeida nº 13 - r/ch
Quinta da Lomba - Santo André
2830 Barreiro Codex
Exmº Senhor
Helder da Silva Nobre Madeira
Presidente
Assembleia Municipal do Barreiro
Travessa do Municipio
2830 Barreiro
Barreiro, 04 de Janeiro de 1997
Assunto: RENUNCIA A MANDATO AUTARQUICO
Eleito Deputado Municipal em Dezembro de 1993, nas listas do P.P.D./P.S.D., tomei posse em Janeiro de 1994, passei à situação de Deputado Municipal independente em 1995, comunicando dessa minha decisão e as razões da mesma aos diversos líderes parlamentares das restantes forças politicas representadas na Assembleia Municipal, tornado ainda pública essa minha decisão em reunião pública da Assembleia Municipal, renunciando por razões de etica e coerencia à Coordenação da Comissão Permanente de Meio Ambiente, Obras e Serviços Públicos.
Informei esta Assembleia de que no dia em que a minha vida politica tomasse um novo rumo, em termos de filiação partidaria, eu tomaria a decisão legal coerente, frontal e ética de renunciar ao mandato de Deputado Municipal.
Desta forma e, considerando a minha nova, formal, situação politica de militante de um Partido Politico diferente do Partido pelo qual fui eleito para esta Assembleia Municipal, e encontrando-me inclusivamente neste momento a iniciar uma campanha interna de candidatura à liderança da Comissão Politica Concelhia do Barreiro dessa força politica, torna-se coerente e irreversivel a minha posição consciente de por razões legais, éticas e politicas vir desta forma junto de V. Exª Senhor Presidente, e dos Deputados Municipais da Assembleia Municipal do Barreiro, apresentar o meu pedido de renuncia ao actual mandato de Deputado Municipal, contando para o efeito a data de 04 de Janeiro de 1997.
Aproveito ainda esta minha carta, para dar público agradecimento aos Senhores Deputados Municipais de todas as forças politicas representadas na Assembleia Municipal do Barreiro, sem excepção, pela forma como sempre colaboraram comigo nos trabalhos das sessões da Assembleia Municipal em geral e, nas reuniões das Comissões Permanentes de Meio Ambiente, Obras e Serviços Públicos e de Assuntos Sociais, Saúde, Cultura e Desporto.
Desta forma, também, deixo o meu público agradecimento à Senhora Secretária da Assembleia Municipal, D. Rosa Arede, que sempre colaborou comigo e com os trabalhos desta Assembleia e das respectivas Comissões Permanentes, de uma forma leal e isenta.
Desejo a V. Exª, Senhor Presidente, e aos restantes eleitos à Assembleia Municipal do Barreiro os melhores votos de exitos no trabalho em pról do Barreiro e dos Barreirenses, razão primeira de nos terem eleito.
Pela minha parte, irei continuar a acompanhar e colaborar dentro do possivel com o vosso importante trabalho, agradecendo desde já o muito que aprendi com os Senhores Vereadores da Câmara Municipal do Barreiro e com os Senhores Deputados Municipais de todas as forças politicas.
Deixo aqui o meu muito obrigado e até breve!
Com os melhores cumprimentos,
O Ex-Deputado Municipal
José João Massapina Antunes da Silva
Rua D. Francisco de Almeida nº 13 - r/ch
Quinta da Lomba - Santo André
2830 Barreiro Codex
Exmº Senhor
Helder da Silva Nobre Madeira
Presidente
Assembleia Municipal do Barreiro
Travessa do Municipio
2830 Barreiro
Barreiro, 04 de Janeiro de 1997
Assunto: RENUNCIA A MANDATO AUTARQUICO
Eleito Deputado Municipal em Dezembro de 1993, nas listas do P.P.D./P.S.D., tomei posse em Janeiro de 1994, passei à situação de Deputado Municipal independente em 1995, comunicando dessa minha decisão e as razões da mesma aos diversos líderes parlamentares das restantes forças politicas representadas na Assembleia Municipal, tornado ainda pública essa minha decisão em reunião pública da Assembleia Municipal, renunciando por razões de etica e coerencia à Coordenação da Comissão Permanente de Meio Ambiente, Obras e Serviços Públicos.
Informei esta Assembleia de que no dia em que a minha vida politica tomasse um novo rumo, em termos de filiação partidaria, eu tomaria a decisão legal coerente, frontal e ética de renunciar ao mandato de Deputado Municipal.
Desta forma e, considerando a minha nova, formal, situação politica de militante de um Partido Politico diferente do Partido pelo qual fui eleito para esta Assembleia Municipal, e encontrando-me inclusivamente neste momento a iniciar uma campanha interna de candidatura à liderança da Comissão Politica Concelhia do Barreiro dessa força politica, torna-se coerente e irreversivel a minha posição consciente de por razões legais, éticas e politicas vir desta forma junto de V. Exª Senhor Presidente, e dos Deputados Municipais da Assembleia Municipal do Barreiro, apresentar o meu pedido de renuncia ao actual mandato de Deputado Municipal, contando para o efeito a data de 04 de Janeiro de 1997.
Aproveito ainda esta minha carta, para dar público agradecimento aos Senhores Deputados Municipais de todas as forças politicas representadas na Assembleia Municipal do Barreiro, sem excepção, pela forma como sempre colaboraram comigo nos trabalhos das sessões da Assembleia Municipal em geral e, nas reuniões das Comissões Permanentes de Meio Ambiente, Obras e Serviços Públicos e de Assuntos Sociais, Saúde, Cultura e Desporto.
Desta forma, também, deixo o meu público agradecimento à Senhora Secretária da Assembleia Municipal, D. Rosa Arede, que sempre colaborou comigo e com os trabalhos desta Assembleia e das respectivas Comissões Permanentes, de uma forma leal e isenta.
Desejo a V. Exª, Senhor Presidente, e aos restantes eleitos à Assembleia Municipal do Barreiro os melhores votos de exitos no trabalho em pról do Barreiro e dos Barreirenses, razão primeira de nos terem eleito.
Pela minha parte, irei continuar a acompanhar e colaborar dentro do possivel com o vosso importante trabalho, agradecendo desde já o muito que aprendi com os Senhores Vereadores da Câmara Municipal do Barreiro e com os Senhores Deputados Municipais de todas as forças politicas.
Deixo aqui o meu muito obrigado e até breve!
Com os melhores cumprimentos,
O Ex-Deputado Municipal
José João Massapina Antunes da Silva
sábado, 23 de junho de 2007
INTERVEÇÃO DE RUI MACHADO VILELA, CONTRA A GESTÃO DE BRUNO VITORINO NA J.S.D.
Trancrição do documento publicado em original em: http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/ , referente a interveção de Rui Machado Vilela, Militante historico da J.S.D. e do P.S.D. do Barreiro, relativamente à gestão desastrosa protagonizada por Bruno Jorge Viegas Vitorino, em 1991.
- "A interveção que vou efectuar de seguida vai ser o meu último acto oficial como Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da J.S.D. do Concelho do Barreiro. Venho por este meio dar uma explicação desta atitude, a todos os presentes.
Desde o meu regresso às lides partidárias no inicio de 1988, acreditei num projecto que decorria na altura, encabeçado pelo militante João Massapina e que se manteve firme até meados de 1990, 91, quando foi substituido pela actual Comissão Politica.
Esse projecto ia ao encontro dos meus ideais de social democracia na prespectiva da organização de juventude em que nos inserimos e cujos objectivos são fundamentalmente a formação de quadros estudantis e a sensibilização da juventude relativamente aos problemas sociais em geral e aos problemas com que a juventude se depara, em particular, e desses cito alguns; o actual sistema de ensino em vigor; a formação profissional; o insucesso escolar; a alta taxa de desemprego; a droga; o alcoolismo na juventude como factor de substituição ou preenchimento válido e valorizador dos tempos livres; a inserção dos jovens na vida activa, tanto a nivel pessoal e social, como económico, e também a outro grau a formação politica do jovem.
É por me preocupar com a juventude e por defender que os assuntos acima mencionados são absolutmente prioritários e fundamentais, que actualmente sou Conselheiro Distrital da J.S.D., Delegado à Assembleia Distrital do P.S.D., e por fim membro desta Mesa que está a dirigir os trabalhos.
Sempre tentei defender o Partido da melhor forma possível com as armas que possuía e que sempre foram e serão a honestidade, uma análise prespicaz a situações imprevistas e com um factor que dos três é o mais importante: a confiança na equipa em que estou e com quem trabalho.
Por motivos, para mim absolutamente claros e definidos, essa minha confiança na J.S.D. do Barreiro e nos seus Dirigentes locais desvaneceu-se e acabou por desaparecer por completo. Hoje pergunto-me se é licito a bem do Partido ou a bem da J.S.D. colaborar abertamente com elementos do Partido que desde sempre a menosprezaram e tentaram diminuir; elementos esses que não reconhecem os membros da J.S.D. maiores de 18 anos como membros de pleno direito do partido, que consideram qualquer trabalho desenvolvido pela J.S.D. e apresentado a esse mesmo Partido como sendo inválido e geralmente de pouco interesse; elementos esses que, no entanto se aproximam desses jovens descaradamente para lhes fazer as campanhas; elementos esses que apadrinham e defendem acaloradamente situações de corrupção que vão precisamente prejudicar a juventude.
É por todas estas razões que julgo que a J.S.D. do Barreiro não reune neste momento as condições necessárias para o meu desempenho em lugares oficiais em representação da mesma. No entanto, desde que eu entenda que a J.S.D. reuna as condições suficientes para eu prestar a colaboração necessária, declaro que estarei sempre pronto a defender as suas cores e os seus ideias no Barreiro ou em outro lugar qualquer.
Irei no entanto terminar o meu mandato de Conselheiro Distrital da J.S.D. e também o de Delegado à Assembleia Distrital do Partido.
Relativamente à minha recente eleição como autarca irei manter e respeitar a 100% o compromisso assumido.
- 'Rui Machado Vilela' -"
- "A interveção que vou efectuar de seguida vai ser o meu último acto oficial como Vice-Presidente da Mesa da Assembleia da J.S.D. do Concelho do Barreiro. Venho por este meio dar uma explicação desta atitude, a todos os presentes.
Desde o meu regresso às lides partidárias no inicio de 1988, acreditei num projecto que decorria na altura, encabeçado pelo militante João Massapina e que se manteve firme até meados de 1990, 91, quando foi substituido pela actual Comissão Politica.
Esse projecto ia ao encontro dos meus ideais de social democracia na prespectiva da organização de juventude em que nos inserimos e cujos objectivos são fundamentalmente a formação de quadros estudantis e a sensibilização da juventude relativamente aos problemas sociais em geral e aos problemas com que a juventude se depara, em particular, e desses cito alguns; o actual sistema de ensino em vigor; a formação profissional; o insucesso escolar; a alta taxa de desemprego; a droga; o alcoolismo na juventude como factor de substituição ou preenchimento válido e valorizador dos tempos livres; a inserção dos jovens na vida activa, tanto a nivel pessoal e social, como económico, e também a outro grau a formação politica do jovem.
É por me preocupar com a juventude e por defender que os assuntos acima mencionados são absolutmente prioritários e fundamentais, que actualmente sou Conselheiro Distrital da J.S.D., Delegado à Assembleia Distrital do P.S.D., e por fim membro desta Mesa que está a dirigir os trabalhos.
Sempre tentei defender o Partido da melhor forma possível com as armas que possuía e que sempre foram e serão a honestidade, uma análise prespicaz a situações imprevistas e com um factor que dos três é o mais importante: a confiança na equipa em que estou e com quem trabalho.
Por motivos, para mim absolutamente claros e definidos, essa minha confiança na J.S.D. do Barreiro e nos seus Dirigentes locais desvaneceu-se e acabou por desaparecer por completo. Hoje pergunto-me se é licito a bem do Partido ou a bem da J.S.D. colaborar abertamente com elementos do Partido que desde sempre a menosprezaram e tentaram diminuir; elementos esses que não reconhecem os membros da J.S.D. maiores de 18 anos como membros de pleno direito do partido, que consideram qualquer trabalho desenvolvido pela J.S.D. e apresentado a esse mesmo Partido como sendo inválido e geralmente de pouco interesse; elementos esses que, no entanto se aproximam desses jovens descaradamente para lhes fazer as campanhas; elementos esses que apadrinham e defendem acaloradamente situações de corrupção que vão precisamente prejudicar a juventude.
É por todas estas razões que julgo que a J.S.D. do Barreiro não reune neste momento as condições necessárias para o meu desempenho em lugares oficiais em representação da mesma. No entanto, desde que eu entenda que a J.S.D. reuna as condições suficientes para eu prestar a colaboração necessária, declaro que estarei sempre pronto a defender as suas cores e os seus ideias no Barreiro ou em outro lugar qualquer.
Irei no entanto terminar o meu mandato de Conselheiro Distrital da J.S.D. e também o de Delegado à Assembleia Distrital do Partido.
Relativamente à minha recente eleição como autarca irei manter e respeitar a 100% o compromisso assumido.
- 'Rui Machado Vilela' -"
quinta-feira, 21 de junho de 2007
ESTADÃO - PASSOU PELA POLITICA
Realmente o Sr. Pedro Alexandre Chora Estadão, passou pela politica de uma forma tempestuosa, e deixou um rasto de má gestão, incompetência, e terminou a sua carreira de forma inglória, pois acabou por ser destituido de Presidente da C.P.C. do Barreiro, orgão para o qual foi eleito???, por manifesta falta de comparecia, organizada com o apoio de um "dinosauro da politica da época, Cruz Abecacis".
No entanto, e muito embora o monte de dividas e outros problemas que criou durante a sua pseudo-gestão politica, e que deixou para resolver por quem se seguiu nos destinos da Concelhia do Barreiro, ainda assim, contava com alguns amigalhaços na comunicação social do Barreiro, nomeadamente um tal Sr. Sousa Pereira, que lhe municiava "tempo de antena" para o deixar publicar semanalmente algumas barbaridades.
Facilitava o Jornal do Barreiro dessa época, na pessoa do seu Chefe de Redacção, também com a cobertura do Director à época, alguns artigos de muito duvidosa qualidade, que tinham como unico objectivo, ofender o bom nome de algumas pessoas e entidades, muito embora, se dissessem todos muito religiosos...
Depois de muitas tentativas para repor a verdade, relativamente a muitas noticias anteriores, que nunca mereciam tratamento democrático em termos de direito de resposta, tive que recorrer à Lei de Imprensa Portuguesa para conseguir repor a verdade, com a carta que aqui deixo exposta, datada de 27 de Setembro de 1998.
Partido Popular
Concelhia do Barreiro
Registada com A/R
Exmo Senhor
Director
Jornal do Barreiro
Publicou o Orgão de Comunicação Social, que V. Exª muito dignamente dirige, na edição do passado dia 25 de Setembro, uma carta/resposta da autoria de um tal Senhor, que assina por Pedro Alexandre Chora Estadão, em que são visados directamente a Comissão Politica Concelhia do Barreiro do C.D.S./Partido Popular e o seu Presidente, José João Massapina Antunes da Silva, desta forma e uma vez que nos sentimos lesados em termos eticos e morais pelo escrito, solicitamos a V. Exª a publicação integral desta carta, que mereceu a aprovação por unanimidade dos membros da C.P.C./P.P. Barreiro, presentes na reunião realizada hoje dia 27 de Setembro, os seguintes necessários e imprescindiveis esclarecimentos e comentários ao escrito da autoria de alguém que no nosso entendimento tem indicios de padecer de "granuloma":
1) Confirma "o que é raro" o referido Cavalheiro, que é um "Impostor Malabarista" que deixou na ruina total em termos organizativos e financeiros o C.D.S./P.P. do Barreiro, sem arquivos, sem saldos contabilisticos, e pejado de dividas.
(Prova-se que fala verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)Confirma o Cavalheiro no seu escrito não ter a dignidade moral e etica para assumir os seus actos pessoais e politicos, fugindo "cobardemente" ás responsabilidades, hoje os assuntos já não são da sua responsabilidade.
2) Tenta confirmar, mais uma vez, o Cavalheiro que se trata de um "Malabarista" querendo fazer crer que já se tinha demitido antes da realização da Assembleia Concelhia do passado dia 24 de Janeiro, na realidade tal não aconteceu, tendo sido destituido nessa Assembleia pela unanimidade dos Militantes presentes, na quantidade de 40 (quarenta), e por proposta subscrita por mais de 50% dos filiados á data no C.D.S./P.P. do Barreiro.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)Só mesmo essa situação deu razão de ser á convocação de eleições para os Orgãos Concelhios, tal como consta das actas e dos arquivos da sede nacional do C.D.S./P.P. e que pode ser comprovada a qualquer altura, se necessário for, pela Comissão Politica Nacional.
3) Confirma, mais uma vez, o Cavalheiro que se trata de um "Malabarista" ao citar uma carta, misteriosa, e diriamos mesmo virtual, que esclareceu não se sabe o que, nem a quem, se não mesmo só ao próprio Cavalheiro, e que ainda por cima diz ser subscrita por alguém que fez parte do seu grupo de amigalhaços da Nacional e da Distrital de Setúbal, que o fizeram "nomear" ??? Presidente da Concelhia ???, obstruindo qualquer outra candidatura e levantando inclusivamente processos disciplinares a militantes que o fazer, como forma de chantagem emocional, processos que mereceram em devido tempo o chamado tratamento "W.C."
4) Confirma "o que é raro" o Cavalheiro que deixou um rasto de dividas, malabarismos financeiros e compromissos não assumidos, para além de uma viatura destruida, e que fugiu mais uma vez ás suas responsabilidades, não se recordadndo de outros compromissos ou dividas pois foram tantos que perdeu as contas.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo do dia 04 de Setembro)Contas e compromissos que hoje, esta C.P.C. do Barreiro: Que o Cavalheiro diz que nada faz, que o Cavalheiro diz que nada fez durante estes meses, e que o Cavalheiro diz que nada tem programado para fazer; está a saldar de uma forma honrada e digna para o nome do C.D.S./P.P. resolvendo os "Caldinhos" que o Cavalheiro foi arranjando ao longo da sua curta permanencia na direcção do Partido no Barreiro.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de de Setembro)
5) Pensa mal o referido Cavalheiro quando afirma que não deve ser a ele que nos referimos em termos de Extrema-Direita Pró-Nazi, na verdade é mesmo ao cavalheiro Pedro Alexandre Chora Estadão, a quem nos referimos, pois fio o cavalheiro quem organizou e participou em festas Pró-Nazis de que se retem ainda hoje imagens fotográficas e cinematográficas da sua personagem, em elogiosas frases, afirmações e poses, a que nem faltam a ornamentar Vª Exª os simbolos pró-regime do Sr. Adolfo, dos anos de má memória para a Europa e para o Mundo.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)
6) Aproveitamos ainda para esclarecer a preocupação do Cavalheiro, embora felizmente já não o faça como Militante do C.D.S./P.P., quanto ao cumprimento da Moção de Estrategia com que fomos eleitos, e nomeadamente quanto à situação da sede concelhia e das suas obras, lamentamos já não necessitar neste momento em termos de obras da Serventia para os Pedreiros, fique certo que não o teriamos esquecido para essas tarefas, pois deve estar bastante habilitado profissionalmente para o efeito, no entanto na verdade o C.D.S./P.P. do Barreiro não vai ter 1 (uma) sede, vai ter 3 (três) sedes, das quais já esta em pleno funcionamento uma delas, a da Estrutura Autonoma F.T.D.C. do Barreiro, este facto até é do conhecimento do Cavalheiro, uma vez que até saudou telefónicamente o Coordenador da F.T.D.C. do Barreiro pelo facto, no próprio dia da inauguração, e fazendo-se convidado para o acto, já se esqueceu...
Terminamos desejando as melhores venturas e também melhoras dos problemas de "memória" ao cavalheiro, Pedro Alexandre Chora Estadão, que como Barreirense merece o nosso respeito e compadecimento, os doentes com indícios de problemas do foro psiquiatrico preocupam-nos, ainda mais que a área da saúde no Concelho do Barreiro não funcionam nada bem.
Com estes esclarecimentos fica definitivamente encerrado este assunto, pois o C.D.S./P.P. tem assuntos importantes com que se preocupar que não o estado mental de alguns Cavalheiros ou as suas necessidades de protagonismo pessoal.
Desminta-nos o cavalheiro, as vezes que quizer, mas quando o voltar a fazer, não o faça com simples palavras que nada provam, prove factual e documentalmente que não foi Vª Exª quem foi demitido por unanimidade dos Militantes presentes em Assembleia Concelhia realizada em 24 de Janeiro do corrente ano por incompetencia e falta de etica, que não foi Vª Exª, mas sim um seu irmão gemeo, quem organizou documentadas em fotografias e filmes, devidamente resguardados para a posteridade.
Desminta-nos pois gostamos muito da "Verdade", não gostamos mesmo nada de "Mentirosos!"
Aceite o Sr. Director do "Jornal do Barreiro" e os estimados leitores deste prestigiado orgão de Comunicação Social os nossos melhores cumprimentos.
Barreiro, 27 de Setembro de 1998
A Comissão Politica Concelhia do Barreiro
do C.D.S./Partido Popular
O Presidente
(José João Massapina Antunes da Silva)
No entanto, e muito embora o monte de dividas e outros problemas que criou durante a sua pseudo-gestão politica, e que deixou para resolver por quem se seguiu nos destinos da Concelhia do Barreiro, ainda assim, contava com alguns amigalhaços na comunicação social do Barreiro, nomeadamente um tal Sr. Sousa Pereira, que lhe municiava "tempo de antena" para o deixar publicar semanalmente algumas barbaridades.
Facilitava o Jornal do Barreiro dessa época, na pessoa do seu Chefe de Redacção, também com a cobertura do Director à época, alguns artigos de muito duvidosa qualidade, que tinham como unico objectivo, ofender o bom nome de algumas pessoas e entidades, muito embora, se dissessem todos muito religiosos...
Depois de muitas tentativas para repor a verdade, relativamente a muitas noticias anteriores, que nunca mereciam tratamento democrático em termos de direito de resposta, tive que recorrer à Lei de Imprensa Portuguesa para conseguir repor a verdade, com a carta que aqui deixo exposta, datada de 27 de Setembro de 1998.
Partido Popular
Concelhia do Barreiro
Registada com A/R
Exmo Senhor
Director
Jornal do Barreiro
Publicou o Orgão de Comunicação Social, que V. Exª muito dignamente dirige, na edição do passado dia 25 de Setembro, uma carta/resposta da autoria de um tal Senhor, que assina por Pedro Alexandre Chora Estadão, em que são visados directamente a Comissão Politica Concelhia do Barreiro do C.D.S./Partido Popular e o seu Presidente, José João Massapina Antunes da Silva, desta forma e uma vez que nos sentimos lesados em termos eticos e morais pelo escrito, solicitamos a V. Exª a publicação integral desta carta, que mereceu a aprovação por unanimidade dos membros da C.P.C./P.P. Barreiro, presentes na reunião realizada hoje dia 27 de Setembro, os seguintes necessários e imprescindiveis esclarecimentos e comentários ao escrito da autoria de alguém que no nosso entendimento tem indicios de padecer de "granuloma":
1) Confirma "o que é raro" o referido Cavalheiro, que é um "Impostor Malabarista" que deixou na ruina total em termos organizativos e financeiros o C.D.S./P.P. do Barreiro, sem arquivos, sem saldos contabilisticos, e pejado de dividas.
(Prova-se que fala verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)Confirma o Cavalheiro no seu escrito não ter a dignidade moral e etica para assumir os seus actos pessoais e politicos, fugindo "cobardemente" ás responsabilidades, hoje os assuntos já não são da sua responsabilidade.
2) Tenta confirmar, mais uma vez, o Cavalheiro que se trata de um "Malabarista" querendo fazer crer que já se tinha demitido antes da realização da Assembleia Concelhia do passado dia 24 de Janeiro, na realidade tal não aconteceu, tendo sido destituido nessa Assembleia pela unanimidade dos Militantes presentes, na quantidade de 40 (quarenta), e por proposta subscrita por mais de 50% dos filiados á data no C.D.S./P.P. do Barreiro.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)Só mesmo essa situação deu razão de ser á convocação de eleições para os Orgãos Concelhios, tal como consta das actas e dos arquivos da sede nacional do C.D.S./P.P. e que pode ser comprovada a qualquer altura, se necessário for, pela Comissão Politica Nacional.
3) Confirma, mais uma vez, o Cavalheiro que se trata de um "Malabarista" ao citar uma carta, misteriosa, e diriamos mesmo virtual, que esclareceu não se sabe o que, nem a quem, se não mesmo só ao próprio Cavalheiro, e que ainda por cima diz ser subscrita por alguém que fez parte do seu grupo de amigalhaços da Nacional e da Distrital de Setúbal, que o fizeram "nomear" ??? Presidente da Concelhia ???, obstruindo qualquer outra candidatura e levantando inclusivamente processos disciplinares a militantes que o fazer, como forma de chantagem emocional, processos que mereceram em devido tempo o chamado tratamento "W.C."
4) Confirma "o que é raro" o Cavalheiro que deixou um rasto de dividas, malabarismos financeiros e compromissos não assumidos, para além de uma viatura destruida, e que fugiu mais uma vez ás suas responsabilidades, não se recordadndo de outros compromissos ou dividas pois foram tantos que perdeu as contas.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo do dia 04 de Setembro)Contas e compromissos que hoje, esta C.P.C. do Barreiro: Que o Cavalheiro diz que nada faz, que o Cavalheiro diz que nada fez durante estes meses, e que o Cavalheiro diz que nada tem programado para fazer; está a saldar de uma forma honrada e digna para o nome do C.D.S./P.P. resolvendo os "Caldinhos" que o Cavalheiro foi arranjando ao longo da sua curta permanencia na direcção do Partido no Barreiro.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de de Setembro)
5) Pensa mal o referido Cavalheiro quando afirma que não deve ser a ele que nos referimos em termos de Extrema-Direita Pró-Nazi, na verdade é mesmo ao cavalheiro Pedro Alexandre Chora Estadão, a quem nos referimos, pois fio o cavalheiro quem organizou e participou em festas Pró-Nazis de que se retem ainda hoje imagens fotográficas e cinematográficas da sua personagem, em elogiosas frases, afirmações e poses, a que nem faltam a ornamentar Vª Exª os simbolos pró-regime do Sr. Adolfo, dos anos de má memória para a Europa e para o Mundo.
(Prova-se que falou verdade o C.D.S./P.P. no artigo de 04 de Setembro)
6) Aproveitamos ainda para esclarecer a preocupação do Cavalheiro, embora felizmente já não o faça como Militante do C.D.S./P.P., quanto ao cumprimento da Moção de Estrategia com que fomos eleitos, e nomeadamente quanto à situação da sede concelhia e das suas obras, lamentamos já não necessitar neste momento em termos de obras da Serventia para os Pedreiros, fique certo que não o teriamos esquecido para essas tarefas, pois deve estar bastante habilitado profissionalmente para o efeito, no entanto na verdade o C.D.S./P.P. do Barreiro não vai ter 1 (uma) sede, vai ter 3 (três) sedes, das quais já esta em pleno funcionamento uma delas, a da Estrutura Autonoma F.T.D.C. do Barreiro, este facto até é do conhecimento do Cavalheiro, uma vez que até saudou telefónicamente o Coordenador da F.T.D.C. do Barreiro pelo facto, no próprio dia da inauguração, e fazendo-se convidado para o acto, já se esqueceu...
Terminamos desejando as melhores venturas e também melhoras dos problemas de "memória" ao cavalheiro, Pedro Alexandre Chora Estadão, que como Barreirense merece o nosso respeito e compadecimento, os doentes com indícios de problemas do foro psiquiatrico preocupam-nos, ainda mais que a área da saúde no Concelho do Barreiro não funcionam nada bem.
Com estes esclarecimentos fica definitivamente encerrado este assunto, pois o C.D.S./P.P. tem assuntos importantes com que se preocupar que não o estado mental de alguns Cavalheiros ou as suas necessidades de protagonismo pessoal.
Desminta-nos o cavalheiro, as vezes que quizer, mas quando o voltar a fazer, não o faça com simples palavras que nada provam, prove factual e documentalmente que não foi Vª Exª quem foi demitido por unanimidade dos Militantes presentes em Assembleia Concelhia realizada em 24 de Janeiro do corrente ano por incompetencia e falta de etica, que não foi Vª Exª, mas sim um seu irmão gemeo, quem organizou documentadas em fotografias e filmes, devidamente resguardados para a posteridade.
Desminta-nos pois gostamos muito da "Verdade", não gostamos mesmo nada de "Mentirosos!"
Aceite o Sr. Director do "Jornal do Barreiro" e os estimados leitores deste prestigiado orgão de Comunicação Social os nossos melhores cumprimentos.
Barreiro, 27 de Setembro de 1998
A Comissão Politica Concelhia do Barreiro
do C.D.S./Partido Popular
O Presidente
(José João Massapina Antunes da Silva)
terça-feira, 19 de junho de 2007
CARTA ESCLARECIMENTO A JORNAL VOZ DO BARREIRO
José João Massapina Antunes da Silva
Urbanização da Quinta dos Loios
Rua 2 nº 11 - 4º D
2830 BARREIRO
Entregue em mão própria na Redacção
EXMº SENHOR
DIRECTOR
JORNAL "VOZ DO BARREIRO"
Rua João de Deus nº 33 - B
2830 BARREIRO
Barreiro, 07 de Janeiro de 1991
ASSUNTO: J.S.D. ESCLARECE
Tendo sido publicado no Jornal que V. Exª dirige, no passado dia 22 de Dezembro de 1990, um pretenso Comunicado/Esclarecimento !??? da autoria do Exmo Senhor Bruno Jorge Viegas vitorino, em representação, enquanto Presidente da J.S.D. do Barreiro, venho por este meio muito respeitosamente solicitar a V. Exª que dentro do espaço do Jornal que dirige faça publicar a presente carta no sentido de esclarecer os leitores de algumas inexactidões ai apresentadas, e que ferem pessoalmente a minha pessoa e a Organização J.S.D. no seu geral.
a) A J.S.D./Barreiro não fez sair qualquer comunicado em 27 de Outubro de 1990 no Jornal "Voz do Barreiro" ou em qualquer outra publicação ou Orgão de Informação como se pode constatar analisando essa edição nº 257, 2ª Serie, Ano VII, desse prestigiado Orgão de Informação regional.
b) A J.S.D. emitiu nessa data uma nota de divulgação à imprensa sobre o cumprimento das suas linhas de actuação constantes no Programa de Acção que foi apresentado e aprovado pelos Militantes da Secção do Barreiro, a quando da eleição dessa Comissão Politica de Secção, em termos de balanço em final de mandato.
Como tal não existiu qualquer comunicado, como surge indicado no Comunicado do Sr. Bruno Vitorino. Mais informo que enquanto Presidente de uma Comissão Politica tenho toda a legitimidade Moral e Estatutária para representar a Organização J.S.D., uma vez que fui eleito como representante dos Militantes da Secção Concelhia do Barreiro, em termos de Presidente com uma equipa para coordenar, ainda aproveito para informar de que não estava ferido de qualquer incapacidade politica ao contrário do actual Presidente e da sua Comissão Politica, que se mantem em gestão, e que tem neste momento a decorrer um Processo de Impugnação do acto eleitoral no qual foram eleitos por manifestas irregularidades no mesmo e que os Conselhos de Jurisdição Distrital e Nacional da J.S.D. a seu tempo, e muito brevemente, vão aclarar com a consequente anulação do acto eleitoral, e como é evidente com a consequente ilegitimidade para fazer sair obtusas considerações como a surgida no passado dia 23 de Dezembro de 1990, por parte desse jovem "irresponsável" Militante, e de momento representante da J.S.D. do Barreiro, que esta a por em causa a própria Organização enquanto tal.
c) Não tenho portanto que submeter à aprovação da C.P.S. algo que já estava previamente aprovado por todos os Militantes.
Em relação às considerações sobre o trabalho Autarquico do Responsável pela Área de Ambiente da Câmara Municipal do Barreiro, era esta a sensibilidade da altura da maioria dos membros da C.P.S. expressa em reuniões contando inclusivamente com a presença de elementos da propria Comissão Politica Distrital de Setúbal, registadas em actas.
Pessoalmente era também essa a opinião da maioria dos membros da C.P.S. incluindo eu próprio, que neste momento considero ainda mais grave a situação de abandono a que esta votada a àrea Ambiental da C.M.B..
d) Entendo os problemas de ordem moral que prendem a consciencia deste jovem, por razões meramente do foro pessoal pela via "Materna" em relação ao Partido Socialista do Barreiro, mas V. Exª não pode esquecer que a J.S.D. sempre pautou a sua conduta dentro da liberdade de discussão politica e no reconhecimento do pluralismo de opiniões. Como tal a sensibilidade de uma C.P.S. não pode ser alterada só porque V. Exª entende pessoalmente que essas opiniões estão erradas no momento politico em que foram manifestadas.
Aproveite também V. Exª as lições do passado para não vir fazer jogo politico pessoal, ou a mando de outros, e em proximos Comunicados/Esclarecimentos, Etc... utilize bem o bom nome da Organização Politica de juventude que neste momento representa, e seja humilde como no passado outros Presidentes o souberam sempre ser, omitindo o seu nome pessoal para dignificar o nome da Organização J.S.D..
É para dignificar a J.S.D. que está na Organização, não é para se dignificar a si pessoalmente a coberto do nome da J.S.D..
Sem mais de momento, com os meus melhores cumprimentos,
O Ex-Presidente da C.P.S./J.S.D. Barreiro
(João Massapina)
ANEXO: Fotocópias da nota de imprensa publicada no vosso ilustre jornal e também cópia da noticia publicada em 22 de Dezembro de 1990.
Urbanização da Quinta dos Loios
Rua 2 nº 11 - 4º D
2830 BARREIRO
Entregue em mão própria na Redacção
EXMº SENHOR
DIRECTOR
JORNAL "VOZ DO BARREIRO"
Rua João de Deus nº 33 - B
2830 BARREIRO
Barreiro, 07 de Janeiro de 1991
ASSUNTO: J.S.D. ESCLARECE
Tendo sido publicado no Jornal que V. Exª dirige, no passado dia 22 de Dezembro de 1990, um pretenso Comunicado/Esclarecimento !??? da autoria do Exmo Senhor Bruno Jorge Viegas vitorino, em representação, enquanto Presidente da J.S.D. do Barreiro, venho por este meio muito respeitosamente solicitar a V. Exª que dentro do espaço do Jornal que dirige faça publicar a presente carta no sentido de esclarecer os leitores de algumas inexactidões ai apresentadas, e que ferem pessoalmente a minha pessoa e a Organização J.S.D. no seu geral.
a) A J.S.D./Barreiro não fez sair qualquer comunicado em 27 de Outubro de 1990 no Jornal "Voz do Barreiro" ou em qualquer outra publicação ou Orgão de Informação como se pode constatar analisando essa edição nº 257, 2ª Serie, Ano VII, desse prestigiado Orgão de Informação regional.
b) A J.S.D. emitiu nessa data uma nota de divulgação à imprensa sobre o cumprimento das suas linhas de actuação constantes no Programa de Acção que foi apresentado e aprovado pelos Militantes da Secção do Barreiro, a quando da eleição dessa Comissão Politica de Secção, em termos de balanço em final de mandato.
Como tal não existiu qualquer comunicado, como surge indicado no Comunicado do Sr. Bruno Vitorino. Mais informo que enquanto Presidente de uma Comissão Politica tenho toda a legitimidade Moral e Estatutária para representar a Organização J.S.D., uma vez que fui eleito como representante dos Militantes da Secção Concelhia do Barreiro, em termos de Presidente com uma equipa para coordenar, ainda aproveito para informar de que não estava ferido de qualquer incapacidade politica ao contrário do actual Presidente e da sua Comissão Politica, que se mantem em gestão, e que tem neste momento a decorrer um Processo de Impugnação do acto eleitoral no qual foram eleitos por manifestas irregularidades no mesmo e que os Conselhos de Jurisdição Distrital e Nacional da J.S.D. a seu tempo, e muito brevemente, vão aclarar com a consequente anulação do acto eleitoral, e como é evidente com a consequente ilegitimidade para fazer sair obtusas considerações como a surgida no passado dia 23 de Dezembro de 1990, por parte desse jovem "irresponsável" Militante, e de momento representante da J.S.D. do Barreiro, que esta a por em causa a própria Organização enquanto tal.
c) Não tenho portanto que submeter à aprovação da C.P.S. algo que já estava previamente aprovado por todos os Militantes.
Em relação às considerações sobre o trabalho Autarquico do Responsável pela Área de Ambiente da Câmara Municipal do Barreiro, era esta a sensibilidade da altura da maioria dos membros da C.P.S. expressa em reuniões contando inclusivamente com a presença de elementos da propria Comissão Politica Distrital de Setúbal, registadas em actas.
Pessoalmente era também essa a opinião da maioria dos membros da C.P.S. incluindo eu próprio, que neste momento considero ainda mais grave a situação de abandono a que esta votada a àrea Ambiental da C.M.B..
d) Entendo os problemas de ordem moral que prendem a consciencia deste jovem, por razões meramente do foro pessoal pela via "Materna" em relação ao Partido Socialista do Barreiro, mas V. Exª não pode esquecer que a J.S.D. sempre pautou a sua conduta dentro da liberdade de discussão politica e no reconhecimento do pluralismo de opiniões. Como tal a sensibilidade de uma C.P.S. não pode ser alterada só porque V. Exª entende pessoalmente que essas opiniões estão erradas no momento politico em que foram manifestadas.
Aproveite também V. Exª as lições do passado para não vir fazer jogo politico pessoal, ou a mando de outros, e em proximos Comunicados/Esclarecimentos, Etc... utilize bem o bom nome da Organização Politica de juventude que neste momento representa, e seja humilde como no passado outros Presidentes o souberam sempre ser, omitindo o seu nome pessoal para dignificar o nome da Organização J.S.D..
É para dignificar a J.S.D. que está na Organização, não é para se dignificar a si pessoalmente a coberto do nome da J.S.D..
Sem mais de momento, com os meus melhores cumprimentos,
O Ex-Presidente da C.P.S./J.S.D. Barreiro
(João Massapina)
ANEXO: Fotocópias da nota de imprensa publicada no vosso ilustre jornal e também cópia da noticia publicada em 22 de Dezembro de 1990.
TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO NA CONCELHIA
No inicio do ano de 1991, realizou-se a primeira tentaiva de protagonismo pessoal e de alguma forma de golpe de estado tentada pelo jovem Bruno Vitorino, que para se tornar notado tentava bater em tudo e todos, chegando em alguns exemplos a como que olhar para o próprio espelho e atacar - "Até tu Bruno..."
Assim aconteceu, com uma tentativa de protagonismo que apenas conduziu a algum descredito da J.S.D., e ao mesmo tempo a que figuras históricas pura e siumplesmente se afastassem daquele tipo de liderança, que ainda hoje é um pouco uma imagem de marca pessoal, daquela personagem.
Anexo alguns documentos, que podem ser observados em:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/dafult.aspx
nomeadamente duas noticias de jornal, e entre muitas outras, uma carta de lamento e pré-demissão de um Militante histórico da J.S.D. do Barreiro, Rui Machado Vilela. Pela dificuldade de leitura do documento, o mesmo além de publicado na sua imagem original, vai ser reproduzido de forma in-loco.
No entanto a situação foi devidamente esclarecida, e a normalidade voltou a imperar na Concelhia. Reproduzo carta enviada ao Director do Jornal Voz do Barreiro, que nesses tempos funcionava de uma forma sectária, tentando apoiar determinadas figuras, por razões pessoais e economicas.
Veja-se:
José João Massapina Antunes da Silva
Urbanização da Quinta dos Loios
Rua 2, nº 11 - 4º D
2830 LAVRADIO
Registada com A/R
EXMº SENHOR
DIRECTOR
JORNAL "VOZ DO BARREIRO"
Rua João de Deus nº 33 - B
2830 BARREIRO
Barreiro, 21 de Janeiro de 1991
ASSUNTO: J.S.D. ESCLARECE
Uma vez que amanhã dia 22, se cumpre um mês sobre a data da publicação da noticia, supra citada, no vosso prestigiado Orgão de Informação Regional, em que foi focada a minha pessoa, e uma vez que eu pessoalmente no passado dia 07 de Janeiro de 1991, entreguei na Redacção deste Jornal, uma carta no sentido de esclarecer os leitores de enexactidões na altura publicadas, em relação à minha pessoa individualmente, e em relação à Organização J.S.D. na globalidade, sem que tal até ao momento tenha merecido da parte de V. Exª a consequente publicação, venho desta forma, e ao abrigo do preceituado para estas questões na Lei de Imprensa Portuguesa, solicitar a publicação da mesma dentro dos prazos legais estabelecidos para o efeito para o que junto envio fotocópia da carta anteriormente enviada a V. Exª.
Sem mais de momento, certo da sua melhor atenção para com este assunto, envio os meus melhores cumprimentos.
José João Massapina Antunes da Silva
Anexo: Cópia de Bilhete de Identidade nº 6266610 de 1988-11-23 emitido pelo Arquivo de Identificação de Lisboa.
Assim aconteceu, com uma tentativa de protagonismo que apenas conduziu a algum descredito da J.S.D., e ao mesmo tempo a que figuras históricas pura e siumplesmente se afastassem daquele tipo de liderança, que ainda hoje é um pouco uma imagem de marca pessoal, daquela personagem.
Anexo alguns documentos, que podem ser observados em:
http://sol.sapo.pt/photos/massapinaopiniontotal/dafult.aspx
nomeadamente duas noticias de jornal, e entre muitas outras, uma carta de lamento e pré-demissão de um Militante histórico da J.S.D. do Barreiro, Rui Machado Vilela. Pela dificuldade de leitura do documento, o mesmo além de publicado na sua imagem original, vai ser reproduzido de forma in-loco.
No entanto a situação foi devidamente esclarecida, e a normalidade voltou a imperar na Concelhia. Reproduzo carta enviada ao Director do Jornal Voz do Barreiro, que nesses tempos funcionava de uma forma sectária, tentando apoiar determinadas figuras, por razões pessoais e economicas.
Veja-se:
José João Massapina Antunes da Silva
Urbanização da Quinta dos Loios
Rua 2, nº 11 - 4º D
2830 LAVRADIO
Registada com A/R
EXMº SENHOR
DIRECTOR
JORNAL "VOZ DO BARREIRO"
Rua João de Deus nº 33 - B
2830 BARREIRO
Barreiro, 21 de Janeiro de 1991
ASSUNTO: J.S.D. ESCLARECE
Uma vez que amanhã dia 22, se cumpre um mês sobre a data da publicação da noticia, supra citada, no vosso prestigiado Orgão de Informação Regional, em que foi focada a minha pessoa, e uma vez que eu pessoalmente no passado dia 07 de Janeiro de 1991, entreguei na Redacção deste Jornal, uma carta no sentido de esclarecer os leitores de enexactidões na altura publicadas, em relação à minha pessoa individualmente, e em relação à Organização J.S.D. na globalidade, sem que tal até ao momento tenha merecido da parte de V. Exª a consequente publicação, venho desta forma, e ao abrigo do preceituado para estas questões na Lei de Imprensa Portuguesa, solicitar a publicação da mesma dentro dos prazos legais estabelecidos para o efeito para o que junto envio fotocópia da carta anteriormente enviada a V. Exª.
Sem mais de momento, certo da sua melhor atenção para com este assunto, envio os meus melhores cumprimentos.
José João Massapina Antunes da Silva
Anexo: Cópia de Bilhete de Identidade nº 6266610 de 1988-11-23 emitido pelo Arquivo de Identificação de Lisboa.
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